segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Estamos aguardando a sua visita.... hahaha!!! Lugares encerrados!!!!

22/10/2009
Vocês alunos da Escola "Dom Barreto" nem sonha, pois o pesadelo está próximo de acontecer!!
KKKKKKKKKKK

domingo, 11 de outubro de 2009

3ª Séries - GABARITO Caderno do Aluno Biologia – Volume 2 Das págs. 3 á

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 - A DIVERSIDADE DAS PLANTAS


Esta questão pretende introduzir o assunto. Utilize a resposta para avaliar o conhecimento da turma sobre o tema. Os alunos geralmente citam funções na alimentação, mas alguns também citam sua importância para os ambientes. Não discuta essas questões nesse momento; peça apenas que os alunos anotem suas respostas. Após as atividades eles podem retomar suas respostas.


Página 3 - Começo e conversa
1. Dificilmente nos lembramos de que elementos comuns do nosso dia a dia, como o
papel e o pão, um dia fizeram parte de um organismo vivo. Você, professor, pode ajudar os alunos citando esses exemplos. O papel dessa folha de caderno, por exemplo, é composto de fibras de celulose que foram extraídas de uma árvore conhecida como eucalipto, nativa da Austrália e plantada no Brasil, principalmente
pelas indústrias de papel; o pão, muitas vezes, é feito de trigo, planta da mesma família dos capins e gramas em geral. Lembre-os de que não podemos considerar as plantas apenas sob um ponto de vista utilitarista, pois as plantas não existem para “servir” ao homem.
2. Para realizar a tarefa proposta, os alunos poderão pedir ajuda a pessoas da comunidade escolar, como funcionários e outros professores, familiares ou amigos que conheçam nomes populares e/ou científicos de plantas.
É esperado que os alunos não saibam muitos nomes populares; muitas vezes, eles usarão termos gerais, como: mato, flor, árvore, planta. Caberá a você alertá-los quanto à inadequação de tais designações e esclarecê-los de que cada tipo de organismo pertence a uma espécie diferente e que, por isso, pode ser identificado pelo seu nome popular ou científico. Lembre os alunos que todas as plantas fazem parte do Reino Plantae. De acordo com a proposta de Lynn Margulis (*1) as algas verdes pertencem ao Reino dos Protoctistas. (*1) SCHWARTZ; MARGULIS. Cinco
reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
3. Resposta pessoal. Incentive os alunos a refletir sobre a repetição de alguns nomes e sobre o problema de não conseguir identificar todas as plantas encontradas.


Página 4 - PESQUISA EM GRUPO


1. A presença de clorofila dos tipos A e B.
2. Não, somente as angiospermas.
3. As traqueófitas são as pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. Em anatomia
botânica, traqueia significa elemento condutor de seiva (vaso). Traqueófitas são chamadas assim, pois possuem vasos condutores de seiva. Portanto, são classificadas também como vasculares. As briófitas, que não possuem vasos condutores, são a traqueófitas ou avasculares.


Página 5 - LIÇÃO DE CASA

Grupos Algas verdes Briófitas Pteridófitas Gimnospermas Angiospermas
Exemplos Alface do mar Musgo Samambaia ou avenca
Pinheiro, araucária, Violeta, feijão, rosa, manga, etc.
Porte (tamanho)
Pequeno porte Pequeno porte Pequeno, médio ou grande porte Pequeno, médio ou grande porte
Pequeno, médio ou grande porte
Habitat Aquático Terrestre úmido (geralmente)
Terrestre, em geral, úmido

Maioria terrestre

Maioria terrestre
Característias vegetativas, forma e presença de estruturas, como caule, folha e raiz
Não possuem caule, raiz e folha verdadeiros. Não possuem caule, raiz e folha verdadeiros.
Possuem caule, raiz e folha verdadeiros.
Possuem caule, raiz e folha verdadeiros.
Possuem caule, raiz e folha verdadeiros.
Característias reprodutivas, formas e estruturas relacionadas à reprodução

Reprodução assexuada ou sexuada.
Alguns ciclos de vida com alternância de gerações.
Reprodução sexuada dependente da água.
Reprodução assexuada ou sexuada.
Ciclos de vida com alternância de gerações.
Reprodução sexuada dependente da água.
Reprodução assexuada ou sexuada. Ciclos de vida com alternância de gerações.
Presença de esporos.
Reprodução sexuada dependente da água.
Reprodução assexuada ou sexuada.
Ciclos de vida com alternância de gerações.
Presença de estróbilos e grãos de pólen.
Reprodução assexuada ou sexuada. Ciclos de vida com alternância de gerações.
Presença de grãos de pólen, flor e fruto.


Página 5 - VOCÊ APRENDEU?
1. Alternativa a.
2. Alternativa a.
3. Alternativa d.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
OBSERVANDO O DESENVOLVIMENTO VEGETAL


Página 8 - Começo de conversa
1. Normalmente, os alunos conhecem pouco as características do feijão. Assim, será preciso complementar as informações relatando que se trata de uma planta amplamente cultivada pela sua composição nutricional e utilização na alimentação. Ela faz parte do grande grupo conhecido como angiospermas, plantas com flores e frutos, e pertence à espécie Phaseolus vulgaris. Além disso, o grão que consumimos é uma semente, que foi extraída de um fruto tipo legume (fruto em forma de vagem), característico da família Leguminosae. Se achar conveniente, abra junto com os alunos uma semente de feijão para estudar sua estrutura e organização. Identifique o
tegumento e a amêndoa. No caso do feijão, a amêndoa é constituída pelo embrião que possui os cotilédones, radícula, o caulículo e a plúmula.
2. Conceituar germinação não é assim tão simples. Os agricultores só consideram que a planta germinou quando esta rompe a superfície do solo. Para os fisiologistas acontece quando o metabolismo é ativado e o embrião sai do seu estado dormente ou quiescente. Para os técnicos a germinação acontece quando alguma parte do embrião cresce e emerge do interior das sementes. No caso do feijão a primeira estrutura que emerge da semente é a radícula.
3. O embrião no interior da semente tem o seu desenvolvimento retardado até que ele
amadureça e tenha condições ideais para germinar. A retomada do desenvolvimento
do embrião ou germinação depende de muitos fatores internos e externos. Entre os
externos estão a água, o oxigênio e a temperatura. Sementes fotoblásticas têm sua
germinação também controlada pelo fator luz. É o caso de certas variedades de alface
e muitas epífitas de nossas matas. Podemos ainda citar as sementes que possuem
fotoblastismo negativo, isto é, só germinam em total ausência de luz, como por
exemplo algumas variedades de melancia.
Geralmente outros fatores como o vento, substâncias minerais do solo e a gravidade,
entre outros, também interferem no desenvolvimento das plantas.
A água é uma das condições fundamentais para germinação e desenvolvimento. As
sementes possuem pouca quantidade de água, entre 5% e 20%, assim é necessário
que a semente absorva água necessária para as atividades metabólicas. Depois da
absorção de água, as enzimas iniciam suas atividades, digerindo os nutrientes
necessários para o desenvolvimento do embrião.

Página 8 - ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO

Selecione algumas condições sugeridas pelos alunos e divida-os em grupos para
testar algumas dessas condições. Os grupos de alunos deverão propor experimentos para testá-las, seguindo a metodologia científica, ou seja, a partir de uma pergunta ou
hipótese, os alunos planejarão um experimento, desenvolverão uma metodologia e farão o registro e a análise. Auxilie os grupos no planejamento. Após a obtenção dos
resultados, auxilie os grupos a compararem os seus resultados com outros grupos que também testaram a mesma condição.

Página 10
1. Espera-se que os alunos identifiquem a água, a temperatura e oxigênio como fatores
necessários à germinação. O feijão não é uma semente fotoblástica. A luz não é
necessária para a germinação em si (desenvolvimento da radícula), mas é
fundamental para o seu desenvolvimento.
2. Porque não há água; assim, as sementes podem ficar longos períodos em
“dormência”, ou seja, em um período de inatividade que pode ser quebrado quando
ocorrer uma condição favorável para o seu desenvolvimento.
3. O aluno pode propor um experimento como, por exemplo, deixar algumas sementes
com água e luz e outras com água e sem luz.
4. A reserva vem dos cotilédones da semente.


Página 11 - LIÇÃO DE CASA
1. Resposta variável, podendo ser um gráfico de barra. Segue modelo
2. O grupo 1. Aproveite para discutir com seus alunos o que é um grupo controle. O
grupo controle é vital para o estudo de uma variável. No grupo controle o fator
(variável estudada) não é aplicado.
3. O grupo 2 teve um crescimento menor e apresentou menos folhas. Isso pode ser
explicado como consequência da areia ter menos nutrientes do que na terra adubada.
Embora a planta realize fotossíntese para o seu desenvolvimento, os nutrientes
essenciais são fundamentais para diversas funções internas da planta. A falta deles
pode ser prejudicial ao vegetal.
4. O grupo 3 cresceu mais, mas as folhas e o caule ficaram amarelados. Nessas
condições, a planta tem um maior desenvolvimento em altura; isso pode ser
importante para que ela alcance uma região iluminada com mais rapidez.
5. O grupo 4 cresceu em direção à área iluminada, assim pôde alcançar uma área mais
iluminada e ser favorecido pela realização de fotossíntese. Aproveite para
desenvolver com seus alunos o nome do crescimento por eles pesquisado,
fototropismo positivo.
6. A falta de água.

Página 13 - VOCÊ APRENDEU?
1. Alternativa c.
2. Fecundação por meio do tubo polínico, o que representa independência da água para
a fecundação; ocorrência de fruto que protege a semente e o embrião; semente
contendo reservas nutritivas que garantem o início do desenvolvimento embrionário;
grande capacidade de disseminação das sementes.


SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 - DIVERSIDADE NO REINO ANIMAL

Página 14 - Para começo de conversa

Os animais são multicelulares, heterotróficos e possuem células eucariontes. Há também, características embriológicas comuns a todos os animais.

PESQUISA EM GRUPO
1. Resposta variável. Espera-se que os alunos organizem os grupos segundo os critérios
como: simetria, tipo de nutrição, mobilidade, e saibam as principais diferenças entre
reprodução sexuada e assexuada, bem como características mais específicas, como
presença ou não de celoma.
2. Resposta variável . Espera-se que a analise deste esquema gere uma discussão com
os alunos sobre a evolução dos grupos animais.
3. Os poríferos, esponjas marinhas, pois não possuem sistemas e tecidos.
Provavelmente, são muito semelhantes aos primeiros animais.
4. Todos, menos os dos poríferos. O sistema digestório pode ser completo ou fechado e é responsável pela ingestão, pelas modificações físicas e químicas dos alimentos e
posterior absorção dos nutrientes para que sejam utilizados pelo organismo.
5. Assimétricos: esponjas marinhas (Poríferos).
Simetria radial: água-viva, anêmonas e estrela-do-mar (Cnidário e Equinodermos).
Simetria bilateral: demais.
A simetria bilateral facilita a locomoção, a obtenção de alimento, a organização do
sistema sensorial etc.
6.Filo Reprodução
Porífero assexuada e sexuada
Cnidário assexuada e sexuada
Platelmintos assexuada e sexuada
Nematódeos sexuada
Anelídeos sexuada
Moluscos sexuada
Artrópode – inseto sexuada
Artrópode – aracnídeo sexuada
Equinodermo sexuada
Cordado – Vertebrado sexuada
Os grupos de animais podem ter reprodução assexuada e sexuada, entretanto, alguns
grupos têm somente a sexuada. Na sexuada, há junção de gametas, o que não ocorre
na reprodução assexuada.
7. Filo Sistema Nervoso Circulatório Respiratório
Porífero ausente ausente ausente
Cnidário forma de rede ausente ausente
Platelmintos presente ausente ausente
Nematódeos presente ausente ausente
Anelídeos presente presente/fechado presente/cutânea
Moluscos presente presente/fechado presente/brânquias ou
pulmões
Artrópode – inseto presente presente/aberto presente/traqueal
Artrópode – aracnídeo
presente presente/aberto presente/ pulmões foliáceos
Equinodermo presente presente/aberto reduzido presente/branquial
reduzido Cordado – Vertebrado
presente presente/fechado presente/brânquias ou pulmão


Página 16 - LIÇÃO DE CASA

1. Sistema Nervoso: o Sistema Nervoso é o principal regulador das funções orgânicas.
Esse controle é realizado por meio de impulsos nervosos. Apresenta as funções:
sensorial, motora e associativa.
Sistema Circulatório: é responsável pela distribuição de elementos essenciais para
todas as partes do organismo, assim como a remoção de gás carbônico e outros
resíduos dos tecidos.
Sistema Respiratório: é o sistema que proporciona as trocas gasosas entre o
organismo e o meio.
2. Durante o desenvolvimento embrionário, por meio de mitoses sucessivas, o zigoto
origina blastômeros que, organizados de forma compacta, recebem o nome de
mórula. A mórula origina a blástula, a gástrula e a nêurula. As características
relacionadas ao desenvolvimento dos organismos são importantes para a
compreensão da evolução dos grupos. Características que podem ser utilizadas para
relacionar os grupos de seres vivos:
a) Número de folhetos germinativos.
• Diblásticos (dois folhetos: ecto e edoderma) – Cnidária.
• Triblásticos (três folhetos: ecto, endo e mesoderma) – de Platelmintos a
Cordados.
b) Origem da boca (blastóporo).
• Protostômios (blastóporo origina a boca) – Cnidária a artrópodes.
• Deuterostômios (blastóporo origina o ânus) – Equinodermos e Cordados.
c) Cavidade interna (celoma).
• Acelomados (três camadas cavidade ausente). Ex: Platelmintos.
• Pseudocelomados. Ex: Nematódeos.
• Celomados. Ex: de Moluscos a Cordados.
Utilizar figuras que demonstrem as etapas do desenvolvimento embrionário
pode ajudar os alunos a identificar as características indicadas.

Página 17 - PESQUISA EM GRUPO

1. Presença de coluna vertebral, crânio, mandíbula, quatro membros etc.
2. Subgrupo Características
Anfíbios Pele úmida, ectotérmico
Peixes Esqueleto ósseo ou cartilaginoso, aquáticos, respiração
branquial, presença de escamas
Mamíferos Presença de pelos e glândulas mamárias, endotérmicos
Aves Presença de penas, endotérmicos
Répteis Pele queratinizada, presença de ovo com casca
3. Os ectotérmicos (peixes, anfíbios e répteis), em geral, apresentam menor atividade
em dias frios, o que não ocorre com os endotérmicos (mamíferos e aves), que
mantêm a temperatura constante do corpo independentemente do ambiente externo e são ativos em dias frios e quentes.

Página 18 - VOCÊ APRENDEU?
1. Alternativa b.
2. Alternativa d.
3. a) Simetria radial: medusa (água-viva) e coral. Esponjas são assimétricas. Os que
têm simetria bilateral são a planária, a minhoca e o besouro.
b) Na simetria bilateral, existe um eixo principal que divide o animal em duas
partes. No caso da simetria radial, esse eixo não existe, podendo o animal ser
dividido em múltiplos planos de corte que passam pelo centro geométrico do corpo.
c) A larva da estrela-do-mar apresenta simetria bilateral. Na fase adulta, a estrelado-
mar tem simetria do tipo radial.
4. a) Insetos.
b) Esqueleto externo que oferece proteção e asas que permitem a exploração de
diversos e novos ambientes.


SITUAÇÃO DE APENDIZAGEM 4
NUTRIÇÃO HUMANA: DIGESTÃO, RESPIRAÇÃO E CIRCULAÇÃO

Página 20 - Para começo de conversa

Resposta pessoal. Os alunos geralmente citam os alimentos e oxigênio como fundamentais para realização das atividades. Identificam ainda os órgãos dos sistemas digestório, respiratório e circulatório como necessários para a realização dessas atividades. Não aprofunde a discussão nesse momento.


Página 20 - Leitura e Análise de Texto

1. Cardiovascular: responsável pela condução, distribuição e remoção de diversas
substâncias no corpo.
Digestório: responsável por obter os nutrientes necessários às diferentes funções do
organismo.
Respiratório: responsável pela entrada e saída de ar do nosso organismo, faz as trocas
gasosas do organismo com o meio ambiente.
2. Ele sofre transformações físicas e químicas, nas quais são obtidas partículas menores
que serão absorvidas pelo organismo.
3. É o conjunto de atividades de transformações que ocorrem no interior de nossas
células, necessárias para as nossas atividades diárias. Metabolismo basal é a energia
(medida em calorias) gasta pelo corpo no descanso para manter as funções normais.
Esse trabalho contínuo abarca mais de 60-70% das calorias que usamos e inclui o
batimento cardíaco, a respiração e a manutenção da temperatura corporal.

Página 22 - LIÇÃO DE CASA

1. O sistema cardiovascular consiste no sangue, no coração e nos vasos sanguíneos.
Para que o sangue possa atingir as células corporais e trocar materiais com elas, ele
deve ser constantemente impulsionado ao longo dos vasos sanguíneos. O coração é a
bomba que promove a circulação de sangue por cerca de 100 mil quilômetros de
vasos sanguíneos.
Os órgãos do sistema digestório são responsáveis pela: ingestão, digestão, absorção
de nutrientes e eliminação de partículas não utilizadas pelo organismo. São eles:
boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus.
Ainda possui glândulas anexas como as glândulas salivares, fígado e pâncreas. A
boca é responsável pela ingestão e início da digestão de amido. O estômago, pela
digestão de proteínas pelo suco gástrico que é produzido pelas paredes do próprio
estômago. A maior parte da digestão ocorre na primeira porção do intestino delgado,
o duodeno, sob ação dos sucos intestinais, produzidos pela parede do próprio
intestino, e suco pancreático, produzido pelo pâncreas. A bile auxilia a digestão das
gorduras. As duas últimas porções do intestino delgado são responsáveis pela
absorção dos nutrientes simples. O intestino grosso absorve água e sais minerais e
direciona parte do que não foi absorvido para o reto, a fim de que seja eliminado
pelas fezes. Bactérias da flora intestinal permitem a produção de vitaminas, como as
K e B12.
O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários
órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses
órgãos são as fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traqueia, os brônquios, os
bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões. Os pulmões são
constituídos por alvéolos responsáveis pelas trocas gasosas entre sangue e ar. A base
de cada pulmão apoia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o
tórax do abdômen, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os
músculos intercostais, os movimentos respiratórios.
2. Os tecidos são constituídos por células, isto é, tecidos são conjuntos de células
organizados para desempenharem determinada função. Os nutrientes são utilizados
pelas células na produção de novas substâncias que integrarão as células e permitirão
o seu desenvolvimento e reprodução. Essas novas células são necessárias para
reposições dos tecidos.
Calculando a necessidade energética total (NET):


Página 22
3. Ana Silvana Carlos Antônio Cibele César
GEB 1379,6 1300,1 1651,1 1893,5 1527,5 1612,5
NET 2510 2028 3467 2935 2383 2870
1. Sim, os homens têm maior gasto energético devido à maior quantidade de massa
muscular.
2. Ana tem uma atividade física mais intensa, é professora de ginástica, assim necessita
de maior quantidade de energia.
3. Ela provavelmente irá emagrecer.
4. É esperado que Ana ganhe peso.
5. Funções do metabolismo basal (respiração, circulação, funcionamento de órgãos
vitais).


Página 24 - PESQUISA EM GRUPO


Espera-se que os alunos considerem aspectos como: ter conhecimento dos alimentos
ingeridos; ingerir os alimentos de cada grupo de acordo com a pirâmide; verificar
quantidade e qualidade de gorduras ingeridas; consumir fibras em quantidade adequada;
ter uma dieta diversificada, rica em fibras e vegetais.
1. Nutrientes Funções Alimentos ricos em Carboidratos Fornecer energia às células Cereais, massas, doces etc.
Lipídios Fornecer energia às células Manteiga, toucinho, carnes gordas, amendoim, soja etc.
Proteínas Principais constituintes estruturais das células Carnes, ovos, feijão, soja etc.
Sais minerais Essenciais para o metabolismo Frutas, verduras, carne, leite etc.
2. a) Produto A, pela quantidade de proteína e cálcio.
b) O produto C. O produto B tem 84 kcal em 120 g e o produto C tem 142 kcal em
30 g, portanto o produto C é mais calórico.
c) Cerca de 18 unidades.
d) O produto B apresenta carboidratos em grande quantidade e apresenta, ainda,
proteínas. Os carboidratos são as principais fontes de energia para o nosso organismo
e as proteínas são fontes de energia e de matéria-prima para a sobrevivência do
organismo.


Página 27 - LIÇÃO DE CASA

1. Resposta variável, devendo conter informações básicas como:
Boca: mastigação – redução dos alimentos em pedaços menores; início da digestão
do amido pela amilase salivar ou ptialina, transformando-o em maltose (duas
moléculas de glicose ligadas) e dextrinas (três a quatro moléculas de glicose ligadas).
Estômago: início da digestão das proteínas pela enzima pepsina produzindo pequenas
cadeias de aminoácidos chamadas oligopeptídeos. Os carboidratos e as gorduras não
sofrem transformações no estômago.
Intestino delgado: completa-se a digestão dos carboidratos e das proteínas e ocorre a
digestão dos lipídios. No intestino delgado atuam o suco entérico (ou intestinal) e o
suco pancreático (produzido pelo pâncreas). As principais enzimas do suco entérico
são as peptidases, que atuam na digestão dos oligopeptídeos, transformando-os em
aminoácidos, e as carboidrases, que atuam na digestão da maltose e da sacarose. As
principais enzimas do suco pancreático são a tripsina, que digere proteínas, a lípase
pancreática, que digere os lipídios que foram transformados em gotículas
microscópicas pelos sais biliares da bile, e a amilase pancreática, que digere
carboidratos como a amido e o glicogênio.
Os carboidratos, proteínas e lipídios que entraram no sistema digestório pela boca, no
duodeno estão transformados em moléculas pequenas que podem ser absorvidas pela parede do intestino delgado. Os carboidratos foram transformados em glicose, as
proteínas em aminoácidos e os lipídios em ácidos graxos e glicerol.
2. Suco digestivo Enzimas pH ótimo Local de atuação Substrato digerido
Saliva Amilase salivar Neutro
pouco alcalino
Boca Polissacarídeo
Suco gástrico Pepsina Ácido Estômago Proteínas
Suco pancreático Tripsina Alcalino Intestino delgado Proteínas e peptonas
Suco pancreático Amilopsina Alcalino Intestino delgado Polissacarídeo
Suco pancreático Lípase Alcalino Intestino delgado Lipídios
Suco entérico Lactase Alcalino Intestino delgado Lactose
Suco entérico Sacarase Alcalino Intestino delgado Sacarose
Suco entérico Aminopeptidase Alcalino Intestino delgado Peptídeos
(oligopeptídeos)



Página 28 - VOCÊ APRENDEU?


1. Alternativa c.
2. Alternativa a.
4. a) Estômago, porque no estômago há o suco gástrico que possui ácido.
b) Amilase salivar; boca.
c) Elas não funcionariam, pois as proteínas desnaturariam e perderiam sua função.


SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5
A REPRODUÇÃO EM ANGIOSPERMAS E EM HUMANOS

Para começo de conversa


1. Reproduzir significa produzir novamente, isto é, copiar-se.
2. Os principais tipos de reprodução são: sexuada e assexuada. O brotamento nos
poríferos e a bipartição em bactérias são exemplos de reprodução assexuada. Quase
todos os organismos reproduzem sexuadamente. Bactérias e protozoários, embora
não produzam gametas, trocam material genético. Em todos os grupos de plantas é
possível encontrar reprodução assexuada e sexuada.
3. Não só as angiospermas. As flores servem para reprodução.

Página 30 - Leitura e Análise de Texto
1. O texto cita a fertilização, conhecida também como fecundação, que é a união das
células reprodutoras (gametas).
2. Espera-se que os alunos identifiquem os processos de produção e dispersão dos
gametas (células reprodutoras).


Página 31 - ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO
a) Os óvulos (células femininas) e os grãos de pólen (as masculinas). Professor,
cada grão de pólen é normalmente constituído por uma célula haploide. O núcleo
haploide sofre uma divisão mitótica comum, originando dois núcleos que participam
do processo de fecundação. O óvulo contém a oosfera. Converse com os alunos
durante a correção.
b) A célula feminina nos ovários e a masculina na antera.
c) A fecundação ocorre no ovário da flor.

Página 33 - LIÇÃO DE CASA


1. Polinização é o transporte do pólen da antera ao estigma. Espera-se que os alunos
relacionem o perfume, a presença do néctar e até o formato do pólen aos processos
que garantem este transporte: água, vento ou animais como insetos, pássaros etc.
2. Espera-se que os alunos identifiquem a formação do tubo polínico, a formação do
zigoto e do núcleo triploide (3n), bem como o desenvolvimento do embrião a partir
do zigoto e do endosperma a partir do núcleo 3n.
3. Espera-se que os alunos percebam que, na maioria dos casos, os ovários se
desenvolvem transformando-se em frutos.
4. Espera-se que os alunos identifiquem que os zigotos desenvolvem-se em embriões
que ficam localizados no interior das sementes.

Página 34 - Aprendendo a Aprender

Estrutura Angiospermas Seres humanos
Feminino Masculino Feminino Masculino
Gametas Estão no Óvulo* Estão no grão de Pólen*
Óvulo Espermatozoides
Produção de gametas Ovários Antera Ovários Testículos
Transporte do gameta masculino
Polinização até o estigma, o grão de pólen desenvolve em tubo chamado de polínico que cresce até chegar ao ovário.
Pênis transporta o espermatozoide para o corpo feminino; dentro da mulher o espermatozoide “nada” até o óvulo.
Fecundação e formação do zigoto
O tubo polínico transporta o núcleo espermático que fecunda a oosfera que está dentro do óvulo.
O óvulo é penetrado pelo espermatozoide nas tubas uterinas.
* O óvulo contém a oosfera e o pólen, os núcleos polares ou espermáticos.


Página 35 - Leitura e Análise de Texto


Espera-se que os alunos identifiquem a atuação sobre o tubo polínico.


Página 35 - VOCÊ APRENDEU?
1. a) O óvulo contém o gameta feminino (oosfera) e está contido no ovário. Após a fecundação da oosfera pelo núcleo espermático do tubo polínico, o óvulo origina a semente que contém o embrião (2n) e o endosperma de reserva (3n). O fruto é originado a partir do desenvolvimento do ovário fertilizado.
b) Sementes são produzidas pelas plantas que produzem flores: as angiospermas.
As sementes garantem a proteção do embrião e contribuem para a dispersão destes vegetais no ambiente terrestre.
2.
3. a) Não. Pinheiros (gimnospermas) e ipês (angiospermas) são plantas produtoras de grãos de pólen. Musgos e samambaias formam esporos.
b) Plantas como samambaias produzem esporos que germinam formando prótalos, geralmente hermafroditas. Os grãos de pólen germinam formando tubos polínicos.
4. Alternativa c.
5. Alternativa d.
6. Alternativa c.

Página 37 - Aprendendo a Aprender
1. Quando a célula se divide por mitose, o resultado são duas células iguais com a mesma quantidade de material genético; quando se reproduz por meiose, o resultado são quatro células com metade do material genético.
2. Antes da divisão celular, o material genético copia-se. Esse material será misturado ou não, de acordo com o tipo de reprodução.
Os gametas são produzidos por meiose que separa os cromossomos homólogos (pareados) e origina quatro células com metade do material genético. Na fecundação, os pronúcleos dos gametas se fundem, formam um núcleo diploide e o número de cromossomos volta a ser o número próprio da espécie. Há, portanto “mistura” de material genético dos pais.
3. Há possibilidade da ocorrência de falhas, isto é, pequenos erros no processo de cópia, originando células filhas não exatamente iguais à célula mãe. Este é o conceito de mutação. Tais mutações podem modificar características dos indivíduos ou ser totalmente irrelevantes. Mutações ocasionam o aparecimento de novas formas de um gene (alelos). Muitas doenças humanas sérias são causadas por mutações. Quando ocorrem nas células germinativas, são transmitidas para as gerações seguintes.
4. Na reprodução sexuada ocorre mistura de material genético. Essa mistura não ocorre na assexuada. A reprodução sexuada e as mutações constituem o princípio da variedade das espécies.


Página 39 - VOCÊ APRENDEU?

1. A presença de vasos condutores, o que torna mais eficiente o transporte de líquidos e nutrientes.
2. As angiospermas, as flores coloridas, atraentes e, muitas vezes, perfumadas, atraem os agentes polinizadores que promovem a fecundação cruzada. Os frutos auxiliam na dispersão dos embriões.
3. Resposta variável. Ver quadro produzido na Situação de Aprendizagem 2.
4. O amido presente no pão será digerido por enzimas presentes na boca e no intestino delgado.
5. Arroz: carboidrato; carne: proteína; salada: sais, vitaminas e fibras.
O amido presente no arroz será digerido por enzimas presentes na boca e no intestino
delgado, transformando-se em glicose. As proteínas presentes na carne serão
digeridas por enzimas presentes no estômago (suco gástrico) e intestino delgado
(suco entérico e pancreático) e transformadas em aminoácidos.

Leitura e Análise de Texto
1. Assexuada ocorre por mudas, isto é, gemas existentes no rizoma que originam novas bananeiras a partir de partes das bananeiras preexistentes.
2. Procuravam conseguir mudas de melhor qualidade, isto é, resistentes a pragas.
3. Não, pois originam plantas diferentes, anãs, de baixa produtividade.
4. Mutação.

Caderno do Aluno Biologia –2ª série - Volume 2

Páginas 14 a 17

1. Ele cruzou ervilhas puras com características distintas (lisa e rugosa) e, a partir da
análise dos resultados, produziu um modelo explicativo para a herança dessa
característica.
2. Lisas e rugosas puras, ou seja, que só produzem ervilhas semelhantes. As ervilhas
híbridas produzidas foram cruzadas entre si.
3. Lisa é dominante e rugosa é recessiva.
4. A característica dominante é a que aparece no híbrido.

Página 18 - LIÇÃO DE CASA

O esquema de síntese, que apresenta as gerações estudadas e o modelo proposto, pode
ser semelhante ao apresentado a seguir.

VOCÊ APRENDEU?
1. Que a característica malhada é recessiva em relação à preta, ou seja, as cabras pretas
em questão são heterozigotos (Aa) e o fator “a” que condiciona pele malhada não se
manifesta nesta condição.
Cabras novas Sexo Fenótipo Genótipo

James Watson ♂ Preto A -
Francis Crick ♂ Malhado aa
Thomas Morgan ♂ Preto A -
Rosalind Franklin ♀ Preto A -
Barbara Mclintock ♀ Preto A -
Lee Margoulis ♀ Preto A -


Rosalind
Franklin
AA
Barbara Mclintock
Aa
Lee Margoulis
AA
James Watson
AA
100% de filhotes
pretos
100% de filhotes pretos 100% de filhotes
pretos
Francis Crick
aa
100% de filhotes
pretos
50% de filhotes pretos e
50% de filhotes
malhados
100% de filhotes
pretos
Thomas
Morgan
Aa
100% de filhotes
pretos
75% de filhotes pretos e
25% de filhotes
malhados
100% de filhotes
pretos
2. Os alunos podem escolher Thomas Morgan e Barbara Mclintock, esquecendo-se que
o casal ideal é Francis Crick (que é malhado e, portanto, aa) e Barbara Mclintock
(que é Aa).
Neste cruzamento, 50% dos filhotes serão pretos e 50%, malhados: ♂ aa X ♀ Aa =
50% Aa e 50% aa.
3. A característica cor preta é dominante sobre a malhada. Francis Crick é homozigótico
recessivo (aa). James Watson, Rosalind Franklin e Lee Margoulis são homozigóticos
dominantes (AA). Thomas Morgan e Barbara Mclintock são heterozigóticos (Aa).

Página 20 - LIÇÃO DE CASA

1. A resposta depende da espécie e das características escolhidas pelo aluno.
2. No caso de cães, por exemplo, fica bastante evidente que as características
priorizadas no passado não são as mesmas que se priorizam atualmente. No passado,
por exemplo, um bom cão de caça tinha que possuir certos atributos como olfato
aguçado e resistência física. Atualmente, a seleção de raças de cães visa outros
atributos como, por exemplo, estética e o caráter de ser manso para o convívio com
crianças.
3. Espera-se que os alunos façam referência aos cruzamentos preferenciais entre irmãos
e entre filhos e pais (retrocuzamento).

Página 21 - VOCÊ APRENDEU?
1. Alternativa c.
2. Alternativa c.
3. Alternativa c.
4. a) Não, ela é causada por alelos recessivos, já que não existem outros casos de
fenilcetonúria na família, mas os irmãos possuem a doença. Dessa forma, os pais do
casal são heterozigotos e normais. A frequência da doença na população não tem
relação com a dominância ou recessividade.
b) Os pais da criança podem ser heterozigotos e ambos podem passar o alelo
recessivo, tendo um filho doente.
5. a) Podemos obter plantas com frutos ovais ao cruzar os híbridos obtidos do
cruzamento das plantas puras homozigóticas.
b) Eles serão 25% das plantas obtidas no cruzamento dos híbridos.

Página 22 - PESQUISA INDIVIDUAL
Aconselhamento genético é um procedimento clínico muito útil no diagnóstico e no
acompanhamento de familiares de pessoas portadoras de doenças genéticas. Há uma
série de doenças genéticas, entre elas as denominadas síndromes cromossômicas como a
síndrome de Down (trissomia do cromossomo 21), Turner (monossomia do
cromossomo X) e Klinifelter (XXY). Além destas há as doenças cuja manifestação
depende de alterações em um único gene ou em poucos genes. É o caso, por exemplo,
das distrofias musculares, da fibrose cística e da hemofilia.
Há diversos profissionais envolvidos, entre eles psicólogos, geneticistas, biólogos e
médicos.
Os exames mais comuns são os exames de DNA e o cariótipo, além de outros
específicos para cada tipo de doença.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 - O PROCESSO MEIÓTICO

Página 23 - Para começo de conversa

1. Uma célula que sofre mitose produz duas células-filhas.
2. Quanto ao conteúdo genético, as células-filhas são idênticas entre si e com relação à
célula que lhes deu origem.
3. Em nosso organismo a mitose ocorre em células somáticas – células que formam
todos os tecidos diferenciados de nossos tecidos e órgãos.

Página 24 - PESQUISA INDIVIDUAL

1. Na mitose são produzidas duas células com o mesmo número de cromossomos da
célula original. Se este processo ocorresse na formação dos gametas, em cada
fecundação seriam produzidos indivíduos com o dobro de cromossomos de seus pais
e assim sucessivamente.
2. Nas espécies com reprodução sexuada, o número de cromossomos é mantido
constante, pois na formação dos gametas ocorre um processo de divisão que produz
células-filhas com a metade do número de cromossomos da célula original. Na
fecundação, é restaurado o número de cromossomos da espécie.
3. Esse processo é chamado de meiose e é um tipo de divisão celular no qual uma
célula diploide dá origem a quatro células haploides (gametas).
4. Os principais eventos que ocorrem no processo meiótico são: a duplicação dos
cromossomos; o emparelhamento dos cromossomos homólogos; permutação
cromossômica (crossing-over), a separação dos cromossomos homólogos e a
separação das cromátides-irmãs.
5. Na intérfase, que antecede a meiose, todo o material genético é duplicado. Por esta
razão, cada cromossomo passa a possuir duas cromátides (as cromátides-irmãs).
6. Cromossomos homólogos são aqueles que carregam genes equivalentes,
normalmente em pares, sendo herdados um de cada progenitor (um do pai e outro da
mãe). No início da primeira divisão da meiose, os cromossomos homólogos
posicionam-se lado a lado em todo o seu comprimento, ou seja, emparelham-se.
7. Em seguida, os homólogos separam-se e migram para polos opostos da célula,
originando duas células, cada uma delas com apenas um cromossomo de cada par de
homólogos. Nessa fase, apesar de cada cromossomo ser constituído de duas
cromátides-irmãs, as duas células formadas já são qualitativamente haploides, isto é,
apresentam apenas um representante de cada cromossomo.
8. Na segunda divisão da meiose, as cromátides-irmãs separam-se, migrando para polos
opostos, e são incluídas em células diferentes, de modo que, ao final da meiose, há a
formação de quatro células haploides ou gametas.
9. Imagem a seguir.

Página 28 - ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO

1. Cada rolinho de massa de modelar representa um cromossomo.
2. Os cromossomos que foram representados são homólogos e, portanto, portadores dos
alelos do mesmo gene. Após a duplicação, cada cromossomo passa a ser constituído
de duas cromátides idênticas (cromátides-irmãs).
3. Uma cromátide-irmã foi copiada da outra no momento da duplicação, portanto, se o
alelo presente em uma cromátide é A, a sua cromátide-irmã, copiada da cromátide
presente, terá também o alelo A.
4. Dois posicionamentos são possíveis: AA BB e aa bb ou AA bb e aaBB.
5. Na primeira divisão da meiose ocorre o emparelhamento dos cromossomos
homólogos e a migração dos homólogos para polos opostos, com a inclusão desses
em células diferentes. Na segunda divisão ocorre a separação das cromátides-irmãs
num processo semelhante à mitose.
6. Uma célula AaBb forma, ao final da meiose, somente dois tipos de gametas: AB e ab
ou Ab e aB, dependendo da posição relativa dos cromossomos portadores dos dois
genes.
7. De acordo com a segunda lei de Mendel, são produzidos quatro tipos de gametas:
AB, ab, Ab e aB.
8. Sim, pois várias células entram em meiose na formação dos gametas de um indivíduo
AaBb; enquanto algumas células formam gametas AB e ab, outras poderão formar
outros dois tipos de gametas Ab e aB. Assim, serão produzidos os quatro tipos de
gametas: AB, ab, Ab e aB.

Página 30 - LIÇÃO DE CASA

Aqui os alunos irão se deparar com uma situação na qual não há segregação
independente, pois os lócus gênicos G e F encontram-se no mesmo cromossomo.
Assim, eles devem verificar que não há duas possibilidades de alinhamento como
ocorreu na situação em sala de aula.

Página 30 - VOCÊ APRENDEU?

1. a) 50%
b) 50% normais para pigmentação e 50% albinos.
c) 25%
2. O cromossomo recém-originado que ainda está ligado ao seu irmão pelo centrômero.
3. Mitose = 46 cromossomos. Meiose = 23 cromossomos.
4. Alternativa a.
5. Alternativa b.

Página 31 - Aprendendo a Aprender

1. Distribuição aleatória dos cromossomos homólogos pelos gametas e recombinação
ou crossing-over.
2. O crossing-over é um mecanismo de recombinação entre cromossomos homólogos
possibilitando novos arranjos gênicos.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4 -A FAMÍLIA REAL

Página 32 - Para começo de conversa

Homem Homem ou mulher afetados
Irmãos de mesmos pais
Mulher Casal, homem e mulher normais
Pai, mãe e três filhos
Sexo indeterminado Casamento consanguíneo Gêmeos fraternos
Filiação Gêmeos monozigóticos
O heredograma da família Brasil seria semelhante ao apresentado a seguir.
Estudando a família Brasil
Características Fenótipos
João Maria Renata Pedro Paulo José Ana Camila Rafael Beatriz Carlos Ricardo
Óculos Sem Com Sem Sem com sem sem com sem sem com com
Sardas Com Sem Com Sem sem sem com sem com com sem com
Cabelo liso enrolado liso liso liso liso liso enrolado enrolado enrolado liso enrolado
3. • Usar óculos é uma característica recessiva em relação a não usar óculos, que é
dominante.
• Ter sardas é dominante sobre não ter sardas, que é recessiva.
• Cabelo enrolado é recessivo em relação a ter cabelo liso, que é dominante.

Página 34 - LIÇÃO DE CASA
1. Características Fenótipos
João Maria Renata Pedro Paulo José Ana Camila Rafael Beatriz Carlos Ricardo
Óculos Oo oo Oo Oo oo Oo Oo oo O_ Oo oo oo
Sardas Ss ss Ss ss ss ss Ss ss Ss S_ ss Ss
Cabelo E_ ee Ee Ee Ee Ee Ee ee ee ee E_ ee

Página 35 - ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO

Há diferentes respostas possíveis para este exercício. Quanto ao cabelo, os filhos só
podem ter cabelo encaracolado; com relação às sardas, podem ter (3/4) ou não ter (1/4).
Quanto aos óculos, podem vir a utilizar (1/2) ou não (1/2).
5. 50%. Não, continua 50%. Porque a proporção de gametas não se altera.
Nenhuma, pois Ricardo e Beatriz são homozigóticos para o tipo de cabelo e só
podem ter filhos com cabelos encaracolados. No entanto, a chance de nascer uma
criança com sardas seria de 75%.

Página 36 - VOCÊ APRENDEU?

1. Alternativa b.
2. Alternativa c.
3. a) Falso, pois casal de olho azul, recessivo, não pode ter filho de olhos castanhos
(dominante).
b) Afirmação verdadeira desde que um dos avós maternos também transmita o gene
recessivo para a mãe.
3. Alternativa d.
5. a) Aa x Aa
b) 25%

Página 38 - Aprendendo a Aprender

A segunda lei é aplicada quando analisamos a herança de duas características cujos
genes são de herança independente, ou seja, os lócus gênicos encontram-se em
cromossomos homólogos distintos.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5 - CERTO CROMOSSOMO X

Página 39 - Leitura e Análise de Texto
1. 1865 – Publicação dos trabalhos de Gregor Mendel.
1891 – Hermann Henking havia descrito o cromossomo extra em células que
sofriam meiose para formar espermatozoides de insetos.
1902 – Clarence E. McClung associa a herança de um cromossomo extra com a
determinação do sexo masculino em insetos.
1905 – Edmund Beecher Wilson e Nettie Maria Stevens publicaram,
respectivamente, os artigos “Os cromossomos em relação à determinação do sexo em
insetos” e “Estudos na espermatogênese com referência especial ao cromossomo
acessório”.
2005 – A revista britânica Nature, um dos mais importantes periódicos científicos
do mundo, trouxe dois artigos com os resultados do sequenciamento do cromossomo
X e a determinação de seu padrão de expressão gênica em homens e mulheres.
2. A teoria deveria servir para explicar a determinação do sexo de todos os seres vivos.
No entanto, esse exemplo mostra que a determinação do sexo pode ser ambiental e
não genética, como estava sendo proposto.
3. Por ser um corpúsculo estranho, desconhecido até então, ele recebeu o nome de “X”.
4. Henking não acreditava que o corpúsculo descrito fosse um cromossomo devido à
sua morfologia distinta, ao fato de não parear com outros cromossomos durante a
meiose e de estar presente em apenas metade dos espermatozoides resultantes.
5. São aves do sexo feminino.
6. São mamíferos do sexo feminino.
7. No ZW/ZZ, as fêmeas apresentam dois cromossomos sexuais distintos. No XY/XX,
são os machos que apresentam dois cromossomos sexuais distintos. O ZW/ZZ é
comum em aves e o XY/XX, em mamíferos.
8. O texto discute como é a determinação do sexo: genética (pela presença de
cromossomos específicos) ou ambiental (pela temperatura, por exemplo).

Página 41 - LIÇÃO DE CASA

Na espécie humana, o sexo masculino é heterogamético porque possui um par de
cromossomos sexuais no qual ambos são diferentes entre si. Dessa forma, os homens
produzem dois tipos de espermatozoides, um carregando cromossomo X e outro
produzindo cromossomos Y.
Por isso é o pai quem determina o sexo na espécie humana. De acordo com o tipo de
espermatozoide que fecundará o óvulo, irá se formar um embrião masculino ou
feminino.
Analisando o cariótipo
1. De uma mulher, pois apresenta dois cromossomos X.
2. 46 cromossomos.
3. O tamanho dos cromossomos, do maior para o menor, exceto os sexuais.
4. Um cromossomo veio do pai e o outro, da mãe.

Página 43 - Leitura e Análise de Texto

1. Não, a maior parte das mulheres apresenta dois alelos iguais para o vermelho
comum.
2. Sim, mas apenas uma versão desse alelo.
3. O alelo vermelho-laranja é uma variação do alelo que codifica para o pigmento
responsável pela absorção do vermelho. Essa variação origina-se por mutação, ou
seja, uma alteração no DNA.
4. A frase está incorreta, pois o texto afirma que 40% das mulheres apresentam um pigmento a mais que lhes permite distinguir melhor as cores na faixa do espectro que vai do vermelho ao laranja. Mulheres que não apresentam a mutação discutida no texto enxergam a cor laranja pela combinação da luz absorvida pelos três outros pigmentos que absorvem o verde, o azul e o vermelho.

Página 44 - Herança ligada ao sexo na família Brasil
1. Nenhuma, pois eles herdariam o cromossomo Y do pai. Os cromossomos X de cada
um deles seriam provenientes da mãe.
2. Da sua mãe.
3. Carlos – Nula, pois ele envia o cromossomo Y.
Beatriz – 100%, pois ele envia o cromossomo X. Para as filhas, obrigatoriamente.
4. Só se recebeu outro cromossomo X com esse alelo de sua mãe.
5. Pedro, Paulo, José, Rafael e Carlos. Apenas os homens descendentes de João, por
herdarem o cromossomo Y dos pais.

Página 46 - VOCÊ APRENDEU?
1. Alternativa c.
2. Alternativa d.
3. a) O pai, pois os homens podem produzir dois tipos de espermatozoides. Os espermatozoides portadores de X dão origem a meninas e os portadores de Y, a meninos. A mãe produz gametas iguais, portadores do cromossomo X.
b) O gene da hemofilia é ligado ao cromossomo X, que um homem herda de sua mãe. Filhos homens herdam do pai o cromossomo sexual Y.
4. a) A probabilidade de Pedro ter herdado do pai o gene para daltonismo é zero, porque ele recebe do pai o cromossomo Y. Para Ana é 100%, porque ela recebe o cromossomo X d do pai que é daltônico X dY .
b) O homem é daltônico quando apresenta o genótipo X dY . Sendo homozigota, a mulher daltônica possui genótipo X d X d .

sábado, 10 de outubro de 2009

Caderno do Aluno Biologia – Volume 2 - Das 26 á 54

Página 26

• Compartilhar o mesmo solo; nessa situação, o peso das plantas de ervilha reduziu
para 53% ou 57% do peso controle. Compartilhar apenas o recipiente para as parte
aéreas não reduziu muito o peso (90% do controle).
• Elas competem por algo presente no solo, provavelmente água ou algum nutriente
que é absorvido pelas raízes.

Página 27

SITUAÇÃO 3 - CRESCIMENTO POPULACIONAL E AMBIENTE
Para começo de conversa
Atenção, professor: as respostas a seguir são os valores corretos, mas inicialmente é
interessante ouvir as estimativas que os alunos farão. Isso lhe dará uma ideia de quais
são as noções que os estudantes já possuem sobre esse assunto.
1. Cerca de sete bilhões (7.000.000.000).
2. Cento e oitenta e oito milhões (188.000.000).
3. Cerca de um bilhão e seiscentos milhões (1.600.000.000).
4. A população do mundo está aumentando, principalmente nos países pobres. A
segunda parte da questão exige uma justificativa coerente com a resposta da primeira
parte.
5. Mundo
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
8000
1800 1850 1900 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2006
Anos - Número de habitantes (em milhões)
6 e 7. Respostas dependentes da produção dos alunos. Espera-se que os estudantes
discutam sobre a qualidade dos gráficos e sua capacidade de representar as mudanças que os alunos imaginam que aconteceram na população do mundo ao longo do
tempo.

Página 28 - Buscando dados
1. Comparando-os aos dados de alguma fonte de informação confiável.
2. Dados do IBGE para o Brasil e dados da ONU para o mundo; dados dos governos
dos países; consultas na internet em sites que se possa confiar; almanaques; anuários
estatísticos. O importante aqui é que os alunos pensem sobre a qualidade e
confiabilidade da informação que buscam.
3. Sim, pois são provenientes de órgãos oficiais confiáveis, que contam com pessoal
especializado para obter esses dados e organizá-los.
4. Os gráficos produzidos deverão ser semelhantes aos seguintes:
Gráfico da população mundial em milhões de habitantes
Mundo
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
8000
1800 1850 1900 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2006
Anos Número de habitantes (em milhões)
Gráfico da População brasileira em milhões de habitantes Brasil
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
1800 1850 1900 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2006
Anos Número de habitantes ( em milhões)
Página 30 - Leitura e Análise de Gráfico

1. Respostas dependentes da produção dos alunos.
2. As duas populações aumentaram.
3. Sim, as duas aumentaram mais ou menos no mesmo ritmo, como mostra o aumento
progressivo das barras ao longo do tempo.
4. As duas populações provavelmente aumentarão em 2010; o número de habitantes
vem aumentando nos últimos anos e não há sinal de que ele vá diminuir em 2010.
5. Sim. As duas populações aumentaram mais em tamanho de 1950 a 2000 que nos
períodos anteriores.
6. Mundo: 1900-1950: 1,5 vezes; 1950-2000: 3,0 vezes.
Brasil: 1900-1950: 2,4 vezes; 1950-2000: 3,3 vezes.
Esses cálculos confirmam a resposta da questão 5 e mostram que proporcionalmente
o Brasil cresceu mais que o resto do mundo nos dois períodos.
7. Resposta pessoal, mas espera-se que os alunos lembrem-se da produção de lixo, do desmatamento, da poluição... Essas questões serão tratadas mais detalhadamente
daqui para frente.
8. Resposta dependente da produção de cada estudante. Espera-se que os alunos tenham modificado suas percepções acerca do tamanho da população mundial (e do Brasil), bem como do seu ritmo de crescimento.
Crescimento populacional e desmatamento

Página 33
1. Espera-se que os alunos notem a perda de área ocupada pela vegetação natural da
Mata Atlântica.
2. Provavelmente, os alunos responderão que essa perda foi provocada pelo aumento da população e pela urbanização.

Página 34 - Aprendendo a Aprender

Exemplo: a retirada da madeira contribuiu para o desmatamento e, portanto, para a
redução da área da floresta.
1. As plantações de cana foram organizadas em áreas antes ocupadas pela Mata
Atlântica, contribuindo para a redução das áreas florestadas. A madeira usada nos
engenhos também veio da floresta.
2. A entrada dos bandeirantes no interior, a formação das primeiras estradas, a fundação de novas cidades e o estabelecimento de fazendas acabaram reduzindo a área de mata nativa.
3. O aumento das populações das cidades litorâneas fez com que novas áreas de Mata
Atlântica, que estava presente em quase todo o litoral do Brasil, fossem desmatadas
para a construção de casas e sítios.
4. As plantações de café se estabeleceram em áreas originalmente ocupadas pela Mata Atlântica, principalmente nos estados do Rio e São Paulo. O Vale do Rio Paraíba foi
uma área inteiramente devastada nesse período, para dar lugar a grandes cafezais.
5. O Espírito Santo era quase inteiramente ocupado por Mata Atlântica. A extração de
madeira para a produção de papel reduziu a área de floresta no estado.
6. A fundação de indústrias em áreas de Mata Atlântica contribuiu duplamente para a
devastação da floresta: primeiro, porque os terrenos precisaram ser desmatados para
a montagem das fábricas e das cidades onde viviam os operários; depois, porque se
queimavam as árvores da própria floresta para produzir energia para as fábricas. Por
último, a poluição vinda das fábricas também contribuiu para destruir a floresta.
7. A migração maciça para a região de São Paulo forçou enormes áreas da periferia da
cidade a serem desmatadas para o estabelecimento de novos bairros e estradas. A
área original de florestas nessa região foi drasticamente reduzida.
8. A retirada de árvores para produzir carvão contribuiu para a redução das áreas de
Mata Atlântica. Vale ressaltar que o número de indústrias que utilizavam carvão era
muito grande em 1989.
9. O plantio de eucalipto, principalmente no interior de São Paulo e do Paraná, ocupou áreas imensas de Mata Atlântica, retirando a cobertura vegetal que existia antes.
10. O estabelecimento de hidrelétricas reduz a área de mata porque é preciso construir reservatórios enormes para o armazenamento de água. Esses reservatórios inundam áreas onde antes havia floresta.
Página 36 - Juntando os dados
Resposta pessoal, mas espera-se que mencionem a ocupação do leste do Brasil
por cidades, indústrias e plantações, e que isso causou o desmatamento das áreas
onde antes havia florestas nativas.
Página 37 - ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO

1. Resposta pessoal. Pode ser que os alunos imaginem que acontece indigestão porque os peixes ingerem comida em excesso. Também podem imaginar que a comida apodrece e os peixes se intoxicam com ela.
2. Resposta pessoal, mas é preciso que o teste faça algum sentido. É possível que
alguns alunos antecipem, em certa medida, o que será feito no experimento.
3. Resposta pessoal, que será importante para a discussão do experimento.
Procedimentos:
1. Recipiente Cor inicial - Cor após 24h ------ Cor após agitar
1 Azul Azul ----------------2 Azul Incolor ------ 3 Azul Incolor Azul
2. O copo 1 permanece com a mesma tonalidade de azul do início ao fim das
observações. O copo 2 perde o azulado gradativamente até não percebermos mais
essa cor, o que fica bem nítido após 24 horas. Quando se agita a água, ao mudar de
um copo para o outro, a mistura volta a ter a cor azulada para perdê-la outra vez
após um tempo, e assim sucessivamente. Também podem notar que a mistura
começa a ter um cheiro desagradável depois de uns dois dias. É muito provável que
aconteça o que está descrito acima, mas o resultado de todo experimento pode ser
influenciado por algum fator desconhecido, que não deve ser excluído, mas
considerado.
3. O “copo controle” serve para a comparação da tonalidade de azul, mantendo as
condições iniciais, sem a variável que queremos investigar (influência das migalhas
de pão na quantidade de oxigênio dissolvido).
4. A resposta pode variar, porém espera-se que digam ser possível a substituição por
outro material que também contenha matéria orgânica (restos de plantas, pedaço de
carne, um inseto morto etc.), que possa ser decomposta na água pelos microorganismos.
5. A água de 2 e 3 mudou de cor porque a matéria orgânica causou o desaparecimento do oxigênio. Na ausência de oxigênio, o azul de metileno torna-se incolor.
6. Bactérias e outros seres microscópicos.
7. Ao agitar o recipiente, o oxigênio é dissolvido na água e o corante volta a ter a cor azul.
8. a) A quantidade de oxigênio deverá diminuir.
b) Os peixes deverão morrer devido à falta de oxigênio.
c) As aves deverão morrer devido à falta de peixes.
9. Resposta depende do que o aluno escreveu anteriormente, mas deverá ser coerente com os resultados do experimento.
10. Resposta depende do que o aluno escreveu anteriormente, mas espera-se que os
estudantes refiram-se à falta de oxigênio para os peixes.
11. O esgoto pode ter causado a morte de espécies aquáticas devido à redução nos
níveis de oxigênio dissolvido.

Página 42 - LIÇÃO DE CASA
2. Resposta pessoal. Espera-se que levantem causas específicas das localidades onde
vivem.
3. Provavelmente sim, mas a resposta será específica para cada escola. O desmatamento
é mais difícil de perceber em regiões muito urbanizadas, como a Grande São Paulo,
mas mesmo nessas regiões há áreas que estão sendo desmatadas (ex.: mananciais ao
redor das represas).
4. Resposta pessoal. Ela será importante para revelar se os alunos acham que as florestas
devam ser preservadas. Vale ressaltar que nem sempre a preservação da natureza é o
mais importante: imagine, por exemplo, uma região carente de luz elétrica que
necessita de uma usina.
Página 43 - VOCÊ APRENDEU?

1. A linha laranja representa a concentração de oxigênio; e a verde, a quantidade de
bactérias.
2. A concentração de oxigênio é alta e a quantidade de bactérias é baixa.
3. A concentração de oxigênio é baixa e a quantidade de bactérias é alta.
4. A concentração de oxigênio é relativamente mais baixa e a quantidade de bactérias é relativamente mais alta (em comparação com a região antes do lançamento do
esgoto).
5. Sim. O experimento mostrou que, na presença de matéria orgânica, a quantidade de oxigênio na água é reduzida, o que provavelmente foi causado por bactérias. O
gráfico mostra algo parecido, mas em vez de migalhas, há esgoto.
6. Porque sem oxigênio dissolvido na água, os animais não podem respirar e morrem
asfixiados. Dependendo da quantidade de esgoto lançada, todos os peixes podem
morrer, mas existem espécies que são menos tolerantes à falta de oxigênio que
outras.
7. Alternativa c.
8. Na região Sudeste, as principais causas de desmatamento durante o século 20 foram:
o intenso crescimento populacional, que causou aumento no tamanho das cidades,
abertura de novas estradas e necessidade de mais alimentos; o desenvolvimento
industrial, que causou desmatamento para a instalação das indústrias, que
inicialmente usavam madeira para gerar energia; e o desenvolvimento da agricultura
e pecuária, que ocupou áreas muito maiores nesse século.
Na região Nordeste, nos séculos 16 a 19, o extrativismo do pau-brasil e de madeiras
em geral causou desmatamento. Posteriormente, o desenvolvimento das cidades e a
instalação dos plantios de cana-de-açúcar em larga escala causaram grande
devastação.

Página 46
SITUAÇÃO 4 - CADEIA ALIMENTAR, CICLO DE CARBONO E OS SERES
HUMANOS

Para começo de conversa
1. Resposta pessoal, mas espera-se que os estudantes lembrem-se dos “restos” que
deixamos no nosso dia a dia: restos de comida em uma refeição, embalagens, lixo,
restos de materiais que sobraram de um trabalho na escola etc.
Página 46 - Leitura e Análise de Texto
1 e 2. Resposta dependente do cotidiano de cada aluno. Espera-se que acrescentem
dados relativos à emissão de carbono e gastos de energia na questão 2. O título
dado à lista de “restos” deverá ser coerente com o conteúdo da lista.
Página 48 - Leitura e Análise de Texto

1. Fitoplâncton e vegetais aquáticos → peixes herbívoros → peixes carnívoros→
mergulhão. Alertamos sobre a possibilidade dos alunos serem influenciados pelas
setas vermelhas da ilustração que indica o caminho do DDT e cometerem erro no
início da cadeia. A água não faz parte da cadeia alimentar.
2. A quantidade de DDT aumenta a cada nível trófico. A resposta está na tabela
“Bioacumulação de DDT”.
3. O DDT.
4. A quantidade de DDT no corpo dos peixes herbívoros não é suficiente para matá-los, mas ela se acumula na cadeia alimentar e acaba envenenando os mergulhões.
5. O ser humano se incluiria como predador dos peixes (ou até das aves). Nesse caso,
ele também corre risco de envenenamento.
6. Resposta pessoal. Essa é uma provocação para que os alunos reflitam sobre os
“restos” que deixamos, conscientizando-os de que nossa influência no ambiente vai
muito além dos limites da cidade em que vivemos.
Página 51 - PESQUISA INDIVIDUAL
2. A respiração de todos os seres vivos, incluindo as plantas, libera gás carbônico para a atmosfera. A fotossíntese realizada durante o dia pelos organismos clorofilados
(como as plantas e algas) retira gás carbônico da atmosfera. Além disso, o carbono
passa de um organismo para o outro na cadeia alimentar (ex.: insetos que comem
uma planta retiram dela o carbono que formará os corpos deles). A fossilização é um
processo que mantém o carbono que foi capturado da atmosfera nos seres vivos
armazenado no interior de rochas.
Outros processos que causam a circulação de carbono independem de seres vivos,
tais como a erupção de vulcões (que libera gás carbônico para a atmosfera), as trocas
entre oceanos e o ar, além da incorporação de gás carbônico em rochas.
3. Queima de combustíveis fósseis (carvão e petróleo) na indústria e transportes,
queimadas de florestas e desmatamentos intensivos liberam gás carbônico na
atmosfera.
4. Queimar florestas não só libera o carbono das árvores no ar como mata os
organismos que estavam retirando esse carbono do ar; daí a expressão “o prejuízo é
duplo”.
5. A liberação de gás carbônico pela queima do petróleo é compensada pela fotossíntese das novas árvores plantadas.
6. Resposta pessoal. Espera-se que os alunos mencionem redução do consumo de
combustíveis fósseis e das queimadas.
7. O gás carbônico é um dos gases que causam o efeito estufa, que é o fenômeno de
retenção de calor solar (raios infravermelhos) pela atmosfera da Terra. O efeito
estufa foi e é fundamental para a manutenção da vida, mas ele está se intensificando
pelo recente aumento na quantidade de gás carbônico na atmosfera. Isso está causando um aumento de toda a temperatura da Terra, um fenômeno que tem sido
chamado de “aquecimento global”.
8. Derretimento das calotas polares, aumento do nível do mar, inundações em cidades litorâneas, mudanças climáticas (regime de ventos, de chuvas, de temperaturas médias), extinção de espécies. Nesta questão, recomenda-se que você solicite que os estudantes exponham suas respostas, para que todos conheçam o maior número de consequências possível.

Página 53 - VOCÊ APRENDEU?
Essa atividade envolve a redação de um texto dissertativo. Espera-se que os
estudantes sejam capazes de seguir as orientações contidas no caderno do aluno e que elaborem textos com argumentos coerentes. Espera-se também que tenham um bom desempenho do ponto de vista do uso do português (ortografia, concordância etc.).
Todos esses aspectos podem e devem ser avaliados pelo professor, seguindo os critérios de avaliação propostos no próprio Caderno do Aluno.
Caso os alunos não atinjam um desempenho satisfatório, é altamente recomendável
que passem o texto a limpo. Para que essa “passagem a limpo” tenha sucesso, é preciso que os erros estejam claramente apontados pelo professor. Isso demanda uma atenção especial do professor para a correção. A capacidade dos alunos em refazer o texto com as marcas de correção é outro aspecto que também pode e deve ser avaliado.
Página 54 - LIÇÃO DE CASA
Esta atividade envolve a correção dos textos dos alunos pelos próprios alunos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Aulas Normais, porém...

Semana do Saco Cheio 2009, é a semana que abrange os dias 10/10 e o dia 18/10/2009.
Boa parte dos estudantes costuma "matar" essa semana emendando um feriado com o outro para viajar com os pais ou com o pessoal da formatura.

Costuma ter aulas normalmente, porém as escolas não costumam marcar provas importantes nesse período.


SAIBA MAIS...


"Semana do saco cheio" divide opinião de docentes

Em outubro, quando bate o cansaço, o Dia das Crianças -feriado de Nossa Senhora Aparecida- é um dos mais esperados pelos vestibulandos.

Logo em seguida há o Dia do Professor e a oportunidade de emendar tudo, criando o período conhecido como "Semana do Saco Cheio".

O professor Nicolau Marmo, coordenador-geral do Anglo, afirma ser o criador dessa semana.

"Lá pelo ano de 1982 é que a idéia surgiu. Foi uma coisa que partiu dos alunos, cansadíssimos nessa época do segundo semestre", diz. "Até para os professores é bom dar uma parada.

" No cursinho, os estudantes aproveitam o tempo para fazer simulados e sair da rotina das aulas.

Mas o famoso descanso não é unanimidade entre os professores.

Folha de S.Paulo 27/09/2005 - 11h30