sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Nube seleciona candidatos para 2.437 vagas de estágio


Há oportunidades para estudantes do ensino médio, técnico e superior.
Valores da bolsa-auxílio variam de R$ 347,20 a R$ 1.300,00.

Foto: Rede Globo/Reprodução Nube abre vagas para estágio (Foto: Rede Globo/Reprodução)O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está selecionando candidatos para 2.437 vagas de estágio em todo o país. Há oportunidades para estudantes do ensino médio, técnico e superior, período matutino e noturno. As bolsas variam de R$ 347,20 a R$ 1.300,00.

Os interessados em concorrer às vagas devem cadastrar-se gratuitamente no site www.nube.com.br.

Algumas das vagas são para estudantes de administração - comércio exterior, administração de empresas, administração mercadológica, análise de sistemas, arquitetura e urbanismo, ciências contábeis, comércio exterior, desenho industrial, design gráfico, direito, economia, enfermagem, engenharia de controle e automação, engenharia, engenharia civil, engenharia de gestão, engenharia de produção, engenharia de produção civil, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, ensino médio, letras, propaganda e marketing, publicidade e propaganda, técnico de contabilidade, técnico de edificações, técnico em eletroeletrônica, técnico em gestão empresarial, técnico em marketing, técnico em vendas, tecnologia em informática e turismo.

Outras oportunidades podem ser consultadas diretamente no site www.nube.com.br, acessando o campo "Vagas de Estágio".

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1436770-9654,00-NUBE+SELECIONA+CANDIDATOS+PARA+VAGAS+DE+ESTAGIO.html

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Época da Dengue!


A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Fonte: http://www.combateadengue.com.br

Bye bye cometa


Ano novo, vida nova! Não para este pobre cometa. O ano nem bem começou, mas essa bola de gelo sujo nem chegou a ver o dia de Reis.

O pobre cometa tem uma história interessante. Foi descoberto em 2 de janeiro (sábado passado) pelo astrônomo amador Alan Watson, na Austrália, que inspecionava imagens da sonda Stereo, obtidas dia 30 de dezembro de 2009. O curioso é que para nós ele “durou” apenas um dia (não deu tempo nem de batizá-lo), mas ele tem pelo menos 2.000 anos de idade.

A história é a seguinte, no Século 19 um astrônomo alemão chamado Kreutz postulou que há dois mil anos um gigantesco cometa havia se fragmentado e formado uma imensa família de destroços. Ano após ano, esses fragmentos foram se dissipando, separando-se de modo que todos os dias vários deles mergulham no Sol. A maioria dos fragmentos é muito pequena para ser detectada, mas vez por outra um grande pedaço pode ser avistado.

Isso é o que pode ser visto na sequência de imagens acima, obtidas pelo SOHO – recordista de descobrimentos de cometas – em um período de 7 horas. O disco escuro é um anteparo (chamado coronógrafo) que tem por finalidade ocultar o briho do Sol. O círculo branco nesse disco representa o próprio disco solar. Atenuando o brilho do Sol, é possível observar detalhes do seu vento, que são esses “véus” partindo do centro.

De quebra, é possível observar cometas que passam perto do Sol. Alguns passam por trás do disco e “ressurgem” algum tempo depois, mas a maioria não volta mais. É o caso desse pobre cometa, identificado apenas como membro da família de Kreutz, em homenagem ao astrônomo que estudou o grupo.

Fonte: Cássio Barbosa - 07/01/2010 http://colunas.g1.com.br/observatoriog1/

Pensar na prevenção dos comportamentos de risco dos adolescentes no Verão


Verão é sinônimo de sol, calor, praia, férias, tempo livre, festas, raves, saídas à noite, paixões…

A Adolescência, por ser uma fase de crescimento e desenvolvimento, é um período de grande vulnerabilidade. Para os adolescentes, o futuro é o agora e o presente para sempre, sendo o tempo uma variável ilógica entre o poder e a escolha. Talvez por isso se aventurem ao máximo em cada experiência que vivenciam.

Ao adolescente está inerente o conceito de risco que hoje se estende para variáveis sociais e de comportamento. Paralelamente, surge o conceito de fator protetor, utilizado como mecanismo de prevenção, mas que pode também visar qualidade de vida.

A adolescência é uma fase de experimentação de vários comportamentos. É o período em que a ex-criança começa a assumir o controle da sua vida social: é ele (a) que escolhe para onde vai, com quem, adquirindo, inclusive, maior autonomia para se deslocar fisicamente. Os pais passam a ser mais espectadores e não mais parte ativa necessária para programar o lazer das crianças. Assim, o jovem experimenta novos contactos sociais, novas actividades de lazer e está mais propenso ao convívio com os amigos, muitas vezes adaptando comportamentos de risco, pela pressão exercida por estes ou por simples curiosidade.

Como já foi referido, a curiosidade natural do adolescente impulsiona-o a experimentar novas sensações e prazeres, em função da realização a curto prazo, e o álcool e a droga proporcionam-lhe isso. A “cultura rave” vem ampliando a oferta e o uso de algumas drogas bem como o consumo de álcool. Em algumas raves, por vezes, o acesso à droga é fácil, o que torna possível ao jovem satisfazer este tipo de curiosidade. Por vezes, a ingestão destas substâncias compromete o juízo crítico do jovem, levando-o muitas vezes a adaptar comportamentos de risco, tais como práticas sexuais desprotegidas que, num estado sóbrio, provavelmente não os adaptaria.

As práticas sexuais e o consumo de substâncias são identificados como fontes potenciais de risco, constituindo os adolescentes o grupo etário com maior susceptibilidade de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Como é do conhecimento geral, o uso do preservativo constitui o método mais eficaz para prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Note-se que estas doenças, numa fase inicial, são maioritariamente assintomáticas, ou seja, um indivíduo pode ser portador sem ter conhecimento, o que aumenta ainda mais o risco do contágio, de forma inconciente. Um dos problemas para a saúde dos jovens é a SIDA. A transmissão do HIV faz-se por via sexual e os adolescentes necessitam ser esclarecidos de que o vírus não está mais circunscrito aos chamados grupos de risco, mas envolve todos, independentemente da classe social, raça, sexo, idade, crença religiosa, desde que não se protejam nas suas relações sexuais. É muito comum os adolescentes pensarem que “nunca vai acontecer” e que estão imunes a qualquer perigo.

Assim, cabe à família, professores/educadores e sociedade em geral profissionais de saúde, educar para uma sexualidade saudável. Suportados pelo apoio da enfermagem os adolescentes poderão ser alertados para os perigos das relações sexuais desprotegidas, canalizando esforços no sentido da prevenção, com ênfase no sexo seguro ou, quando isto não parece possível, na a prevenção do sexo casual com múltiplos parceiros (tão comum na adolescência) e na promoção do uso de preservativos, com a premissa de que a sexualidade é um dos aspectos mais importantes da adolescência, uma vez que é nesta fase da vida do ser humano que a identidade sexual se forma.

Por outro lado, é importante também educar para os malefícios do abuso de substâncias, pois para muitos autores a pedra angular reside na educação para a saúde. Se os adolescentes compreenderem o que é o consumo excessivo do álcool e outras drogas e os riscos que estes implicam, estarão mais preparados para aceitar medidas restritivas.

Fonte: http://www.ordemenfermeiros.pt/index.php?page=72&view=news:Print&id=1030&print=1 Carolina Ferreira Pereira de Oliveira - Mestre em Ciências de Enfermagem

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pés bonitos e saudáveis no verão


O verão é a estação do sol, das águas e do corpo à mostra, principalmente os pés, que até por isso ficam mais sujeitos a micoses, fissuras e ressecamentos devido ao contato com umidade, areia quente, terrenos irregulares e mesmo o uso de chinelos e sandálias tipo rasteirinha. Para que resistam a tanta agressão os pés exigem cuidados e muita hidratação, que deve ser feita por um especialista em podologia e depois seguida em casa.

"Calosidades, unhas encravadas, ressecamentos, fissuras e micoses são alguns dos problemas que oito em cada dez brasileiros apresentam nos pés, principalmente nesta época do ano", explica Marcos Alexandre, professor e podólogo.

Veja o que ele recomenda para cada um dos problemas citados:

Ressecamentos - A hidratação com parafina quente, embora mais adequada no inverno, deve ser realizada também no verão, como preparo da pele para os efeitos do calor e para uma rotina de hidratação a ser feita em casa. Serve para tratar e prevenir fissuras, ressecamento e micoses. O procedimento completo envolve higienização, hidratação das unhas, aplicação da parafina, descanso com bota térmica e massagem final. A única contra-indicação é para pessoas diabéticas, que só podem fazer a hidratação com parafina fria.

Fissuras - Popularmente conhecidas como rachaduras, há casos leves e mais fáceis de serem tratados, e os tipos mais severos, que podem levar à dor e ao sangramento. Em geral, são provocadas pela falta de hidratação, mas há lesões causadas por patologias como diabetes, hipertensão, obesidade, cardiopatias diversas ou problemas vasculares. "Nesses casos, nenhum tratamento terá efeito sem acompanhamento médico", alerta. Para tratar as fissuras, o podólogo indica o aumento do consumo de água e da hidratação externa dos pés, com cremes adequados, além da hidratação profunda à base de parafina, como primeira providência, sempre feita por um especialista. O paciente deve prosseguir o tratamento em casa, evitando lixar os pés, principalmente se a fissura sangrar com facilidade. "Só o podólogo sabe a intensidade que pode dar ao lixamento a fim de não romper mais tecidos, agravando o caso. Enquanto existir a fissura, evite o uso de chinelos e rasteirinhas e opte por sapatos fechados", recomenda.

Micoses - Caracterizada por coceira entre os dedos, bolinhas na pele, ardor ou, no caso das unhas, manchas brancas ou amareladas e até escamação e queda, a micose demanda um tratamento mais longo. Para evitar seu aparecimento, aconselha secar bem os pés, principalmente entre os dedos, o que é recomendado também para a Tinea Pedis, conhecida popularmente por frieira (descamações da pele causadas por fungos). E lembra: "Ao usar sapatos fechados, prefira meias de algodão e troque diariamente de calçados e meias".


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Cuidados cotidianos básicos

. Ambientes como praia, piscinas, saunas, banheiros coletivos e todos os locais em que haja umidade, calor e pessoas descalças exigem maior atenção de quem os freqüenta. O indicado é usar chinelos de borracha o maior tempo possível à beira da piscina e em banheiros coletivos. Habitue-se a tomar banho com eles, retirando-os somente para lavar os pés (aproveite para lavar os chinelos nesse momento).

. Após voltar da praia, lave bem os pés. Use uma escova de cerdas longas e macias para fazer a assepsia das unhas, limpando as laterais no sentido do tornozelo para a ponta. Cada cantinho e debaixo das unhas deve ser cuidadosamente limpo.

. Use um desodorante ou talco para os pés com bactericida e fungicida (quem transpira excessivamente deve preferir o desodorante ao talco, para evitar resíduos em ambiente úmido).

. Use meias de algodão, que absorvem o suor. Sob meias finas, as mulheres devem usar meias do tipo sapatilha, de algodão, bem pequenas e discretas, para absorver o suor dos pés.

. Se a prevenção não foi suficiente e você pegou micose, é preciso procurar tratamento o mais rápido possível para evitar que piore e abra caminho para outras doenças. Só o médico poderá receitar um medicamento eficiente que ajudará a combater o problema.

. O podólogo fará o controle por meio do uso de produtos tópicos, corte correto das unhas, limpeza com bisturis, brocas e outros instrumentos adequados, além de orientar o cliente quanto ao tratamento a ser realizado em casa.

Texto adaptado por Marcos Cesar Alexandre
Fonte: http://www.jornaldaorla.com.br/noticias

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ponto G "não existe", dizem cientistas britânicos


Um estudo do King's College, de Londres, concluiu que o chamado ponto G – uma suposta zona erógena que, quando estimulada, provocaria elevados níveis de excitação sexual e orgasmos – pode não existir.

Depois de analisar 1.804 mulheres, o estudo não encontrou provas da existência do ponto G, supostamente um aglomerado de terminações nervosas localizado próximo ao clitóris, descrito pela primeira vez pelo cientista alemão Ernst Gräfenberg em 1950.

Os cientistas acreditam que o ponto G pode ser fruto da imaginação de mulheres, estimulada por revistas e terapias sexuais.

A pesquisa foi feita com base nas repostas dadas por mulheres, de idades de 23 a 83 anos, a um questionário. Todas elas eram gêmeas idênticas ou não idênticas – as gêmeas idênticas têm, exatamente, a mesma configuração genética, enquanto as não idênticas têm 50% dos genes em comum.

Das 56% mulheres entrevistadas que declararam ter o ponto G, a maioria era mais jovem e sexualmente mais ativa do que a média. As gêmeas idênticas demonstraram maior tendência a ter uma resposta afirmativa do que as não-idênticas.

Mas os pesquisadores esperavam que, no caso de uma das mulheres relatar ter o ponto G, a probabilidade de sua irmã ter a mesma resposta seria mais alta, mas a tendência não foi observada, sugerindo que o ponto G pode ser apenas um mito.

“Esse é de longe o maior estudo já realizado sobre o assunto e mostra, de forma conclusiva, que a ideia do ponto G é subjetiva", afirma Tim Spector, professor de epidemiologia genética e co-autor do estudo.

Andrea Burri, que liderou a pesquisa, disse que o resultado pode ajudar mulheres e homens que sofrem por se sentir inadequados por não encontrar a procurada zona erógena.

“Chega a ser irresponsável afirmar a existência de uma entidade que nunca foi comprovada e pressionar mulheres – e homens também”, disse ela.

Mas o estudo foi considerado "falho" por outra autoridade no assunto, a sexóloga Beverley Whipple, que ajudou a popularizar o conceito do ponto G nos anos 70 graças a varios livros e a uma pesquisa tida como pioneira.

Para Whipple, o “o maior problema com essas conclusões é que gêmeas, normalmente, não têm o mesmo parceiro sexual” estudo britânico não levou em consideração a opinião lésbicas e bissexuais ao analisar os efeitos de diferentes técnicas sexuais.

Os resultados do estudo devem ser publicados nesta semana na revista especializada The Journal of Sexual Medicine.

Fonte: 04/01/2010 - BBC Brasil