segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Segundo turno é bom até para Dilma

Por Gilberto Dimenstein

A oposição tentou pregar em Dilma a imagem de um boneco ventríloquo de Lula. Se ela for eleita, podem apostar que, apesar de estar atenta ao ex-presidente (até por falta de opção), vai tentar imprimir marcar própria, afinal tem um temperamento forte. Mas a verdade é que ela é uma opção pessoal do presidente e as pessoas têm uma sensação (correta) de que a conhecem pouco.

Por isso, o segundo turno é bom para todos. E também para Dilma.

Num país com baixa formação política e deficiências educacionais (vejam a vitória de Tiririca), o segundo turno é uma chance de expor com mais detalhamento as ideias, aumentar os confrontos, extrair mais tendências, expor fragilidades --e, claro, fortalezas. Fica menos fácil se esconder nas regras que engessam tanto os debates, impedindo o confronto.

Ganha o eleitor com a maior transparência. Ganha o candidato que, eleito com mais apoios, chega ao poder com maior legitimidade.

Robert Edwards, pai da fecundação in vitro ganha o prêmio Nobel de Medicina em 2010.

Foto de maio de 2005 mostra o britânico Robert Edwards, 85, pioneiro da fecundação in vitro.

Ele ganhou o prêmio Nobel de Medicina em 2010, anunciado nesta segunda-feira, mais de 30 anos depois do nascimento do primeiro bebê de proveta.
Devido à saúde frágil, o cientista não teve condições de comentar o prêmio.

Votações com tendência de alta para Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) levaram a eleição presidencial de 2010 ao segundo turno.

Já Dilma Rousseff (PT) manteve sua trajetória de perda de apoio das últimas semanas. De franca favorita até meados de setembro, terá de enfrentar Serra no próximo dia 31 de outubro.

O resultado de ontem repete o padrão das eleições presidenciais desde 1994.


Desde então, os melhores colocados ou vencedores no primeiro turno tiveram pouco menos ou pouco mais de 50% dos votos válidos.


O resultado das urnas também seguiu e reforçou a tendência captada pelas últimas pesquisas eleitorais realizadas pelo Datafolha.

Elas começaram a sinalizar a partir de terça passada a probabilidade de haver uma nova rodada eleitoral.

As pesquisas captaram três tendências principais, confirmadas pelos resultados da votação de ontem:

1) O desembarque de parcela expressiva do eleitorado da candidatura Dilma, especialmente entre os eleitores da chamada nova classe C (com renda mensal entre R$ 1.020 e R$ 2.550) e entre os menos escolarizados;

2) Uma "onda verde" a favor de Marina nessa mesma classe C, com tendência de crescimento no Sul, Sudeste e Nordeste; e um apoio inédito do eleitorado feminino na reta final da campanha;

3) Um movimento de recuperação das intenções de voto de Serra em sua base eleitoral, São Paulo (maior colégio eleitoral do país, com 30,3 milhões de eleitores); e sua vitória no "arco do agronegócio", que compreende Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.

Entre esses fatores, pesaram mais a arrancada de Marina e a queda de Dilma. Em dez dias, a candidata do PV cresceu 5,5 pontos percentuais, considerando os votos válidos; Dilma recuou 7. Serra subiu 1,7 ponto.

Assim, ganha relevância no segundo turno o espólio eleitoral da candidata do PV e seu posicionamento em favor ou não de PSDB ou PT.

Após a contagem dos votos, Marina quase conseguiu dobrar o total de sufrágios válidos que tinha projetados no início do ano em relação aos que efetivamente conquistou no primeiro turno.

Segundo projeção do Datafolha realizada na semana passada, 51% dos eleitores de Marina migrariam para a candidatura Serra em um eventual segundo turno.

Dilma receberia o apoio de 31%. Outros 15% dizem que votariam em branco ou anulariam o voto.


E 3% responderam ainda não ter decidido o que fazer em uma eventual segunda rodada eleitoral.
Segundo projeções do Datafolha feitas antes da votação de ontem, Dilma teria 53% das intenções de voto no segundo turno. Serra, 39%.

Mantida a migração de votos de Marina no dia 31 de outubro para os dois candidatos projetada pelo Datafolha, do total de votos de Dilma, 8% viriam dos eleitores da candidata do PV. No caso de Serra, seriam 18%.

A imposição de um segundo turno para Dilma pelos eleitores começou a ganhar corpo a partir da segunda quinzena de setembro.

A então favorita nesta eleição passou a cair nas pesquisas por conta dos escândalos envolvendo a quebra de sigilos fiscais de tucanos e a queda de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra.

Entre a eclosão dos escândalos e a véspera da eleição, Dilma perdeu seis pontos junto aos eleitores com renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos.

Cerca de 36% dos eleitores pertencem a essa faixa de renda, que agrupa a nova classe C brasileira.

Ironicamente, o mesmo eleitorado que progrediu economicamente no governo Lula obrigará Dilma a se submeter a nova votação.

Eleito, Alckmin diz que defenderá formação profissional... ficaremos de olho!!

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, eleito para mais um mandato, a partir de 2011, apresentou nesta manhã de segunda-feira, no programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, as principais ações que pretende executar, assim que voltar ao Palácio dos Bandeirantes.

Ele disse que vai criar o programa 'Via rápida para o emprego', com cursos rápidos, voltados ao mercado de trabalho. 'São Paulo cresce mais que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, deve crescer quase 8% do PIB este ano e há muita gente desempregada e muita vaga que não é preenchida por falta de qualificação', afirmou.

Disse ainda que pretende investir, também em trens e metrô e no combate às enchentes na região metropolitana.

É agora ou volta pra fazer de novo o ano que vem...


O 4º bimestre está iniciando e você não pode

deixar de correr atrás dos seus objetivos e

estudar para passar de ano letivo.


Estudem, pois 1 ano é muito desperdício!!


Abraços do Prof. Marcos Alexandre

sábado, 2 de outubro de 2010

10 conselhos para conscientização política


1. Não seja tutelado

Não permita que as pessoas resolvam as coisas por você, por mais que o problema seja chato de enfrentar.

Não finja que acredita em nada do que não acredita, não deixe que lhe imponham uma opinião que você está vendo que não pode ser sua.
2. Não seja colonizado

Tenha orgulho de sua herança, não seja subserviente com o estrangeiro, não se ache inferior. Coma o que gostar, fale como gostar, vista-se como gostar - seja como seu povo, não seja macaco.
3. Não seja calado

Seja calado só por educação, até o ponto em que isto não o prejudicar. Se prejudicar, só cale a boca quando deixar de prejudicar. Não seja insolente e não tolere a insolência.

4. Não seja ignorante

Não ser ignorante é um dos mais sagrados direitos que você tem e, se você não usa voluntariamente esse direito, merece tudo o que de adverso lhe acontece. Se você sabe fazer bem o seu trabalho e conduzir corretamente sua vida, você não é ignorante. Mas, se recusar todas as oportunidades possíveis para aprender, você é. Se lhe negam o direito a não ser ignorante, você tem o direito de se rebelar contra qualquer autoridade.

5. Não seja submisso

Reconheça suas faltas, mas não se humilhe. Não existe razão na Natureza que diga que você tem de ser submisso a qualquer pessoa. Toda tentativa de submetê-lo é muitíssimo grave.

6. Não seja indiferente

Ser indiferente em relação ao semelhante ou ao que nos rodeia, quer você seja religioso ou não, é um dos maiores pecados que existem, porque é um pecado contra nós mesmos, um suicídio.

7. Não seja amargo

As coisas acontecem, aconteceram, ficam acontecidas. Se você for amargo, essas coisas continuam acontecendo. Construa sempre.

8. Não seja intolerante

Alegre-se com a diversidade humana. Procure honestamente entender os outros. Só não seja tolerante com os inimigos conscientes e comprometidos com o seu fim.

9. Não seja medroso

Todo mundo tem medo, mas a pessoa não pode ser medrosa. Para viver e fazer, é necessário manter uma coragem constante e acesa. Isto consiste em vencer a própria pequenez e é um dever e uma obrigação para com nós mesmos.

10. Não seja burro

Sim, não seja burro. Normalmente, quando você está infeliz, você está sendo burro. Quando você está sendo explorado, você é sempre infeliz.