sexta-feira, 4 de março de 2011
Cercada por modelos de cuecas, Sabrina Sato faz ensaio em clima de Carnaval
Sabrina Sato posa com modelos para a revista Quem (fevereiro/2011)
Sabrina Sato posou em clima de Carnaval na revista "Quem" que chega às bancas nesta quarta-feira (2). A bela, que estreia como rainha da bateria da escola Unidos de Vila Isabel, é a musa do ensaio fotográfico de Fernando Torquatto. "Ela é uma das mulheres que mais personificam esse momento. Além de conseguir emprestar sua beleza e alegria à festa, Sabrina tem uma qualidade única, que é o alto-astral", afirma o fotógrafo e maquiador.
Para simbolizar o calor do carnaval, Sabrina Sato posou com peças nos tons preto, amarelo e laranja, rodeada por modelos masculinos, que aparecem nas fotos apenas de cuecas.
Frase de Reflexão

Os inimigos externos não são permanentes.
Se lhes mostrarmos respeito, eles se tornarão nossos amigos.
Mas o inimigo interno é um eterno inimigo a quem nunca devemos ceder. Não podemos transformar todos os maus pensamentos em nossos amigos, mas precisamos confrontá-los e controlá-los.
Dalai Lama
Trabalho em equipe estimula senso de cooperação entre crianças pequenas
Um estudo publicado no periódico Psychological Science afirma que crianças de até 3 anos preferem dividir, mesmo em situações em que seria mais fácil tirar vantagem.
A pesquisa foi inspirada em outro trabalho feito com modelos animais, no qual ficou claro que a cooperação entre os primatas, geralmente, é falha.
“Outra pesquisa, que utilizou chimpanzés como modelos animais, observou que eles geralmente competem por comida, o que os impede de trabalhar em equipe, mesmo que esta seja a única chance de se ganhar uma recompensa”, afirma Felix Warneken da Universidade de Harvard, coautor do trabalho.
“Isso nos fez pensar se isso também aconteceria entre as crianças”. Karoline Lohse, da Universidade de Gotinga, e Alicia Melis e Michael Tomasello, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, na Alemanha, também participaram da pesquisa.
Crianças pequenas foram o foco da pesquisa atual
Neste caso, os pesquisadores queriam observar como as crianças pequenas se comportavam ao terem que dividir, especialmente em situações onde elas deveriam trabalhar por um objetivo em comum. Eles dividiram as crianças em duplas e pediram que elas completassem tarefas nas quais deveriam cooperar para conseguir um prêmio.
O prêmio – balas de goma, chicletes e brinquedos – estava empilhado em uma tábua com rodinhas dentro de uma caixa transparente, presa por uma corda. Se apenas uma das crianças puxasse a corda, a tábua não se mexia, mas se puxassem juntas, poderiam trazer a caixa para si e dividir o que havia dentro, por meio de uma janela na caixa. Em algumas caixas havia apenas uma janela, mas, mesmo assim, as crianças dividiam os prêmios em partes iguais. Cada dupla foi testada várias vezes.
“Nós ficamos surpresos que essa regra tenha sido seguida à risca”, diz Warneken. “Mesmo quando alguma criança pegava mais doces do que a outra, alguém sempre protestava dizendo que aquilo não era justo”.
Segundo o pesquisador, este estudo ajuda a explicar como os acordos de benefício mútuo evoluem. “Parece uma coisa óbvia: se cooperarmos, nós dois seremos beneficiados. Mas, na verdade, até mesmo para uma raça tão próxima aos seres humanos, como os chimpanzés, isso não é tão óbvio assim”.
Para Warneken, talvez o que falte para os chimpanzés – e que os seres humanos têm em abundância – é a capacidade de conviver com os outros.
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Fonte: Psychological Science 02/03/11.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Se faz bem ao clima do planeta, também é bom para a saúde do homem
Se alguém ainda se pergunta se as mudanças climáticas têm alguma coisa a ver com saúde, é bom saber que tem muito a ver e o problema já é considerado como a maior ameaça à saúde das pessoas no século 21.
Uma série de estudos mostra que o aquecimento global está associado ao aumento da incidência de doenças infecciosas como a dengue e a malária e ao aparecimento dessas doenças em regiões do planeta em que não existiam antes. Além disso, a mortalidade por problemas cardiovasculares é maior nos extremos de temperatura, especialmente no calor. Isso sem falar do crescente número de catástrofes naturais, como furacões e ciclones.
Médicos poderiam dar sua colaboração profissional para a redução de emissão de gases e aquecimento do planeta adicionando ao atendimento dos pacientes algumas recomendações ecológicas básicas. Uma regra simples que pode ajudar e vale a pena refletir é a de que aquilo que faz bem ao clima do planeta também faz bem à saúde do homem.
Redução de emissão de gases implica em usar menos o carro, caminhar e pedalar mais. Atividade física reduz o risco de inúmeras doenças crônicas, como infarto do coração, derrame cerebral, depressão, diversos tipos de câncer e demência. Outra ação que favorece o clima do planeta é a redução no consumo de produtos animais, o que pode conter o desflorestamento e a emissão de gás metano. O homem também se beneficia: menos alimentos animais significa maior longevidade.
A ameaça das mudanças climáticas não está batendo à nossa porta. Já entrou e sentou-se à mesa com nossos filhos e netos. Se não tomarmos medidas efetivas para combater o problema, chegaremos a uma situação de injustiça intergeracional, ou seja, as novas gerações pagarão caro por aquilo que não tiveram qualquer responsabilidade.
Trabalhando corpo e mente com atividades físicas
Ao que parece, também, dizem diversos estudos.
Uma pesquisa feita com modelos animais – ratos, especificamente – mostrou que os exercícios físicos aumentam o suprimento de sangue no cérebro. Um grupo de animais teve acesso livre a uma roda de exercícios e outro foi induzido a correr em uma esteira durante uma hora por dia. Após 30 dias, ambos os grupos tinham um melhor fluxo sanguíneo no cérebro, enquanto um terceiro grupo, de animais sedentários, não mostrou nenhuma melhora. Mais sangue no cérebro significa mais oxigênio e energia, e isso leva a um melhor desempenho do órgão.
No mesmo estudo, um grupo de animais aprendeu a correr e desviar de obstáculos. Como o experimento necessitava de mais habilidades de aprendizado do que físicas, esses indivíduos também mostraram melhora nas conexões entre os neurônios.
E apesar desses experimentos terem poucos estudos envolvendo humanos, em teoria, atividades esportivas são, portanto, a combinação perfeita entre aprendizado e exercício, e isso tanto melhora o fluxo sanguíneo como a velocidade das conexões no cérebro.
As evidências em humanos sugerem que ser fisicamente ativo ajuda as pessoas a manterem por mais tempo suas habilidades cognitivas com o avanço da idade. Estudos envolvendo idosos fisicamente ativos mostraram que essas pessoas tiveram melhores resultados em testes cognitivos envolvendo lógica, vocabulário, memória e tempo de reação para resolver problemas, principalmente comparando com resultados de idosos sedentários. Estudos similares observaram as mesmas diferenças em pesquisas envolvendo pessoas mais jovens, apesar de os resultados não serem definitivos ainda.
Os pesquisadores lembram, ainda, que os exercícios e condicionamento físico têm um efeito protetivo limitado, pois assim que paramos de nos exercitar os benefícios podem desaparecer.
Esportes melhoram a autoestima em jovens atletas
A melhor coisa que pode acontecer com jovens que se envolvem em atividades esportivas não é o troféu no final de um campeonato na escola, bíceps mais desenvolvidos ou uma coordenação motora mais fina. A participação em esportes organizados – que envolvem jogos e regras – também melhora a autoestima e a motivação entre crianças e adolescentes. E além de um melhor rendimento acadêmico, o comportamento desses jovens também é beneficiado, tanto dentro do ambiente escolar quanto fora.
Os esportes podem ajudar a ensinar esses jovens a desenvolver habilidades para a vida toda, como, por exemplo, saber se comunicar de forma adequada, se comprometer mais com as atividades propostas e exercitar o espírito colaborativo, principalmente se os profissionais de educação física e os pais se mostrarem presentes e atentos. Mas essas habilidades precisam ser reforçadas positivamente, pois podem acabar se perdendo ou o foco de atenção desses jovens pode se modificar para outras atividades (nem todas tão saudáveis).
Somado a tudo isso, atividades em grupo – como em times – ajudam, além do aprendizado de novas habilidades, a usar essas aptidões fora do campo e a aumentar seu nível de autoconfiança no geral.
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Créditos: este material aparece originalmente em inglês como Working out builds the mind’s muscles e Sports lift esteem in young athletes. Copyright © 2010 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.
Fonte: http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2011/02/18/trabalhando-corpo-e-mente-com-atividades-fisicas/, em 18/02/2011.
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Prof. Pdgo. Marcos Alexandre Agende uma Consulta pelo fone: (19) 8844.7270
A Podologia é a ciência na área da saúde que analisa e investiga o membro inferior e tem como objetivo o diagnóstico, a prevenção e o tratamento.
Prof. Pdgo. Marcos Alexandre responde:
Quando devo consultar um Podologista?
Sempre que seus pés apresentar:
- Alterações da Pele;
- Alterações das Unhas;
- Alterações biomecânicas e ortopodológicas;
O Podologista atua ainda, especificamente, nas várias etapas da vida:
- Podologia Infantil;
- Podologia Geriátrica;
- Podologia Desportiva;
- Pé de Risco.
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