segunda-feira, 14 de março de 2011

TRABALHO ESCOLAR - Como fazer?

TRABALHO ESCOLAR
As orientações abaixo apresentadas foram organizadas utilizando-se como base as seguintes normas da ABNT: NBR 14724: 2002 - apresentação de trabalhos acadêmicos; NBR 6024: 2003 - numeração progressiva das seções de um documento; NBR 6027: 2003 - sumário; NBR 6023:2002 - referências.

Considerando que o nível de complexidade de um trabalho escolar é menor do que um trabalho acadêmico optou-se em se fazer algumas alterações e ou supressões de conteúdos indicados nas normas visando adequá-las as necessidades locais.

O trabalho escolar é um documento que representa o resultado de um estudo/pesquisa sobre um assunto. Sua produção pode envolver um ou mais alunos e, necessariamente deverá ter a coordenação de um orientador.

O processo de elaboração de um trabalho escolar é uma vivência que precisa ser criativa possibilitando uma interação rica com pessoas, fontes e recursos diversos, a fim de atingir maior autonomia com relação à forma de aprender e construir conhecimentos, desenvolvendo uma visão mais crítica e ampliada.

1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar, resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo:

a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco, preferencialmente nas dimensões 297x210 mm (A4);

b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha;

c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da introdução. O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel, margeado à direita;

d) margem - superior e esquerda = 3 cm
inferior e direita = 2 cm;

e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 de entrelinhas;

f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10;

g) parágrafo – 2cm da margem esquerda;

h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta, com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço.

Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal, negrito ou, itálico (ver modelo).

Os títulos - Sumário; Referências; Anexos - não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada.

2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR

A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa; sumário), textuais (introdução; desenvolvimento; conclusão) e pós-textuais (referência; anexo).

2.1 Capa
Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou " embelezamento", composta de:

a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor. Deve ser centralizado à margem superior, com letras maiúsculas, tamanho 12, espaçamento entre linhas simples;

b) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 16;

c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm, centralizado, letras maiúsculas, tamanho12;

d) Local, mês e ano: centralizado, a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12. (ver modelo)

Iniciar em folha distinta, título sem indicativo numérico, centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo.

Indica as partes do trabalho, capítulos, itens e subitens, e as páginas em que se encontram. (ABNT. NBR 6027, 2003) (ver modelo)

Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1), alinhado à margem esquerda, a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo.

A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito, anunciando o assunto a ser abordado.

Na seqüência é necessário delimitá-lo, isto é, indicar o ponto de vista sob o qual será tratado; situá-lo no tempo e espaço; mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica, pesquisa de laboratório, etc).


Também chamado corpo do trabalho, deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. O conteúdo pode ser subdividido em capítulos, dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.

Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível, em itens e subitens, adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.

Exemplo:
2 ALGODÃO
2.1 A Semente do Algodão
2.1.1 Variedades
2.2 Técnicas de produção
2.5 Conclusão
Iniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda.

Constitui o ponto de chegada, isto é, deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais, é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho, ponto de chegada das deduções lógicas, baseadas no desenvolvimento.

2.6 Referências Bibliográficas

Apresenta-se em folha distinta, título centralizado, sem indicação numérica, elemento obrigatório. ( ABNT. NBR 14724, 2002)

Todas as fontes de informação (livro, revista, fita de vídeo, home-page, CD-ROM, etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista, digitadas em espaço simples, margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo (ver exemplo de apresentação de referências).

Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria, título, editora, local e ano de publicação) sobre o documento, que permita identifica-lo de forma única. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002, produzida pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. (Como fazer referências?)


Sugere-se apresentação em folha distinta, título centralizado, elemento opcional.

Poderão fazer parte do item "Anexos", textos ou documentos não elaborados pelo autor, que venham contribuir para ilustrar, esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho. São exemplos de anexos: leis, mapas, fotografias, plantas etc.

Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo.

"Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos." (ABNT. NBR 14724, 2002, p. 5)

Exemplo:

ANEXO A – Tabela de classificação de sementes.

Fiuk: "É preciso ter prazer em estar na escola"

O verdadeirto nome de Fiuk é Filipe Kartalian Ayrosa Galvão
Fotos de Leandro Moraes
Texto de Lika Rodrol
O ator e músico defende que partituras e instrumentos musicais devem fazer parte da grade curricular das escolas

Filipe Kartalian Ayrosa Galvão não é um nome muito conhecido pelo público. Mas, se mudarmos para Fiuk, será quase impossível não associá-lo ao mais novo ícone pop do momento. O garoto de 20 anos, que deu vida ao personagem Bernardo na 17ª edição de Malhação e é vocalista da banda Hori, parece acompanhar as novas diretrizes do governo.

Ele não pensa em terminar a faculdade de Publicidade, que trancou ainda no primeiro ano para seguir a carreira de músico, mas defende que partituras e instrumentos musicais devem fazer parte da grade curricular das escolas. Coincidência ou não, a lei nº 11.769, sancionada no dia 18 de agosto de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula passou a valer para os ensinos Fundamental e Médio de todas as escolas brasileiras, que têm, a partir de então, três anos para adaptar seu currículo na área de artes.

Segundo Fiuk, se o tema música fosse obrigatório como a velha e boa matemática, ele e muitas outros “moleques” poderiam ter a escola como um lugar de aprendizado prazeroso. Vestindo literalmente a camiseta da Educação que ele mesmo customizou, Fiuk bateu um papo-cabeça com o EDUCAR PARA CRESCER. Preocupado com a questão da Educação, ele participou ainda de uma sessão de fotos para divulgar a
cartilha e o hotsite com dicas para alunos do Ensino Médio.

Confira a seguir a entrevista.
Fiuk: Estudei em umas dez escolas. Lembro mais do Objetivo, onde passei mais tempo.

O que você gostaria de mudar na escola?

Fiuk: O pedido que eu faço para as escolas é que todas ensinem música. Você tem que ter prazer em estar na escola, mas não é isso o que está acontecendo. A garotada que tem prazer em estudar é mínima, e essa seria uma mudança que podia ajudar bastante. É essencial ter na escola alguma coisa para a molecada curtir, tipo brinquedos, aula de música, qualquer coisa que dê prazer. Eu sofri muito com isso. Levava o meu violão e tocava escondido. Imagina, se tivesse aula de música, eu ia pirar!

O professor mais marcante para Fiuk foi Ed, de História



Você teve algum professor marcante?

Fiuk: Lembro do Ed, que era professor de História do Objetivo. Não tinha professor melhor do que ele. Ele dava aula do jeito que todo moleque queria ter: subindo na mesa, contando piada, falando palavrão. Todo mundo prestava atenção no que ele falava e ia bem nas provas.





Fiuk: Eu acho muito triste que no Brasil a maioria das pessoas não estude música. Nos Estados Unidos, é diferente e isso influencia. Por isso, a cultura dos americanos é diferente em relação à música. Porque, no Brasil, a música não é vista como profissão. Mas um músico acaba trabalhando até mais do que as pessoas que trabalham em empresa e tal. O músico é autossuficiente, trabalha 24 horas por dia, não tem feriado, final de semana, não tem nada, então...




Fiuk: Eu gosto muito de ler, só que sou meio lesado, não lembro tanto os nomes dos autores, mas há livros que me ajudaram muito. Alguns deles: Mentes Inquietas, Um Extraterrestre na Galileia, Os Segredos da Mente Milionária. Esse livro é gigante, mas me ajudou muito, cara. Também recomendo O Mundo de Sofia.





Fiuk: Acho que a influência dos pais nos estudos é fundamental, mas eu fui muito precoce. Desde os 12 anos, eu sabia que eu queria isso (a música) para a minha vida. Imagina um moleque de 12 anos virar para os pais e falar: Pô, quero estudar música, vou tocar e tal.

Fiuk estudou em dez escolasFiuk é o novo ícone pop do momento


Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/amigos-educar/entrevista-fiuk-609466.shtml, em 10/03/2011.

domingo, 13 de março de 2011

Alcoolismo juvenil: um problema que começa na infância

Como impedir que as crianças tenham acesso cada vez mais precoce a bebidas alcoólicas?

Uma ampla pesquisa realizada por um centro de recuperação em dependentes de drogas, em São Paulo, tenta responder a essa pergunta e revela um dado alarmante: o envolvimento de crianças com as bebidas alcoólicas começa muito cedo. A pesquisa mostra que quase 10% dos jovens tiveram o primeiro contato com o álcool antes mesmo dos 7 anos de idade.

oktoberfest munchen Alcoolismo juvenil: um problema que começa na infânciaOutro dado do estudo (feito com pacientes do Centro de Recuperação Nova Esperança/Cerene) chamou a atenção dos pesquisadores: foram os próprios pais quem deram o primeiro gole aos filhos durante festas frequentadas pela família ou apenas por pai e filho homem.

O mesmo estudo revela que, na maioria dos casos, o jovem que consome bebidas alcoólicas nessa idade tem pais alcoólatras, e o hábito pode se tornar a porta de entrada para o mundo das drogas.
A partir desse primeiro contato, a situação tende a se agravar: 6,38% das crianças com menos de 10 anos confirmaram já ter experimentado outras drogas, como cola de sapateiro, maconha e crack.

Nessa idade, algumas delas também já estão em tratamento nas clínicas de apoio a dependentes químicos. Na década de 1980, para se ter um parâmetro, o contato inicial com o álcool era, em média, aos 14 anos. Além disso, cerca de 20% dos participantes de reuniões dos Alcoólicos Anônimos são jovens com menos de 17 anos de idade.

Outra instituição, o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), fez um levantamento domiciliar sobre o uso de entorpecentes no País e descobriu que 19,4% dos jovens já usaram drogas, o que corresponde a mais de 9 milhões de pessoas em todo o Brasil.

O estudo mostrou ainda que 11,2% da população brasileira é dependente de álcool; 9%, de tabaco; e 1%, de maconha. Esse contato cada vez mais prematuro com álcool e drogas é visto pelos especialistas da área como uma das explicações para a explosão de violência entre os jovens brasileiros, o que requer medidas de controle e prevenção enérgicas e urgentes por parte dos órgãos responsáveis.
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Fonte: Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Drogas (Abead), em 02/03/2011.

sábado, 12 de março de 2011

Tratamento de micose de unha - Consulte o Podólogo.



O tratamento de uma micose de unha é geralmente demorado e necessita, juntamente com um bom medicamento, de sua colaboração ativa e persistente.

O tratamento pode ser feito com comprimidos decompostos antimicóticos ou antifúngicos, orientado por médicos, e/ou mediante apicação de um esmalte com composto antifúngico, com acompanhamento podológico.

Caso seu médico opte pelo tratamento com esmalte, atente para estas orientações ao tratamento de micose de unha. Estas informações são importantes sobre como usar esmaltes terapêuticos.

O crescimento de uma nova unha geralmente requer um longo tempo. Portanto tenha paciência, mesmo que decorridas algumas semanas de tratamento, e você não tenha observado nenhuma melhora aparente.

Uma unha normal e sadia, cresce cerca de 2mm por mês. Para que a sua unha doente possa recuperar-se integralmente, é preciso que você faça uso de esmalte terapêutico para unhas, com frequência constante e regular, conforme indicado pelo seu médico.

Além disso, devem haver os seguintes cuidados:

Antes da primeira aplicação do esmalte terapêutico, recomenda-se cortar a unha o mais rente possível, com alicate ou tesoura apropriada;

Com uma lixa grossa, lixar a unha o máximo possível até atingir a sua parte boa e sadia. O restante da unha ficará então mais fino. As lixas utilizadas nas unhas afetadas não devem ser utilizadas em unhas sadias;

Aplique, em seguida, uma fina camada do esmalte terapêutico sobre a unha doente, sendo suficiente uma ou duas pinceladas. Forma-se então uma fina camada de esmalte sobre a superfície da unha com micose. Para eliminar a micose é suficiente uma camada homogênea do esmalte, que não precisa ser grossa nem muito brilhante.

Uma vez por semana toda a camada de esmalte deverá ser retirada das unhas com micose, usando-se lencinho umidecido com alcool que acompanha o frasco ou com algodão embebido em removedor de esmalte.

Após limpar a unha deve-se remover da mesma, através de lixamento, todo o material estranho depositado em sua superfície.

Quando houver borragem ou descascamento da camada de esmalte na superfície da unha, é suficiente renovar o local com uma passagem de pincel com esmalte terapêutico para unhas.

O Ideal é não usar nenhum tipo de esmalte (comercial) durante o tratamento.

Consulte-me!

Prof. Pdgo. Marcos Alexandre
Fone: (19) 8844.7270

Reflexologia - A linguagem dos pés...

Os pés são equipamentos maravilhosos e merecem todo o cuidado.
Além de eles possibilitarem ao homem a locomoção, mantém o equilíbrio e distribuem de maneira uniforme o peso do corpo, quando estamos de pé.
   
No entanto, eles estão quase sempre em situação de desconforto, pois ficam escondidos em sapatos fechados, principalmente no inverno.
Uma das recomendações para que você esteja bem com seus pés é a massagem, veja a seguir:
 
MASSAGENS
 
Existem profissionais, os podólogos, que são profundos conhecedores das patologias dos pés.
 
Eles estudam a biomecânica do tornozelo e dos pés e obtém o controle e a cura das podopatias de seus pacientes.
 
Através da reflexologia [linguagem dos pés] fazem massagens baseadas  no DO-IN.
 
 
 
Veja os pontos na solas dos pés
 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Trabalhos sobre Pirâmide Alimentar - 7ª séries



Felicidade e pensamento positivo podem levar ao sucesso

DSC 2116 Felicidade e pensamento positivo podem levar ao sucessoEstar satisfeito pessoal e profissionalmente pode não só trazer felicidade como também levar ao sucesso. Isso porque pessoas felizes estão predispostas a buscar e realizar novos objetivos na vida e isso reforça as emoções positivas. Este é o resultado de um estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia, de autoria de Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia.

A pesquisa, que envolveu mais de 275 mil pessoas, aponta que pessoas felizes são, emgeral, mais bem-sucedidas em vários aspectos de sua vida e que essa felicidade é uma consequência dessas emoções positivas e não o contrário. Segundo a autora, pessoas felizes têm mais chances de buscar condições melhores “e isso pode ser porque o bom humor leva as pessoas a terem mais ânimo e serem mais ativas, focando sempre novas metas”, explica. “Quando as pessoas se sentem felizes, também se sentem confiantes, otimistas. Em alguns casos, a felicidade torna as pessoas mais sociáveis e então elas podem se beneficiar disso”.

Para chegar aos resultados, os autores escolheram três tipos diferentes de evidências que visaram a reforçar a autoconfiança dos participantes e estabelecer relações de causa e efeito entre felicidade, afeto positivo e sucesso. Nos três casos, a conclusão sugere que a felicidade leva a comportamentos que geram mais sucesso no trabalho, nos relacionamentos e na saúde, e esse resultado está relacionado em parte ao pensamento positivo.

Também ficou comprovado que sentir-se bem está associado a percepções positivas de si mesmo e dos outros, sociabilidade, criatividade, comportamento pró-social, um sistema imunológico forte e eficaz e habilidades de enfrentamento. Os autores observam também, que as pessoas felizes são capazes de sentir tristeza e emoções negativas em resposta a eventos negativos, “o que é saudável e adequado”, afirma Lyubomirsky.

Grande parte das pesquisas anteriores sobre a felicidade pressupunha que ela e rao resultado de realizações de sucesso. “Nós descobrimos que nem sempre isso é verdade. Outros aspectos, como a inteligência, a família, experiência e aptidão física também podem desempenhar um papel no sucesso das pessoas”, explica a autora.  “Nossa análise indica que a felicidade, em muitos casos, conduz a resultados satisfatórios, em vez de simplesmente mantê-los”, finaliza Lyubomirsky.
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Créditos: este material aparece originalmente em inglês como Review of Research Challenges Assumption that Success Makes People Happy: Happiness May Lead to Success via Positive Emotions. Copyright © 2010 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.