terça-feira, 22 de março de 2011

TECNOLOGIA - 16 sintomas do vício em internet - e algumas dicas...


Texto de Ligia Menezes

Cada vez mais jovens como você se interessam pelo mundo virtual, deixando o real de escanteio. Internet em excesso, assim como álcool e drogas, pode viciar, causa abstinência, mas tem tratamento.

Saiba mais

Você chega da escola ao meio dia. A primeira coisa que faz é entrar no msn. Em seguida, almoça e se conecta a alguma rede social: manda recados para os amigos e joga os games oferecidos, até às três.

Como se não bastasse todo o tempo que já passou online, decide pesquisar na rede o tema do trabalho que terá em classe na semana que vem (ou pelo menos é o que diz para os seus pais que fará). Às cinco, já com a vista cansada, liga o videogame na internet e joga com os amigos, conversando com eles por meio de um fone de ouvido. Às oito vai jantar, faz rapidamente o dever de casa e volta para o msn, até a hora de dormir, depois de muita insistência dos seus pais, lógico.

Se a cena acima retrata o seu cotidiano, você precisa entender mais sobre o vício na rede, problema que tem se tornado mais comum do que se imagina. "Estimamos que 10% dos usuários da internet já tenham se tornado dependentes", analisa o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do programa de Dependentes em Internet (www.dependenciadeinternet.com.br) do Hospital das Clínicas, em São Paulo. "Desses, 3% são jovens de até 16 anos", completa o psiquiatra infantil Fábio Barbirato, do Rio de Janeiro.

Afinal, qual é a linha entre o normal e a doença quando o assunto é internet? Quais são os sintomas que identificam a dependência? Como tratar? Confira a seguir as dicas dos especialistas:

16 sintomas do vício:

1. Ter mais de cinco amigos virtuais, que você simplesmente não conhece pessoalmente;

2. Exclusão. Antes, vários amigos ligavam para você querendo conversar. Agora, isso é bem raro;

3. Ficar irritado quando está há mais de uma hora sem internet;

4. Evitar sair de casa se for para ir a lugares sem computador;

5. Só falar e saber de games da web, redes sociais e "pessoas virtuais";

6. Mentir a respeito do tempo que costuma passar conectado;

7. Ir mal na escola por conta do computador – as notas baixas começaram desde que passei
a usar mais a internet;

8. Desobedecer os pais quando eles o mandam sair do computador - geralmente meus pais enchem o meu saco para eu sair do computador e a cada dia insistem mais;

9. Não ter motivação para fazer nada que não tenha a ver com o computador ou com a internet;

10. Estar com a autoestima bem baixa;

11. Ter se tornado um adolescente caseiro e solitário;

12. Sempre se negar a fazer as coisas que antes lhe davam muito prazer;

13. Se sentir triste, ansioso ou deprimido na maior parte do tempo;

14. Ir à lan houses como se esse fosse o principal passeio ou atividade do seu dia; inclusive gasta muito dinheiro com isso;

15. Já ter passado mais de 10 horas online em um único dia.

16. Já deu prejuízo para os seus pais ou já comprometeu mais da metade da mesada para pagar as contas da lan house;

segunda-feira, 21 de março de 2011

Professor Marcos Alexandre e Alunos da 7ª série D - Ensino Fundamental - E. E. "Julio Mesquita" 2011


Alunos das 6ª séries - Preparem-se para virar um ASTRONAUTA no Observatório

Nos dias 26 e 27 de abril os alunos das 6ªs séries do Ensino Fundamental da E.E. "Julio Mesquita" irão visitar o Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini - OMCJN.

Mas, para isso é preciso garantir seu lugar pegando a Autorização para o responsável do aluno assinar e pagar o transporte e ingresso, totalizando R$ 15,00 para os Professores Marcos Alexandre e Sônia.

As vagas são LIMITADAS reserve já a sua!!!

Veja algumas fotos do local.




domingo, 20 de março de 2011

Hoje é o Dia Nacional de Ação Voluntária e o Prof. Marcos Alexandre estará nessa!!!



















Milhares de voluntários desenvolverão diversas ações gratuitas de prestação de serviços à comunidade.

Alunos, pais de alunos, professores e funcionários da escola da Fundação Bradesco e da Organização Bradesco, além de pessoas da comunidade que atuam em diversas áreas, realizarão, o Dia Nacional de Ação Voluntária.

 
Serão desenvolvidas atividades gratuitas que deverão proporcionar milhares de atendimentos para os moradores da comunidade em torno da escola da Fundação Bradesco.

 
Em sua nona edição, o Dia Nacional de Ação Voluntária acontece simultaneamente nas 40 escolas da Fundação Bradesco distribuídas em todos estados brasileiros e Distrito Federal, nos Centros de Inclusão Digital (CIDs) e também em pontos de atendimentos próximos das unidades escolares.

 
Serão atividades de prestação de serviços ligadas às áreas de saúde, esporte, lazer, cidadania, cultura, educação e pesquisa, meio ambiente e animais, emprego e renda.

 
Algumas das atividades desenvolvidas:
• exames preventivos de saúde (medição de pressão, diabetes, etc);
• orientação sobre saúde bucal;
• palestras sobre riscos do uso de drogas, prevenção de DSTs/Aids;
• emissão de documentos (RG, CPF e Carteira Profissional);
• orientação jurídica;
• oficinas de artesanato;
• corte de cabelo;

Atividades com o Prof. Marcos Alexandre
• Avaliação de Podologia (saúde dos pés);
• Reflexologia (massagens nos pés);

• mostras artísticas e gincanas, entre outras

Para a Fundação Bradesco, apoiar e incentivar o envolvimento de seus alunos em atividades voluntárias contribui para a formação de cidadãos participantes, sensíveis a questões sociais de sua comunidade.

O mesmo acontece para as demais pessoas envolvidas, como parentes dos alunos e profissionais que residem próximos das escolas, que dedicam um dia inteiro para realizar ações que beneficiam, em sua maioria, pessoas carentes.

sábado, 19 de março de 2011

CULTURA - Filmes educam?

Texto de Cynthia Costa
Entenda como cinema e educação podem andar juntos e aproveite as férias para compartilhar a experiência cinematográfica com os seus filhos
Incentive seu filho a pesquisar sobre os assuntos que chamaram a atenção dele durante o filme, é uma ótima forma de aprender
Assistindo a um filme, aprendemos a ver o mundo de outra forma. Na tela do cinema ou da TV, a história é contada não apenas por meio de palavras, mas também por imagens, sons e outros recursos que às vezes nem são percebidos conscientemente pelo espectador, mas que estão ali, colaborando para despertar emoções. Sentados diante de uma aventura, um romance ou uma comédia, exercitamos mais os sentidos do que imaginamos.

"Essa arte deve ser apresentada aos estudantes não apenas como forma de transmitir um determinado conteúdo, mas como um estudo de uma linguagem diferente da verbal", diz Carmen Zink Bolonhini, coordenadora do projeto "Do cinema à leitura: o funcionamento de diferentes formas de linguagem", do Departamento de Linguística da Unicamp. "No cinema, o verbal combina-se com o visual e, nessa perspectiva, muitos elementos podem servir de suporte para a produção da narrativa, como as cores usadas, o vestuário das personagens, a velocidade das cenas, a música etc. Descobrir esses elementos e analisá-los faz com que os jovens aprendam a ler outra linguagem".

"O cinema desloca nosso olhar e oferece outra perspectiva, além das que nos são transmitidas pela família, pela escola e por outras mídias", explica André Costa, cineasta e educador em artes visuais. "Ver um filme é uma experiência estética, e o que é educar senão experimentar?", completa ele, que dá aulas de cinema na Faap e é um dos sócios da Olhar Periférico Filmes.

Um filme, portanto, está longe de ser apenas uma história. A forma, nesse caso, está acima do conteúdo. Por isso, um dos exercícios sugeridos para a sala de aula pela professora Carmen Zink Bolonhini é o de congelar uma cena e analisar com os alunos todos os elementos que ali se encontram e que papel eles desempenham para que a mensagem desejada pelos produtores seja passada. "Analisando qualitativamente os símbolos usados, as crianças aprendem a ler outras formas de linguagem", justifica Carmen Zink Bolonhini.

Este tipo de exercício também pode ser realizado em casa. E nem é preciso congelar a cena. Basta ligar o olhar crítico e entrar na brincadeira. "Os filmes também são feitos com base em preconceitos sensoriais, e localizá-los pode ser um exercício analítico muito educativo", sugere Carmen, que é uma das autoras dos livros "Discurso e Ensino - o Cinema na Sala de Aula" e "Quem é o Rei no Rei Leão?", nos quais orienta o questionamento de alguns símbolos ultradisseminados. Por exemplo: o mal se veste com cores escuras, enquanto heroínas perambulam com vestidos rodados e de tons claros - por quê? E o que dizer da música, que fica mais alta e retumbante quando o filme quer passar a sensação de suspense? Tambores despertam medo, enquanto o som de cordas acalma e cria uma atmosfera romântica. Aliás, você já experimentou assistir a um filme de terror sem o som? A experiência muda completamente.

Como existem filmes e filmes, esse exercício pode variar em grau de dificuldade. Os mais artísticos tendem a driblar esses preconceitos sensoriais, propondo uma forma ainda mais inovadora de interpretar a realidade. Os mais comerciais costumam seguir a trilha já traçada e, portanto, mais óbvia. Isso não significa, porém, que apenas clássicos e aclamados pela crítica ofereçam uma vivência interessante. "Pode-se dizer até que, quanto mais prazerosa for a relação com o filme, mais educativo ele fica. Pois só quando nos envolvemos de fato e assistimos com gosto que despertamos os nossos sentidos e até um real senso crítico", argumenta o cineasta André Costa, lembrando ainda que um filme pode servir de pretexto para o aprendizado de conteúdos, como a obra de um artista plástico ou o enredo de um livro, por exemplo. Afinal, quem nunca teve vontade de ler um livro após ver um filme baseado nele?

Assim, a educação promovida pelos filmes extrapola as paredes do cinema. E ainda aproxima as pessoas.
Como? Basta pensar nas vezes em que saímos da sala de cinema loucos para comentar. O papo após a sessão pode até dominar o jantar ou o café da manhã do dia seguinte. Como ressalta o cineasta André Costa: "Os filmes servem de base para trocas afetivas entre as pessoas". Entre pais e filhos, essa pode ser uma experiência ainda mais valiosa. Não hesite em tirar proveito dela nessas férias. Quer idéias do que assistir?

sexta-feira, 18 de março de 2011

A importância da leitura

Como incentivar seu filho a ler - e a ter amor pelos livros.

Pesquisas mostram que quanto mais cedo se começa ler maiores são chances de se tornar um leitor assíduo

Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero?

Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece.

Você pode encontrar boas dicas de livros em nossa biblioteca básica de leitura!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Final de Semana de Aventuras em Brotas - SP



Dias 16 e 17 de abril de 2011

Valor por pessoa - R$ 360,00 ou em 2 X de R$ 180,00


Procure o Prof. Marcos Alexandre

Transporte Rodoviário e Seguro Viagem.


O preço do pacote inclui:

Rafting


Arvorismo

Aqua ball

Arco e Flecha

Tirolesa

Caiaque

E muito mais....