quarta-feira, 13 de abril de 2011

Bota Fora para os Formandos 2011 - Participe!

Você Aluno(a) do 3ª série do Ensino Médio
venha viajar com o Prof. Marcos Alexandre
e a Equipe da CVC Pq. Prado.

Porto Seguro/BA

 Localizado no centro da cidade.
Possui piscina, bar, sauna, salão de jogos e restaurante.
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Valor por pessoa em apartamento quádruplo:
R$ 815,24 (taxa de embarque já inclusa) 

Saída de Campinas no dia 30/10/2011 em vôo noturno
e retorno no dia 05/11/2011

Pacote Incluindo:
·  TRANSPORTE AÉREO CAMPINAS / PORTO SEGURO VOANDO TAM

·  TRANSPORTE AÉREO PORTO SEGURO / CAMPINAS VOANDO TAM

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EM APTO STANDARD. DIÁRIA(S) COM CAFÉ DA MANHÃ.

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Forma de Pagamento:
Em até 10x sem juros no cartão de crédito;

Em até 08x sem juros no boleto bancário
(com a 1ª parcela para até 40 dias).

Veja as fotos do Hotel Casablanca

   

Entre em contato comigo através do E-mail: profmarcosalexandre@yahoo.com.br  e deixe seu nome completo, nome da Escola que estuda, seu telefone e seu e-mail para a c/Kedna da CVC possa agendar um horário pra vc e seu responsável ir fechar o pacote de viagem e tirar todas as dúvidas.

Organização

Prof. Marcos Alexandre

Shopping Prado
Fone: (19) 3276.3680 com a Kedna


10/05/2011 - Projeto Biogeografia na Serra do Japi - Cabreúva / SP

Veja algumas imagens do local onde vamos realizar uma aula de campo envolvendo as disciplinas de Biologia e Geografia.

Não perca essa oportunidade!!!

V A G A S  L I M I T A D A S ! ! !






Anticoncepcionais - Principais métodos contraceptivos

Por Alice Dantas Brites

Contracepção é o nome dado a qualquer método que impeça a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo na parede do útero - portanto, a qualquer método utilizado para se evitar a gravidez.

A escolha do método contraceptivo deve considerar que alguns são mais eficazes e seguros do que outros. Além disso, apenas aqueles que constituem uma barreira física também impedem que as pessoas contraiam doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) como, por exemplo, a
Aids e o HPV.
Divulgação: Johnson & Johnson, Injeflex, Semina e Schering
Alguns métodos contraceptivos: camisinha masculina, pílula anticoncepcional, DIU e diafragma.

Camisinha

A camisinha, ou preservativo masculino, é um método de contracepção que fornece uma barreira física, impedindo que os espermatozóides atinjam o óvulo. Registros históricos apontam a camisinha como um dos métodos mais antigos de contracepção. Acredita-se que, durante a Idade Média, o preservativo era feito a partir da membrana do intestino de carneiros.

Atualmente, as camisinhas são feitas de látex e possuem a forma de um pequeno capuz, que deve ser colocado sobre o pênis. Elas apresentam, em sua extremidade, um pequeno reservatório, cuja função é armazenar o sêmen e impedir que o esperma atinja a vagina.

O risco de falha desse método encontra-se entre 2% a 18%. Sua eficácia está, em grande parte, relacionada à qualidade do preservativo e à sua correta utilização.

Preservativo feminino e diafragma

Assim como a camisinha masculina, o preservativo feminino é uma barreira física feita de látex. Ele recobre o canal vaginal, impedindo a entrada dos espermatozóides no útero e a conseqüente fertilização dos óvulos, além de proteger contra as DSTs. Muitas mulheres têm dificuldade na colocação correta do preservativo feminino, fazendo com que o índice de falha deste método fique entre 15% a 25%.

O diafragma é uma membrana côncava, feita de borracha, que a mulher coloca no interior da vagina e que recobre o colo do útero, impedindo a passagem dos espermatozóides. O diafragma é fabricado em diversos tamanhos, para se adequar ao corpo de cada mulher.

Um ginecologista deve ser consultado para orientar a paciente quanto ao tamanho adequado e à forma correta de utilização. Os índices de falha deste método variam de 2% a 25%. Porém, por não impedir o contato do pênis com a vagina, o diafragma não previne contra as DSTs.

Métodos hormonais

Atualmente, existe uma grande diversidade de métodos contraceptivos hormonais, que podem ser administrados por via oral - como as pílulas anticoncepcionais -, injetados ou mesmo implantados sob a pele.

Em todos os métodos hormonais de contracepção o princípio é o mesmo: o anticoncepcional possui hormônios sintéticos que impedem a ovulação. A pílula anticoncepcional deve ser ingerida por 21 dias consecutivos. Ao final deste período, ocorre a menstruação e, após uma pausa de 7 dias, a mulher deve recomeçar a tomar o medicamento.

No que se refere ao anticoncepcional injetável, ele geralmente é aplicado a cada três meses. Quanto ao implante subcutâneo, este libera os hormônios lentamente na corrente sanguínea, podendo durar até cinco anos.

Os anticoncepcionais hormonais possuem uma baixa taxa de falha, cerca de 1% a 5%, quando utilizados corretamente. Porém, não impedem a transmissão de DSTs. Por isso, recomenda-se o uso conjunto de barreiras físicas, como a camisinha.

Dispositivo intra-uterino

O dispositivo intra-uterino é um pequeno aparelho em forma de T, colocado, por meio de intervenção médica, no interior do útero da mulher. Ele pode conter sais de cobre ou hormônios. Nos dois casos, a liberação de tais substâncias impede a fertilização do óvulo ou a sua implantação no útero. É um método contraceptivo reversível e com uma taxa de falha entre 0,5% e 3%. No entanto, não protege contra a transmissão de DSTs.

Esterilização

A esterilização masculina é chamada de vasectomia. Consiste numa cirurgia simples, na qual os canais que conduzem os espermatozóides dos testículos até o pênis são bloqueados por meio de um pequeno corte. Desta forma, o líquido ejaculado deixa de conter espermatozóides, o que impede a fecundação.

A esterilização feminina é chamada de laqueadura. Neste tipo de cirurgia, as trompas de falópio são bloqueadas por meio de um pequeno corte, de uma cauterização ou da colocação de anéis cirúrgicos. Assim, os óvulos produzidos no ovário não conseguem atingir o útero e não há fecundação.

O índice de falha da vasectomia é de cerca de 0,15%. Para a esterilização feminina, o nível de falha está entre 0,04% e 0,1%. Embora esses métodos sejam seguros, eles não protegem contra DSTs.

Tabelinha e coito interrompido

O método contraceptivo da tabelinha consiste em não manter relações sexuais durante o período fértil. Para isso, a mulher marca os dias do seu ciclo menstrual e, como a ovulação ocorre por volta do 14o dia, não mantém relações entre o 10o e o 20o dia de seu ciclo.

Como muitas mulheres possuem ciclos irregulares e - incluindo aquelas com ciclos constantes - estão sujeitas a eventuais alterações, este não é um método seguro, sendo que a probabilidade de falha encontra-se entre 5% e 15%. Este método contraceptivo também não previne contra as DSTs.

O coito interrompido apresenta uma porcentagem alta de falha, entre 12% e 40% - e não impede o contágio de DSTs. Consiste na retirada do pênis da vagina no momento da ejaculação. No entanto, pode haver liberação de espermatozóides antes mesmo da ejaculação.

Há também a dificuldade de se calcular o momento exato no qual o homem deve retirar o pênis. Por essas razões, tanto a tabelinha quanto o coito interrompido não são considerados métodos seguros para evitar a gravidez ou impedir a transmissão de DSTs.


terça-feira, 12 de abril de 2011

IV Congresso Nacional de Responsabilidade Socioambiental



Estou formando um grupo de pessoas de Campinas/SP para comparecer neste evento!

Vamos!!!

Entre em contato!!!

Prof. Marcos Alexandre

Taxonomia - Como funciona????

O sistema de classificação dos seres vivos

Imagine todos os seres vivos do planeta, tanto animais como vegetais. Agora, tente pensar em uma denominação para cada um deles, de forma que seus nomes os agrupe conforme suas características em comum. Difícil, não é? Mas é exatamente isso que um ramo da biologia faz. Existem pessoas que trabalham apenas para identificar e nomear espécies - os botânicos (no caso das plantas) e os zoólogos (no caso dos animais) e são chamados sistematas.

É muito importante para a ciência que todos os seres vivos sejam identificados, ou não seria possível estudá-los. A ciência agrupa os seres vivos conforme as características que eles apresentam em comum. Como num jogo de encaixar, cada grupo possui um subgrupo, o qual possui outro subgrupo, e a cada divisão as similaridades ficam cada vez mais acentuadas.

Por exemplo, no reino animal estão todos os animais. Nele, há diversos subgrupos que unem os animais que têm mais coisas em comum, como o dos mamíferos, que engloba apenas animais que mamam. A partir daí, há mais subgrupos, como os que são gerados em placenta (placentários) e que são a maioria, ou os que colocam ovos - esse é o caso dos ornitorrincos.

Ordem decrescente


A classificação básica dos seres vivos é, em ordem decrescente: reino, filo, classe, ordem, família, gênero, e espécie. Em muitos casos, há tantas especializações que esta classificação não é suficiente. Por isso foram criadas algumas subdivisões dentro de ordem, classe, e espécie. No caso do grupo "classe", encontra-se a superclasse (que fica um grau acima da classe) e a infraclasse (que fica um grau abaixo da classe). Da mesma maneira ocorre com o grupo da ordem: existie a superordem e a infraordem. No grupo de espécies, encontra-se a subespécie.

Essas subdivisões são muito comuns no caso dos insetos. A razão disso, está muitas vezes ligada à peculiaridades como número de articulações nas antenas - é o caso de uma espécie de besouro. Estudiosos descobriram que uma espécie de besouro tem alguns indivíduos com número maior de articulações nas antenas. E estes apenas se reproduziam com os seus iguais. Então, esses besouros foram classificados em uma subespécie.

O mesmo acontece com os cães. Geneticamente, são idênticos aos lobos (Cannis lupus). Mas apresentam diversas diferenças quanto a tamanho e forma. Assim, são classificados como uma subespécie dos lobos: são os Cannis (gênero) lupus (espécie) familiaris (subespécie).

Ao usar o ser humano como exemplo, veja uma classificação taxonômica completa:


  • Reino: Animalia (o homem é um animal, e nesse grupo estão todos os animais).




  • Filo: Chordata (possui notocorda - formação da coluna vertebral - no seu desenvolvimento embrionário, e aqui estão todos os vertebrados).




  • Classe: Mammalia (seu filhos mamam, e nessa classe estão todos os mamíferos)




  • Infraclasse: Placentalia (é um mamífero cuja fêmea possui placenta - mamíferos que não possuem placenta pertencem a outra infraclasse)




  • Ordem: Primata




  • Família: Hominidae (dentro desse grupo estão as subfamílias Gorilla (gorilas), Pan (chimpanzés), Ardipithecus (extinto), Australopithecus (extinto) , Pierolapithecus (extinto), Sahelanthropus (extinto), Paranthropus (extinto), Kenyanthropus (extinto), Orrorin (extinto), Homininae (seres humanos).




  • Subfamília: Homininae




  • Gênero: Homo.

    Na verdade, o gênero Homo contém diversas espécies, porém, com exceção do sapiens, todas estão extintas. São elas : Homo antecessor, Homo rhodesiensis, Homo rudolfensis, Homo habilis, Homo cepranensis, Homo ergaster, Homo erectus, Homo floresiensis, Homo georgicus, Homo heidelbergensis, Homo neanderthalensis, Homo sapiens.




  • Espécie: Homo sapiens.

    Conforme os grupos se subdividem de acordo com as características compartilhadas, o número de animais enquadrados diminui. Ao mesmo tempo, estes apresentam cada vez mais características em comum.

    Cada grupo de classificação é chamado de táxon - de onde vem o nome taxonomia. Esse sistema de classificação permite que os seres vivos sejam agrupados conforme o seu grau de parentesco e permite compreender melhor a evolução da vida na Terra.



  • segunda-feira, 11 de abril de 2011

    Taxonomia ou classificação biológia

    Por que os seres vivos têm um nome científico?

    O nome científico da espécie humana, você sabe, é Homo sapiens. Mas de onde vem nome? Como se chegou a esta nomenclatura? E qual a importância dessa nomenclatura para a ciência? Estas são algumas das perguntas que vamos responder aqui.

    Bem, a designação Homo sapiens utiliza um sistema binomial, originário do latim que gerou uma padronização ao se falar de qualquer ser vivo. Ao se falar de um mesmo ser com essa nomenclatura, os cientistas de todo mundo - não importa qual seja sua língua materna - sabem a que ser o falante está se referindo.

    A primeira palavra é escrita com letra maiúscula e indica o gênero a que o ser vivo pertence.

    A segunda indica a espécie e é escrita com minúscula. Além disso o nome científico precisa ser destacado do texto, em geral, sendo grafado em itálico.
     
    Mas como os cientistas chegaram a estes dois nomes? O caminho não foi simples e exigiu muita observação.

    Lineu, Darwin e Haeckel
     
    No século 17, o naturalista sueco Lineu (Carl Von Linné, 1707-1778) deu início ao processo de classificação biológica ou taxinomia, ou ainda taxonomia. Ele instituiu o sistema binomial, que prevalece até os dias de hoje, bem como determinou a utilização dos termos: família, classe, ordem e filo.
     
    Em meados de 1859, surgiu a teoria de evolução defendida por Charles Darwin. Segundo o darwinismo, as espécies existentes atualmente têm relação com seus antepassados que foram se adaptando a diferentes situações ambientais e, portanto, foram modificando ao longo de muitos anos. O biólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919) propôs então o termo filogênese para designar as relações de origem e parentesco entre os seres atuais e seus ancestrais.
     
    Haeckel também propôs a criação de dois outros reinos, além de animal e vegetal, que abrangeriam organismos estruturalmente mais simples. São eles o Protista, que inclui protozoários e algas, e o Monera, onde se encaixam as bactérias. Finalmente, em 1969, o biólogo R. H. Whitaker verificou que os fungos, até então considerados vegetais, formavam um reino próprio: o Fungi.

     
    Desse modo, hoje, a biologia considera a existência de cinco reinos: Metazoa (ou animal), Metaphyta (ou vegetal), Protista, Monera e Fungi. Levam-se em conta, também, cinco categorias taxinômicas, que são: o reino, o filo, a classe, a ordem, a família, o gênero e a espécie. Veja, então a classificação do homem, na qual todos nós nos enquadramos:
    Espécie:
    Homo sapiens
    Gênero
    Homo
    Família
    Hominidae
    Ordem
    Primatas
    Classe
    Mammalia
    Filo
    Chordata
    Reino
    Metazoa

    O reino indica que pertencemos ao grupo dos animais; o filo que fazemos parte dos seres que apresentam notocorda; um bastão flexível que dá origem à coluna vertebral; e a classe indica que somos mamíferos.
     
    Já a ordem determina a semelhança entre nós e os macacos, mas qual será esta semelhança? A principal é que ambos apresentamos cinco dedos em cada mão e em cada pé, sendo o polegar opositor. Outra semelhança é a visão, pois enxergamos colorido e tridimensionalmente. Além disso, desenvolvermos a inteligência e apresentamos o sistema nervoso desenvolvido.
     
    Portanto, eis algumas das semelhanças que nos colocam mesmo grupo, homens e macacos, mas será que são só essas?

    domingo, 10 de abril de 2011

    Cometas formam rugas em anéis de Saturno e Júpiter, diz estudo

    As imagens de Saturno, tiradas em 2009 pela sonda espacial Cassini, permitiram ver que um dos anéis do planeta está enrugado. Ou seja, tem uma ondulação provocada, provavelmente, pelo impacto de uma nuvem de objetos, segundo um artigo publicado pela revista "Science".
    Uma equipe de pesquisadores liderada por Matthew Hedman, do Departamento de Astronomia da Universidade Cornell, em Ithaca (Nova York), estudou as imagens captadas pela nave espacial em um período próximo ao equinócio do planeta dos anéis.

    Em agosto de 2009, explica o artigo, o Sol iluminou os anéis de Saturno e a luz evidenciou uma "ruga" que se estende por todo o anel C, o mais interior dos três anéis maiores em torno do planeta.

    M. Showalter/Nasa
    Cometa que se chocou contra Júpiter em 1994 causou rugas em anéis; as de Saturno são de 1983
    Cometa que se chocou contra Júpiter em 1994 causou rugas em anéis; as de Saturno são de 1983


    "Esta ruga tem uma amplitude de dois a 20 metros e sua longitude de onda é de 30 a 80 quilômetros", assinala o estudo.

    Os cientistas, que antecipam a hipótese de que a ruga ocorreu devido ao impacto, não visto da Terra, de um cometa, indicam que os anéis de um planeta podem funcionar como um gigantesco disco de longa duração que "grava" os efeitos de cada cometa que passa por perto.

    O estudo do sutil padrão espiral que esses cometas deixam em sua passagem permite que os cientistas "voltem a ouvir" a história de impactos muitos anos e décadas depois.

    Por sua parte, Mark Showalter, do grupo Busca por Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês), e seus colaboradores já tinham analisado os anéis de Júpiter, observados em 1996 e 2000, pela nave Galileu, e em 2008, pelo Horizon, e tinham notado ondulações inusitadas.

    Ambas as equipes mediram as propriedades dessas ondulações e as compararam com cálculos da possível evolução de tais estruturas, com o qual chegaram à conclusão de que as "rugas" nos anéis de Saturno e Júpiter foram causadas por cometas.

    Os escombros que resultaram dessas colisões inclinaram levemente os anéis de ambos os planetas, segundo os cientistas cujos cálculos indicam que as rugas no anel de Saturno datam, ao que tudo indica, da colisão com um cometa em 1983, e as do anel de Júpiter ocorreram depois do impacto de um cometa em 1994.