quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Enem 2011 - Candidatos começam a receber cartões de inscrição

O cartão de confirmação traz as informações sobre o local onde o candidato irá fazer a prova e os horários
Os cartões de confirmação de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 começam a ser entregues aos 5,3 milhões de candidatos a partir desta semana. A operação de distribuição iniciou hoje (27) pelas cidades do Interior e, na próxima semana, chegará às capitais, segundo informou os Correios.

O cartão de confirmação traz as informações sobre o local onde o candidato irá fazer a prova e os horários. O documento precisa ser, obrigatoriamente, apresentado no dia do exame. As provas serão aplicadas em 22 e 23 de outubro.

Segundo os Correios, a entrega dos cartões não será afetada pela greve dos funcionários porque, no caso do Enem, foi preparada uma “operação especial” com logística específica. Além dos cartões, os Correios são responsáveis pela distribuição das provas do Enem, com apoio das polícias estaduais e das Forças Armadas.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Guia de profissões mostra setores com maior carência no mercado

Os eventos esportivos que o país vai receber nos próximos anos e o bom momento da economia aumentaram a demanda por certos profissionais.
 
O Guia das Profissões aproveitou um mapeamento feito pelo governo federal dos setores com maior carência de especialistas e vai apresentar algumas das carreiras que compõem essas áreas, com informações sobre cursos, possibilidades de mercado e depoimentos de alunos e profissionais.

As áreas tratadas são tecnologia da informação e computação, nanotecnologia, biotecnologia, robótica, novos materiais, aeronáutica e aeroespacial, energia limpa, infraestrutura, recursos do mar e agricultura.

De acordo com Roberta César, gerente de projetos da consultoria de recursos humanos Cia. de Talentos, não é por acaso que essa carência se concentra em graduações de ciência e tecnologia.

"São áreas nas quais a gente sente que falta tanto em quantidade de profissionais quanto em qualidade."

Segundo Roberta César, a demanda por esse tipo de profissional deve seguir forte durante toda a década.

Já o aluno que não tem afinidade com tais carreiras não deve se desesperar, afirma Janete Teixeira, orientadora vocacional da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista).

"Não adianta só olhar para o mercado. As coisas são cíclicas. Se hoje essas são áreas aquecidas, as coisas podem mudar", completa.

O levantamento do governo subsidiou a definição das áreas prioritárias do programa CsF (Ciência sem Fronteira), que vai oferecer até 2014 mais 27,1 mil bolsas de graduação sanduíche.

Pelo programa, o estudante passa um ano em uma faculdade no exterior às custas do governo, com bolsa mensal de cerca de R$ 1.700.

Ao voltar, ele consegue aproveitar as disciplinas que estudou fora para concluir seu curso no Brasil.
A seleção para o CsF começa na fase do vestibular, já que, em alguns casos, uma boa nota do Enem será pré-requisito para participar.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Hoje encerra o prazo de entrega das notas do 3º bimestre para o CCS

Atente-se ao prazo!!!!

Professores da E.E.N.P.N., 
encerra hoje (26/09/2011) 
o prazo de entrega das notas
do 3º bimestre para o
C.C.S. (Conselho de Classe e Série).

Conto com a colaboração de todos!

Marcos Alexandre
PCP - EM

domingo, 25 de setembro de 2011

Veja algumas atrações que passaram na cidade do Rock





Dinho criticou políticos antes que cantar hit da Legião Urbana. Foto: Felipe Panfili/AgNews
Capital Inicial


Claudia Leite

Rihanna agradeceu o público brasileiro. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Rihanna


Red Hot Chili Peppers encerrou a noite de apresentações. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Red Hot Chili Peppers



Escolas precisam mudar para reagir à violência, defendem especialistas

Por Rafael Targino - SP/UOL

Com um novo caso de violência escolar – em que um aluno de dez anos atirou em uma professora em São Caetano do Sul (SP) e se matou–, o debate sobre como lidar com o problema volta à tona.

Especialistas ouvidos pelo UOL Educação afirmam: as escolas precisam mudar para tentar evitar novos episódios. Essas mudanças também passam, dizem, pela família e pela formação do professor.
 
“A escola precisa mudar muito. Precisa evoluir muito em questões pedagógicas, nos métodos de ensino, no próprio relacionamento dos professores com os alunos”, afirma o professor da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) Evandro Camargos Teixeira. Ele defendeu, neste ano, uma tese de doutorado sobre as relações entre violência e abandono e desempenho escolar.
 
“Não é uma questão de coerção. Isso não vai acabar com o problema. Não adianta colocar a polícia. Ela vai lá para tentar resolver o problema que acabou de acontecer. É [preciso] uma política de conscientização de todos os setores”, afirma Teixeira.

Para Paulo Carrano, professor da Faculdade de Educação da UFF (Universidade Federal Fluminense), não houve muitas mudanças nas escolas nos últimos anos. “A disciplina escolar não mudou muito, a disposição das carteiras [na sala] não mudou muito”, diz.

Professor

Essas mudanças, afirma Carrano, também devem passar pelo professor.

“O ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’, tem que ter lugar a outro tipo de autoridade. Os professores mais escutados [pelos alunos] são os que têm a autoridade do saber, que sabem o que estão dizendo, e os que têm a autoridade do afeto, que escutam, que dão valor às experiências que os alunos já trazem. O que consegue juntar as duas é o melhor professor.”
 
De acordo com o especialista, é preciso um esforço para entender as razões das atitudes violentas. “Os episódios de violência contra os professores poderiam de fatos ser diminuídos com ações que investissem mais na busca da compreensão de porque que surge o fenômeno da violência, do bullying. Se a gente não entender o que gera esse comportamento, não vamos ter soluções eficazes”, diz Carrano.

Família

Evandro Teixeira afirma também que é fundamental um acompanhamento de perto da família.

“O próprio aluno se sente mais seguro ase a própria família está participando”, diz. Carrano concorda:

“As crianças reproduzem aquilo que elas levam. Se as boas maneiras não aconteceram na família, a escola tem um problema.”