sábado, 31 de dezembro de 2011

Neymar vence disputa com chileno e é eleito o Rei da América; Ganso fica em 3º

Rei da América, Neymar foi o melhor da Libertadores, do Paulista e do Brasileirão
Rei da América, Neymar foi o melhor da Libertadores, do Paulista e do Brasileirão
 Em Montevidéu em 31/12/2011

O jovem craque brasileiro Neymar, estrela do Santos, foi eleito o Rei da América, isto é, o melhor jogador do continente sul-americano, na pesquisa anual do jornal uruguaio El País, que também apontou o uruguaio Oscar Tabárez, treinador da seleção de seu país, como o melhor técnico do continente.


Oscar Tabárez, que comandou o Uruguai no título da Copa América, derrotou o argentino Jorge Sampaoli, técnico campeão da Copa Sul-Americana com a Universidad de Chile.No total, 247 jornalistas de 19 países participaram da eleição entre os meses de novembro e dezembro, e Neymar superou o chileno Eduardo Vargas (Universidad de Chile) na sondagem por 60 votos de diferença. Com 130 votos, o brasileiro bateu o recorde que era do argentino Juan Sebastián Verón, campeão em 2009 com 109. Outro santista, Paulo Henrique Ganso, ficou em terceiro lugar com 33.



"Neymar teve um ano brilhante, conquistando a Copa Libertadores com o Santos e jogando um futebol que assombrou o mundo e que lhe abriu as portas das melhores equipes, que se matam para contratá-lo", afirma o site do jornal.

O atacante de 19 anos conquistou a Libertadores e o Campeonato Paulista, dos quais foi eleito o melhor jogador, e ainda venceu o Sul-Americano sub-20 com a seleção brasileira. Ele foi o quinto brasileiro a ficar com o título de Rei da América, depois de Bebeto (1989), Raí (1992), Cafu (1994) e Romário (2000).


Na pesquisa entre jogadores que atuam no futebol europeu, o argentino Lionel Messi (Barcelona) venceu pela terceira vez seguida. O técnico do Barça, Josep Guardiola, foi escolhido o melhor treinador.

Veja outras imagens.







Roteiro para catástrofes - Aquecimento Global

Pesquisas mostram que aumentar temperatura global
em 2ºC é receita para um desastre
por Mark Fischetti
Um mantra que tem orientado as negociações mundias sobre as emissões de dióxido de carbono tem sido que é preciso evitar um aquecimento superior a 2ºC, para não provocar resultados climáticos apocalípticos. E 2ºC tem sido um ponto sem retorno, um limite direta ou indiretamente consensual entre os negociadores nas conversações internacionais sobre o clima.


James Hansen, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA, em Nova York, cujos dados têm sido fundamentais para a fixação desse referencial, desde a década de 1980, reforçou essa hipótese.


Novos e abrangentes estudos feitos por Hansen e outros cientistas, com base em registros do paleoclima e remontando a 50 milhões de anos mostram que aumentar a temperatura mundial em 2ºC é uma "receita para o desastre".


Hansen chegou a essa conclusão após analisar perturbações médias e extremas no registro paleoclimático, que foi mais documentado em anos recentes. O registro mostra que 50 milhões de anos atrás a Terra estava livre de gelo e o nível do mar estava 70 metros mais alto, em média, do que hoje. Ambos os fenômenos resultaram de variações naturais na temperatura média devido a pequenas mudanças na emissão de energia pelo Sol e à órbita da Terra no decurso de escalas de eras geológicas. 


Atualmente nem o sol nem a órbita são fatores tão relevantes para o aumento de temperaturas; os principais responsáveis são os altos níveis de CO2 e de outros gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Os níveis de dióxido de carbono na atmosfera antes da revolução industrial eram de cerca de 280 partes por milhão (ppm), em média. Esses níveis têm subido desde então e hoje estão em cerca de 397 ppm. 

Um nível de 450 ppm tem sido de modo geral associado a um aumento de 2ºC na temperatura média mundial. No entanto, a mais recente análise mostra que um nível de 450 ppm é suficiente para derreter uma parcela significativa do gelo no mundo, porque mecanismos de realimentação entram em ação.

O derretimento de gelo acelera, por exemplo, um derretimento ainda maior. O descongelamento do permafrost (gelo permanente), por sua vez, emite metano, que acelera o aquecimento e produz um descongelamento ainda maior do permafrost.


Se o número chegar a 560 ppm o nível do mar poderá subir 25 metros em todo o mundo, segundo Eelco Rohling, professor do Oceanografia e Mudanças Climáticas na Universidade de Southampton, no Reino Unido, que em associação com Hansen apresentou os dados na reunião da AGU. Muitas em todo o mundo estão nessa cota ou em elevação inferior. Há consenso de que se os países continuarem a emitir CO2 ao ritmo atual, o mundo poderá chegar a 560 ppm em 2100.


O registro paleoclimático também mostra que 560 ppm seria suficiente para derreter todo o gelo do Ártico e posteriormente da Antártida. Rohling disse que após o descongelamento da Antártida o nível do mar subiria entre 60 e 70 metros. "Se os governos não modificarem sua atuação", acrescentou Hansen, "o planeta chegará a um estado sem gelo".


Hansen concluiu com uma mensagem aos negociadores participantes das atuais conversações sobre clima em Durban, na África do Sul: "Se o mundo começar a reduzir as emissões de CO2 em 6% ao ano a partir de 2012, os níveis atmosféricos poderão retornar ao nível 'seguro' de 350 ppm. Se o mundo esperar até 2020 para começar a agir, será necessário reduzir o CO2 em 15% ao ano para chegar a 350 ppm. Não temos tempo".


Fonte: http://www2.uol.com.br, em 14/12/2011.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Neutrino, a estrela de 2011, pode desbancar Einstein

Partícula parece superar a velocidade da luz, colocando em xeque a teoria da relatividade


Neutrinos chegaram 20 metros antes que a luz - que viaja a 300.000 quilômetros por segundo
(Foto: Nasa)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma partícula que parece superar a velocidade da luz, o pequeno neutrino, cuja descoberta colocou em dúvida as certezas dos físicos sobre a teoria da relatividade de Albert Einstein, se tornou a estrela científica de 2011.

Muitos especialistas não parecem acreditar que uma partícula elementar da matéria consiga superar a velocidade da luz, considerada a máxima com a qual algo pode se deslocar no cosmos.

Grande parte da física
moderna está baseada na teoria da relatividade de Einstein, que se baseia em que nada pode superar os feixes luminosos. Assim, a surpreendente descoberta desta partícula subatômica que viaja mais rápido que a luz provoca ceticismo entre os cientistas.

A resistência é compreensível, pois a confirmação da existência de partículas que viajam mais rápido que a luz obrigaria os físicos a repensar as leis que atualmente regem o funcionamento do Universo.

O choque da comunidade científica começou no fim de setembro, quando foram divulgados os resultados de um experimento sobre física de partículas realizado no laboratório do Centro Europeu para a Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês).

Especialistas que participaram na experiência batizada de Opera (Oscillation Project with Emulsion t-Racking Apparatus) anunciaram que haviam detectado partículas subatômicas que viajavam mais rápido que a velocidade da luz, algo que era considerado até agora um 'limite insuperável'.

Os físicos anunciaram que observaram grupos de neutrinos, criados nas instalações do CERN, viajar ao laboratório de Gran Sasso, na Itália, localizado a 732 quilômetros de distância, a 60 mil milionésimos de segundo (60 nanosegundos) mais rápidos que a velocidade da luz.

No experimento, os neutrinos chegaram 20 metros antes que a luz - que viaja a 300.000 quilômetros por segundo -, resultados que deixaram em questionamento o princípio básico da física moderna, de que nada pode movimentar-se mais rápido que a luz.

Desde então, cientista expressam ceticismo ante os resultados e buscam desesperadamente encontrar possíveis falhas nos experimentos que ressaltaram a façanha 'sacrílega' dos neutrinos, que se for confirmada pode
jogar no lixo a teoria da relatividade elaborada por Einstein em 1905.

Um grupo de cientistas do CERN - que pediu prudência após o anúncio dos resultados, que questionam um pilar da ciência moderna -, repetiu a experiência em novembro.

E os resultados confirmaram a descoberta do experimento anterior: os neutrinos viajaram novamente mais rápido que a luz.

Após os resultados dos dois experimentos, o CERN reiterou o pedido de cautela, ao mesmo tempo em que solicitou aos cientistas novas experiências para desmentir ou para confirmar um resultado que seria revolucionário.

'Não conheço ninguém que possa reconciliar as medidas com as teorias atuais. A não ser que exista um erro', afirmou Alfons Weber, especialista em física de partículas da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Desde o anúncio da existência dos neutrinos - por Dario Auterio, membro do Instituto de Física de Lyon (centro da França), que participa no experimento Opera -, os cientistas estão nervosos.

Os cientistas mantêm as esperanças agora nos resultados de experimentos similares (Minos, nos Estados Unidos, T2K no Japão), com a expectativa de que a teoria de Einstein, verificada em múltiplas
oportunidades no último século, continue sustentando o pensamento moderno de como funciona o cosmos.

Mas a ciência é construída assim, com rupturas que desprezam os conhecimentos anteriores. E os neutrinos podem derrubar Einstein.

Fonte: http://www.rac.com.br, em 31/12/2011.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sacolas Plásticas, nem pensar!!

Ensino médio em tempo integral ainda tem vagas



No novo modelo, a jornada será ampliada de seis horas para nove horas e meia, incluindo três refeições diárias



Ainda dá tempo para fazer a matrícula nas 16 escolas estaduais que serão as primeiras a funcionar no novo modelo de Ensino Médio em tempo integral, previsto entre as principais iniciativas do programa Educação - Compromisso de São Paulo. Os pais e estudantes interessados podem fazer a inscrição em qualquer escola pública. 

Apenas nessas 16 unidades, a matrícula poderá ser feita até um mês após o início do ano letivo e a volta às aulas será no dia 13 de fevereiro. Em toda a rede, as inscrições podem ser feitas durante todo o ano e o período de aulas começa dia 1º de fevereiro. A diferença entre as datas se deve às especificidades previstas no novo modelo, que inclui uma preparação diferenciada de professores e gestores. 
No novo modelo, a jornada será ampliada de seis horas para nove horas e meia, incluindo três refeições diárias. A estrutura contará com salas temáticas de português, história, arte e geografia, salas de leitura e informática, e laboratórios de biologia, química, física e matemática. Só emrecursos audiovisuais, incluindo lousas interativas, serão investidos R$ 299 mil por escola, em um total de R$ 3,18 milhões. Para as reformas e obras de adaptação foram destinados R$ 4,6 milhões. 

Os alunos terão orientação de estudos e auxílio na elaboração de um projeto de vida, que consiste em um plano para o seu futuro. Além das disciplinas obrigatórias, eles contarão com disciplinas eletivas, de acordo com a área de interesse. O intuito é contribuir para que o aluno esteja apto tanto para a continuação dos estudos após o Ensino Médio, quanto para o mundo do trabalho. 

'Nosso objetivo maior com essa iniciativa é a melhoria da qualidade da educação de nossos alunos', destacou o secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald. 'Queremos fazer com que nossos jovens formados pelo Ensino Médio de São Paulo estejam preparados não só para os novos desafios do mundo do trabalho, mas também para uma sólida formação universitária.' 
Além da integração das disciplinas do currículo, a diferença do novo modelo para as já existentes escolas de tempo integral está no novo regime de trabalho de seus professores. 

Professores com dedicação exclusiva 

O novo modelo de Ensino Médio em tempo integral terá novo regime de trabalho para os professores que atuarem exclusivamente nessas unidades. É um regime de dedicação plena e integral de 40 horas semanais com carga horária multidisciplinar, que promove uma maior aproximação entre professor e aluno. Para isso, está prevista (em projeto de lei ou em lei a ser sancionada) uma gratificação de 50% sobre o salário-base, o que equivale a um aporte de R$ 5,68 milhões anuais, R$ 355 mil ao ano por unidade de ensino. 

O trabalho a ser desenvolvido nessas primeiras unidades servirá de referência para a ampliação da iniciativa em todo o Estado nos anos seguintes, de modo a promover a melhoria da qualidade do ensino, nos termos do programa Educação - Compromisso de São Paulo, que tem como objetivos principais colocar o sistema educacional de São Paulo entre os melhores do mundo e fazer a carreira de professor ser uma das mais valorizadas entre os jovens. 

Para 2013 está prevista a implantação em mais 100 unidades e, em 2014, em outras 184. A intenção é de que até o fim da atual gestão sejam implantados 300 centros
.

Sucuri de quatro metros é capturada após circular por rodovia em Goiás

Lourdes Souza /Do UOL Notícias, em Goiânia


 
O local é banhado pelo ribeirão dos Dourados e possui áreas de alagamento, que servem de habitats para este tipo de réptil. Para a captura do animal, o trânsito precisou ser interrompido pela Polícia Rodoviária Estadual. Arisca, a sucuri ofereceu resistência e tentou fugir para a mata nas margens da rodovia.

Veja outras fotos do réptil.


O resgate durou quase uma hora e contou com a participação de oito homens, que conseguiram colocar a cobra dentro de uma jaula de contenção. Sem ferimentos, ela foi levada para o 8º Batalhão dos Bombeiros, em Goiânia. Na manhã de hoje, foi encaminhada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, onde está sendo avaliada. Após esse período, a sucuri será  reinserida em área de proteção ambiental.

Cover dos Beatles se apresenta de graça hoje no Sesc Campinas

Grupo morou dois anos na Inglaterra

e participou de importantes festivais em Liverpool,

como Beatleweek 2006 e 2007 e Matthew Street Festival,

além do mais famoso festival de bandas cover da Inglaterra: Tribfest



Hoje (29/12/2011) as 20h. 

Banda brasileira Beetles One, cover dos Beatles, faz show em Campinas 

No Sesc Campinas - Rua Dom José I, 270/333, Bonfim. 

Informações pelo telefone: (19) 3737-1500 

Entrada franca