terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Unifesp abre graduação em Ciências do Mar
Da Agência Fapesp, em 15/03/2012.


O campus Baixada Santista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) iniciou as atividades do Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia com ênfase em Ciências do Mar (BICT-Mar). O lançamento do novo curso de graduação representa a criação formal do Centro de Ciências do Mar e Meio Ambiente (CCMMA).

O curso oferece 200 vagas, sendo metade no período noturno, preenchidas pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada). São três anos para obter o diploma de Bacharel em Ciência e Tecnologia com ênfase em Ciências do Mar e mais dois anos para aprofundar o estudo em outras modalidades.
Segundo a Unifesp, com a estruturação do CCMMA, o campus na Baixada Santista pretende alcançar a excelência nacional e internacional em ensino, pesquisa e extensão voltados principalmente a assuntos portuários, energéticos, pesqueiros e ambientais, atuando também na formação de pessoal especializado, a partir da criação de novos cursos de graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu).
O BICT-Mar integra uma proposta de crescimento estratégico do campus na Baixada Santista e das necessidades da comunidade local, pela carência de profissionais voltados a ciência e tecnologia e aos assuntos relacionados ao mar, em virtude da exploração do pré-sal, da implantação do Parque Tecnológico e do desenvolvimento do Porto de Santos, bem como do Polo Industrial de Cubatão, que sinalizam o progressivo aumento da demanda por profissionais especializados nestas áreas de conhecimento na região.
De natureza interdisciplinar, o BICT-Mar oferece tanto uma formação tecnocientífica como uma formação filosófico-humanística. Com três anos de duração, o curso forma o egresso para atuar nos setores público, privado ou terceiro setor.
A graduação compreende quatro eixos de estudo: o ambiente marinho; a vida marinha; a sociedade e o trabalho no mar; mar ciência e tecnologia. Por outro lado, também possibilita o ingresso em outros cursos de graduação de maior especificidade na própria universidade, com duração de mais dois anos.
Segundo a Unifesp, com a estruturação do CCMMA, o campus na Baixada Santista pretende alcançar a excelência nacional e internacional em ensino, pesquisa e extensão voltados principalmente a assuntos portuários, energéticos, pesqueiros e ambientais, atuando também na formação de pessoal especializado, a partir da criação de novos cursos de graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu).
O BICT-Mar integra uma proposta de crescimento estratégico do campus na Baixada Santista e das necessidades da comunidade local, pela carência de profissionais voltados a ciência e tecnologia e aos assuntos relacionados ao mar, em virtude da exploração do pré-sal, da implantação do Parque Tecnológico e do desenvolvimento do Porto de Santos, bem como do Polo Industrial de Cubatão, que sinalizam o progressivo aumento da demanda por profissionais especializados nestas áreas de conhecimento na região.
De natureza interdisciplinar, o BICT-Mar oferece tanto uma formação tecnocientífica como uma formação filosófico-humanística. Com três anos de duração, o curso forma o egresso para atuar nos setores público, privado ou terceiro setor.
A graduação compreende quatro eixos de estudo: o ambiente marinho; a vida marinha; a sociedade e o trabalho no mar; mar ciência e tecnologia. Por outro lado, também possibilita o ingresso em outros cursos de graduação de maior especificidade na própria universidade, com duração de mais dois anos.

Dessa forma, o Centro de Ciências do Mar e Meio Ambiente criará cursos de graduação que complementarão a formação e darão caráter de profissionalização específica aos egressos do BICT-Mar, tais como os cursos de Engenharia de Petróleo e Energias Renováveis ou Engenharia Ambiental Portuária.
domingo, 18 de março de 2012
Madonna adianta metade de seu novo disco na internet. Ouça....
Madonna coloca nas lojas físicas e virtuais do mundo todo no próximo dia 26 seu décimo segundo disco de estúdio, “MDNA”, e pelo jeito não quer deixar seus fãs esperando muito pelo que vem por aí. Por isso a rainha do pop vem seguindo a cartilha da música atual e usando a internet para manter as atenções focadas em seu lançamento.
A loira já lançou o primeiro clipe do disco, já lançou o teaser do segundo e disponibilizou em seu canal oficial YouTube nada menos do que seis prévias de suas músicas novas. Considerando que um CD hoje em dia tem em média 11 faixas, já dá para ter uma noção de pelo menos metade do que vai ser o novo álbum da diva.
Para ouvir “I’m Addicted”, “Love Spent”, “Falling Free”, “Gang Bang”, “Girl Gone Wild” e “Superstar” (onde ela canta com a filha, Lourdes Maria) é só clicar no nome de cada música. Aqui embaixo tem o teaser de "Girl Gone Wild", com dirieto a beijo gay.
sábado, 17 de março de 2012
Em feira de ciência, casa feita de garrafa PET é apresentada como alternativa de baixo custo
Leandro Moraes/UOL em 14/03/2012
Quatro mil garrafas PET, argamassa, alguma madeira de demolição e telhado de fibras naturais. Essa foi a receita da casa ecológica apresentada na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) por estudantes do CETEP (Centro Territorial de Educação Profissional) de Ribeira do Pombal (BA). O evento começou nesta terça-feira (13), em São Paulo.
Os alunos do curso técnico de edificações Maria Aparecida Santos, 17, Fernando Souza, 18, e Thainá Santa Rosa, 17, construíram uma casa de 9 m² substituindo os blocos por 4.000 garrafas de plástico preenchidas com areia. O custo total foi de R$ 1.822, incluindo telhado, porta, janela e argamassa.
“[Esse tipo de casa] é de 40% a 60% mais barata que uma de bloco. É uma alternativa para construção de moradia de baixa renda”, diz a professora Maria José Silva Almeida, que orientou o projeto.
Segundo Thainá, além das vantagens ecológicas, de diminuir o número de lixo do aterro sanitário e, com isso, facilitar a decomposição do lixo orgânico, a casa oferece isolamento térmico. A estudante conta que a casa foi levantada em duas semanas por sete meninas e três meninos do curso, com o apoio técnico de alguns pedreiros.
A inspiração veio do incomodo com o lixo de garrafas PET e com uma casa que encontraram na Internet. A casa que serviu de inspiração, porém, tinha 46 m² e usou 2.800 garrafas de plástico. “As paredes foram montadas com mais concreto e havia maior distância entre as garrafas”, conta Souza.
A feira
Não são apenas robôs e experimentos químicos que ocupam os corredores da feira. Propaganda nazista, Caetés (primeiro romance de Graciliano Ramos) e cartas de alforria foram temas de alguns trabalhos científicos apresentados na feira. “No Brasil, as pessoas pensam que ciências são apenas ciências naturais. A ideia é que o estudante aprenda a fazer um trabalho cientifico, e há muitas áreas a serem exploradas”, avalia Roseli de Deus Lopes, coordenadora geral da Febrase.
Além das ciências humanas, os projetos estão divididos em outras seis categorias: ciências exatas e da terra, ciências biológicas, ciências da saúde, ciências agrárias, ciências sociais e aplicadas e engenharia.
Há dois métodos de seleção: o primeiro é por meio de submissão direta dos autores; o segundo é por meio de 54 feiras de ciências afiliadas à Febrace. Há projetos científicos de todos os Estados brasileiros.
Dentre os 750 estudantes que estão participando, 70 vão receber uma bolsa de iniciação cientifica do CNPq, que pode ser para continuar o mesmo projeto ou para iniciar outra investigação, conta Lopes.
Além do orientador de sua escola, o estudante deverá procurar a orientação de um professor de uma universidade ou de um centro de pesquisa.
Edição do ano que vem
Quem quiser participar da edição do ano que vem, as inscrições para novos projetos vai até 29 de outubro pelo site da Febrace. A divulgação dos finalistas vai ser no dia 18 de dezembro de 2012.
A feira de 2013 acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de março, e as cerimônias de premiação serão nos dias 15 e 16 de março.
Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia)
QUANDO: de 13 a 15 de março
ONDE: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP)
MAIS: www.febrace.org.br
QUANDO: de 13 a 15 de março
ONDE: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP)
MAIS: www.febrace.org.br
sexta-feira, 16 de março de 2012
Professores da rede estadual de SP adiam decisão sobre possível greve para o dia 20 de abril
Suellen Smosinski - UOL em São Paulo dia 16/03/2012.
Os professores da rede estadual de São Paulo marcaram uma nova assembleia para o dia 20 de abril, na avenida Paulista, para decidir se entram ou não em greve. Na manifestação desta sexta-feira (16), eles decidiram “aguardar” um posicionamento do governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP) sobre a destinação de um terço da jornada de trabalho para atividades extraclasse, regra prevista na lei que criou o piso salarial da categoria.
Professores da rede estadual de SP fazem assembleia
Cerca de 3.500 professores da rede estadual de São Paulo fizeram nesta sexta-feira (16) uma assembleia na região do Morumbi, zona oeste da capital paulista. Os docentes participaram da greve nacional de três dias convocada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), mas decidiram que vão discutir uma possível greve somente no dia 20 de abril.
Mais cedo, presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, afirmou que a Secretaria de Educação havia “acenado” com uma modificação na jornada extraclasse. O órgão enviou uma nota, no começo desta noite, afirmando que "mantém sua Resolução SE 8, de 19 de janeiro de 2012, que adequou a jornada de trabalho docente da rede estadual de ensino ao cumprimento da Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério. Também está mantida a decisão de discutir esse tema na Comissão Paritária do Plano de Carreira, tomada em sua primeira reunião, em 31 de agosto de 2011".
A Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério Público foi criada em 2008 e determina um valor mínimo que deve ser pago a professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, sendo um terço desse tempo destinado às atividades extraclasse. Segundo a Apeoesp, a secretaria estadual cumpre a remuneração mínima de R$ 1.451, estipulado para 2012, porém, no que se refere à jornada de trabalho, o entendimento que o governo faz da legislação diverge da interpretação do sindicato.
A entidade defende que o tempo de sete aulas seja dedicado a atividades como correção de provas e preparação das aulas. No planejamento atual, esse período é de apenas uma aula.
O conflito de interpretações ocorre porque, segundo a secretaria, cada aula deveria ter 60 minutos, mas, desde janeiro, tem apenas 50 minutos. O governo alega que os dez minutos restante servem para que os docentes promovam as atividades extraclasse. Entretanto, para a Apeoesp, esse período é destinado à mudança de salas de aula e atendimento a alunos.
A secretaria diz que "cumpre integralmente a Lei Nacional do Piso Salarial" e que os professores da rede estadual de ensino têm assegurada uma jornada em sala de aula correspondente a dois terços da carga horária total, que é o máximo permitido pela lei.
Os professores paulistas participaram da paralisação de três dias promovida pelo CNTE (Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação), finalizada hoje. O sindicato afirma que 30% dos docentes pararam; a secretaria diz que total não chegou a 5%.
Alargador vai além da modinha, mas enfrenta barreiras no mercado de trabalho
Por CHICO FELITTI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, em 12/03/2012.
Desses todos, poucos voltam atrás da decisão. "Faço essa cirurgia com pouca frequência", disse o cirurgião plástico Juarez Avelar.
Foi dada a alargada. E parece que ela não tem volta: os jovens que nos últimos anos deram de expandir os lóbulos não demonstram arrependimento.
Nas contas da antropóloga Mariana Junyu, há, só na cidade de São Paulo, 50 mil pessoas com botoque (ou alargador, para os íntimos).
Desses todos, poucos voltam atrás da decisão. "Faço essa cirurgia com pouca frequência", disse o cirurgião plástico Juarez Avelar.Esse é um sinal de que o procedimento perdeu o caráter efêmero das modas entre adolescentes. Mesmo que o mercado de trabalho às vezes puxe a orelha de alguns adeptos do penduricalho.
No trabalho, não? -- Foi o que aconteceu com Rafael Caldas, 22, que usa furos de 20 milímetros, quando ele começou a trabalhar, há cinco anos.
"Consegui emprego numa agência dos Correios", conta o programador. "Mas o diretor avisou logo que eu teria de tirar os alargadores. Foi muito triste."
Médicos dizem que furos a partir de 10 mm já esgarçam a pele a ponto de ela ficar frouxa quando se tira a joia -que é de plástico ou aço no mais das vezes.
Era esse tamanho-limite que a catarinense Lucia Santa Cruz, 25, usava quando foi trabalhar em um shopping de São Paulo, em 2007.
Ela tirava os alargadores na hora de bater o ponto. "No processo seletivo, já fui avisada de que não poderia trabalhar usando eles."
Ela então passou a usar o acessório só nas horas livres. Ainda assim, sofreu estranhamento. "Tinha gente que ia reclamar ao meu chefe."
O chefe de Adnan (nome fictício) numa videolocadora de Barueri tanto ouviu queixas que acabou por demiti-lo, afirma o estudante de 21 anos.
"Uma cliente reclamou de que alargador era coisa de drogado e que não caía bem para um funcionário", conta ele. "Mas isso foi há alguns anos. Acho que deve ter melhorado."
Melhorou? "Não muito", responde Carlos Nomizade, 19, estagiário de um escritório de advocacia no Rio.
"E olha que meus brincos só têm 5 mm, menos do que o plug de um fone de ouvido", conta ele, que não vai ao forum usando o adereço.
"É muita mente estreita ter preconceito contra isso", reclama o jovem.
Tempo de alargar -- Pode soar como mente estreita, mas quem conhece a lei diz que os chefes não estão fazendo discriminação.
"Uma empresa pode exigir que seus empregados se apresentem de uniforme, asseados, barbeados, sem tinturas extravagantes nos cabelos, piercings ou alargadores", diz a advogada trabalhista Marcia Yoshida.
Há quem aposte que o mercado vá se adaptar. "É uma onda geracional que vai ter um ciclo de vida longo", afirma o galerista Baixo Ribeiro, que usa alargadores de 18 mm.
Foi o que aconteceu com Rafael Caldas. Anos depois de ter de tirar os brincos para trabalhar nos Correios, ele virou o jogo.
Ganhou a confiança do chefe atual e hoje trabalha com os brincos estertores.
E mais: agora, Caldas usa roupa social com alargador.
Tema do 4 Festival da E.E. "Prof. Newton Pimenta Neves" este ano é....
Sustentabilidade é a habilidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém.
É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Em anos recentes, o conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, o que requereu a vinculação da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.
Sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade do ser humano interagir com o mundo preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. É um conceito complexo, que gerou dois programas nacionais. O Conceito de Sustentabilidade é complexo, pois atende a um conjunto de variáveis interdependentes, mas podemos dizer que é a capacidade de integrar as Questões Sociais, Energéticas, Economicas e Ambientais.
Com a finalidade de preservar o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras, foram criados dois programas nacionais: o Procel (eletricidade) e o Conpet.
• Questão Social: Sem considerar a questão social, não há sustentabilidade. Em primeiro lugar é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. O homem é a parte mais importante do meio ambiente.
• Questão Energética: Sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.
• Questão Ambiental: Sem considerar a questão ambiental, não há sustentabilidade. Com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

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