sábado, 31 de março de 2012

O show do cantor Seu Jorge atraiu cerca de 20 mil pessoas na Praça Arautos da Paz, no bairro Taquaral, na noite deste sábado.

A apresentação começou por volta das 20h30. Dono dos hits Tive Razão, Burguesinha, É Isso Aí, entre outro sucessos, Seu Jorge levantou o público que aguardava o início do show desde às 18h. Antes, o grupo campineiro Sem Tempo também levou boa música à plateia.

De acordo com o diretor de marketing e produtos da empresa que promoveu o show, Ricardo Sanfelicio, o evento foi um agradecimento à cidade e prometeu novos espetáculos. “Campinas é um polo e foi onde iniciamos os nossos trabalhos no Estado. Sabemos da importância dessa cidade”, disse.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) convocou 12 agentes da mobilidade urbana para darem fluidez ao trânsito na região, que apesar de intenso, não provocou grandes filas.

A segurança também foi reforçada com policiais militares, guardas municipais além de 130 seguranças particulares contratados pela organização.

Seu Jorge fará show hoje na Praça Arautos da Paz as 19h. Entrada Franca!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Teatro SESI Campinas com programações culturais gratuitas.


Local: Teatro do Sesi Campinas.
Av. das Amoreiras, 450, Parque Itália.
Fone: (19) 3772-4184 / 4183

Eleitor tem até 9 de maio para regularizar seu título.

9 de maio é o último dia para o eleitor requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio.

A data também marca o fim do prazo para eleitor que mudou de residência dentro do município pedir alteração no seu título eleitoral.

Golfinhos se organizam em 'gangues', dizem cientistas

 em 28/03/2012.

Golfinhos conseguem formar até três diferentes tipos de alianças, revela estudo feito no oeste da Austrália
Golfinhos conseguem formar até três diferentes tipos de alianças,
revela estudo feito no oeste da Austrália
Os golfinhos do gênero Tursiops, que inclui as espécies Tursiops truncatus e Tursiops aduncus, se organizam em "gangues", protegendo suas fêmeas de bandos rivais e ocasionalmente "mudando de lado", aponta um estudo realizado por cientistas na Austrália.
Conhecidas em inglês como "bottlenose dolphins", essas espécies tiveram seus movimentos analisados por especialistas baseados na Shark Bay, no oeste da Austrália, durante cinco anos.
Os resultados indicam que eles se movem em uma área que compreende centenas de quilômetros quadrados, e geralmente encontram diversos grupos organizados.
Richard Connor, um pesquisador dos Estados Unidos que integrou a equipe, começou a estudar os golfinhos da Shark Bay ainda no início dos anos 1980.
Uma das principais características observadas na pesquisa do americano indica que os golfinhos vivem em uma "sociedade aberta", em grupos com "um mosaico de comportamentos semelhantes", ao invés de simplesmente se organizarem em grupos de machos que guardam um território específico.
O fato de os golfinhos migrarem em "gangues", e frequentemente encontrarem rivais, mostra o elevado grau de inteligência destas espécies, já que, ao se depararem com outros grupos, precisam decidir como se portar.
Três tipos de alianças
Na região de Shark Bay, a solução encontrada pelos golfinhos foi a divisão em três diferentes tipos de alianças que os mantêm unidos.

A primeira se manifesta em duplas ou trios que trabalham juntos para capturar e manter fêmeas férteis. "Essas parcerias podem durar mais de um mês", diz Richard Connor.

No segundo tipo, os animais formam "equipes" de quatro a 14 machos que organizam ataques contra outros bandos para roubar suas fêmeas, ou para se defender de ataques rivais.
Já no terceiro tipo de aliança, os golfinhos mantêm "relações amigáveis" entre os grupos dominantes, unindo forças para formar "exércitos de golfinhos" e trabalhando juntos para resguardar suas fêmeas diante de potenciais ataques de grandes grupos rivais.

Evolução
Connor afirmou à BBC que um animal precisa ser "incrivelmente inteligente" para formar este tipo de sociedade em que grupos encontram outros grupos e devem decidir se os considerarão rivais ou aliados.
"A principal ideia para a evolução de cérebros realmente grandes é que o processo é guiado por relações sociais complexas", diz o pesquisador.
Além da decisão inicial de atacar ou se unir, os golfinhos de Shark Bay podem decidir até "mudar de lado", movendo-se de um grupo para outro ou retornando ao de origem.
De acordo com os cientistas que estudam estas espécies, somente os golfinhos de Shark Bay e os seres humanos conseguem produzir sociedades com estes níveis múltiplos de alianças entre machos.
Nichola Quick, da Unidade de Pesquisa de Mamíferos Marinhos da Universidade de St. Andrews, diz que compreender como os animais gerenciam suas redes de interação social é algo crucial para "realmente entender seu comportamento".
"Se, por exemplo, estivermos interessados nos impactos da atividade [humana] nos animais", afirmou, "só podemos realmente dizer se houve um impacto se soubermos o que os animais fazem 'normalmente'."