
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Veja o quanto a viagem para o exterior pode custar e como reduzir gastos.
Cada vez está mais fácil - e mais barato - viajar ao exterior.
Apesar das facilidades é preciso se planejar para não extrapolar nos gastos.
Para quem quer sair do Brasil, mas não tem ideia de quanto sua estadia no
exterior vai custar, a primeira dica é se basear pelo seguinte: 100
dólares/euros por dia.

De acordo com o gerente comercial da CI (Central de Intercâmbio), Jan Wrede,
se a pessoa levar 100 dólares – ou euros, dependendo do país de destino - para
gastar por dia, com itens como transporte e alimentação, ela terá uma viagem
tranquila. Com esse valor é possível se locomover todos os dias, mas usando
apenas o transporte público.
Europa e Estados Unidos
O gerente explica que em países da Europa e nos Estados Unidos, o transporte público atende muito bem a população. Não só dentro das cidades, como para ir de um estado a outro. Os trens também são opções interessantes para viajar entre países, e você não fica dependente apenas das companhias aéreas.
Muitos países, inclusive, oferecem cartões de metrô com validade mensal, que ajuda na economia. De acordo com Wrede, os 100 dólares/euros também vão permitir a compra de itens básicos. Ou seja, uma ou outra roupa, produtos de farmácia e algumas lembranças, mas nada muito exagerado nem caro. “Quem quer viajar para comprar eletrônico, tem que levar uma grana extra”, sugere Wrede.
Além disso, esse valor também vai cobrir sua alimentação. Mas, da mesma forma, sem exageros. Logo, nada de ir a restaurantes caros. Se o viajante tiver a possibilidade de preparar sua própria comida, também verá seus gastos reduzidos.
A acomodação
Mas, se esse montante é suficiente para sua alimentação e transporte, o que fazer em relação à acomodação? Para aqueles que pretendem ir ao exterior para realizar um curso, seja de inglês ou mesmo um MBA (Master Business Administration), a melhor saída – e a mais barata – é casa de família.
Casa de família ou residência estudantil são as opções mais comuns para quem vai com esse interesse. No primeiro caso, o gerente da CI (Central de Intercâmbio) explica que 30 dias, em média, sai por dois mil dólares. Essa modalidade também é interessante, pois você tem a oportunidade de realmente interagir com uma família nativa, o que permite um aprendizado da língua ainda mais rápido.
Vale destacar que a casa de família não é uma opção apenas dos mais jovens. Wrede explica que os interessados em cursos de MBAs, que normalmente são mais velhos, também podem ficar em casa de família. “As famílias recebem todo tipo de perfil”, diz o gerente.
Além da locomoção, alimentação e acomodação
Ainda, para os mais velhos, há opções específicas, com famílias oferecendo quartos mais privados. O interessado também pode pedir uma casa de família que não tenha crianças, por exemplo. Pois bem. Mas, o viajante tem mais itens com que se preocupar, que vão além da locomoção, alimentação e acomodação.
Os principais são: seguro saúde, as roupas e os roteiros das viagens. Se você ficar doente nos Estados Unidos ou na Europa e não tiver nenhum seguro que cubra sua visita ao médico, o preço da viagem vai sair muito caro. Um seguro saúde para uma viagem internacional custa em média 200 a 300 dólares, e é “absolutamente recomendável”, segundo Wrede. Imagine ter uma boa dor de dente a milhares de quilômetros de distância da sua casa.
É importante também considerar um seguro bagagem, para casos de roubo e perda. Já a questão das roupas vai depender muito do destino. Se você vai para um país muito frio, prefira comprar casacos pesados no próprio destino.
A lógica é bem simples. No Brasil, como não temos temperaturas tão baixas, os casacos – específicos para neve, por exemplo - são muito caros. Muitos itens exclusivos para o frio intenso são vendidos em lojas específicas e custam pequenas fortunas. Como lá fora a temperatura abaixo de zero é extremamente comum, as roupas vão ser mais baratas.
Para ter uma ideia de quanto você vai gastar com itens de vestuários e qualquer outro item, use a internet. Faça uma pesquisa em sites de lojas internacionais. A Macys, o Wal-Mart e o Bed Bath and Beyond são algumas das opções.
Roteiros e os pagamentos
Por fim, é preciso fazer o planejamento financeiro das viagens que pretende fazer no país de destino, bem como detalhar bastante o roteiro. O gerente da CI sugere que se faça o roteiro com bastante antecedência, e, se possível, reserve tudo aqui do Brasil, como hotéis e passagens aéreas. O pagamento antecipado traz muitas vantagens.
O último conselho é quanto às formas de pagamento. Se não quiser gastar muito, prefira carregar dinheiro a cartão. É interessante levar cartão de crédito para emergências, mas não para o dia a dia. Quando as pessoas têm que administrar o dinheiro em cédulas, elas tendem a ser mais cautelosas e gastar menos.
Portanto, pague suas compras à vista, no dinheiro e mantenha o cartão apenas como segundo opção, ou opção de para casos de emergência.
Europa e Estados Unidos
O gerente explica que em países da Europa e nos Estados Unidos, o transporte público atende muito bem a população. Não só dentro das cidades, como para ir de um estado a outro. Os trens também são opções interessantes para viajar entre países, e você não fica dependente apenas das companhias aéreas.
Muitos países, inclusive, oferecem cartões de metrô com validade mensal, que ajuda na economia. De acordo com Wrede, os 100 dólares/euros também vão permitir a compra de itens básicos. Ou seja, uma ou outra roupa, produtos de farmácia e algumas lembranças, mas nada muito exagerado nem caro. “Quem quer viajar para comprar eletrônico, tem que levar uma grana extra”, sugere Wrede.
Além disso, esse valor também vai cobrir sua alimentação. Mas, da mesma forma, sem exageros. Logo, nada de ir a restaurantes caros. Se o viajante tiver a possibilidade de preparar sua própria comida, também verá seus gastos reduzidos.
A acomodação
Mas, se esse montante é suficiente para sua alimentação e transporte, o que fazer em relação à acomodação? Para aqueles que pretendem ir ao exterior para realizar um curso, seja de inglês ou mesmo um MBA (Master Business Administration), a melhor saída – e a mais barata – é casa de família.
Casa de família ou residência estudantil são as opções mais comuns para quem vai com esse interesse. No primeiro caso, o gerente da CI (Central de Intercâmbio) explica que 30 dias, em média, sai por dois mil dólares. Essa modalidade também é interessante, pois você tem a oportunidade de realmente interagir com uma família nativa, o que permite um aprendizado da língua ainda mais rápido.
Vale destacar que a casa de família não é uma opção apenas dos mais jovens. Wrede explica que os interessados em cursos de MBAs, que normalmente são mais velhos, também podem ficar em casa de família. “As famílias recebem todo tipo de perfil”, diz o gerente.
Além da locomoção, alimentação e acomodação
Ainda, para os mais velhos, há opções específicas, com famílias oferecendo quartos mais privados. O interessado também pode pedir uma casa de família que não tenha crianças, por exemplo. Pois bem. Mas, o viajante tem mais itens com que se preocupar, que vão além da locomoção, alimentação e acomodação.
Os principais são: seguro saúde, as roupas e os roteiros das viagens. Se você ficar doente nos Estados Unidos ou na Europa e não tiver nenhum seguro que cubra sua visita ao médico, o preço da viagem vai sair muito caro. Um seguro saúde para uma viagem internacional custa em média 200 a 300 dólares, e é “absolutamente recomendável”, segundo Wrede. Imagine ter uma boa dor de dente a milhares de quilômetros de distância da sua casa.
É importante também considerar um seguro bagagem, para casos de roubo e perda. Já a questão das roupas vai depender muito do destino. Se você vai para um país muito frio, prefira comprar casacos pesados no próprio destino.
A lógica é bem simples. No Brasil, como não temos temperaturas tão baixas, os casacos – específicos para neve, por exemplo - são muito caros. Muitos itens exclusivos para o frio intenso são vendidos em lojas específicas e custam pequenas fortunas. Como lá fora a temperatura abaixo de zero é extremamente comum, as roupas vão ser mais baratas.
Para ter uma ideia de quanto você vai gastar com itens de vestuários e qualquer outro item, use a internet. Faça uma pesquisa em sites de lojas internacionais. A Macys, o Wal-Mart e o Bed Bath and Beyond são algumas das opções.
Roteiros e os pagamentos
Por fim, é preciso fazer o planejamento financeiro das viagens que pretende fazer no país de destino, bem como detalhar bastante o roteiro. O gerente da CI sugere que se faça o roteiro com bastante antecedência, e, se possível, reserve tudo aqui do Brasil, como hotéis e passagens aéreas. O pagamento antecipado traz muitas vantagens.
O último conselho é quanto às formas de pagamento. Se não quiser gastar muito, prefira carregar dinheiro a cartão. É interessante levar cartão de crédito para emergências, mas não para o dia a dia. Quando as pessoas têm que administrar o dinheiro em cédulas, elas tendem a ser mais cautelosas e gastar menos.
Portanto, pague suas compras à vista, no dinheiro e mantenha o cartão apenas como segundo opção, ou opção de para casos de emergência.
domingo, 13 de maio de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
Aprender segunda língua pode aumentar poder do cérebro.
em 02/05/2012.
- O tronco cerebral reagiu mais no caso de estudantes capazes de falar duas línguas, dizem pesquisadores
Aprender uma segunda língua pode aumentar o poder do cérebro, segundo
pesquisadores americanos.
Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro - uma "ginástica" mental que apura a mente.
Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram testes de laboratório.
Especialistas dizem que o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fornece evidências "biológicas" para isso.
A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro de 48 estudantes voluntários saudáveis - 23 dos quais bilíngues - a sons diferentes.
Foram usados eletrodos no couro cabeludo para traçar o padrão das ondas cerebrais.
Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos - o bilíngue e o de alunos que somente falavam inglês - responderam da mesma forma.
Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilíngue foi muito superior em processar os sons.
Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes - a voz do orador - e bloquear outros ruídos que distraem - as conversas de fundo.
'Poderoso' benefício
As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas.
De acordo com a professora Nina Kraus, que coordenou a pesquisa, "a experiência do bilíngue é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado no seu processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta".
A pesquisadora e co-autora do estudo Viorica Marian disse: "As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto em falantes de mais de uma língua vêm simples e automaticamente de conhecerem e usarem dois idiomas".
"Parece que os benefícios do bilingüismo são particularmente poderosos e amplos, e incluem a atenção, seleção e codificação de som", completou
Músicos parecem ganhar um benefício semelhante quando ensaiando, dizem os pesquisadores.
Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilíngue pode ajudar a afastar a demência.
Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro - uma "ginástica" mental que apura a mente.
Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram testes de laboratório.
Especialistas dizem que o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fornece evidências "biológicas" para isso.
A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro de 48 estudantes voluntários saudáveis - 23 dos quais bilíngues - a sons diferentes.
Foram usados eletrodos no couro cabeludo para traçar o padrão das ondas cerebrais.
Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos - o bilíngue e o de alunos que somente falavam inglês - responderam da mesma forma.
Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilíngue foi muito superior em processar os sons.
Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes - a voz do orador - e bloquear outros ruídos que distraem - as conversas de fundo.
'Poderoso' benefício
As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas.
De acordo com a professora Nina Kraus, que coordenou a pesquisa, "a experiência do bilíngue é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado no seu processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta".
A pesquisadora e co-autora do estudo Viorica Marian disse: "As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto em falantes de mais de uma língua vêm simples e automaticamente de conhecerem e usarem dois idiomas".
"Parece que os benefícios do bilingüismo são particularmente poderosos e amplos, e incluem a atenção, seleção e codificação de som", completou
Músicos parecem ganhar um benefício semelhante quando ensaiando, dizem os pesquisadores.
Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilíngue pode ajudar a afastar a demência.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sintomas da bopolaridade podem começar na adolescência, afirma estudo
O número de adolescentes que têm experimentado manias obsessivas, uma
característica marcante do transtorno bipolar, é próximo ao número de adultos
estimados com o transtorno de humor, sugerindo que para muitas pessoas os
sintomas começam durante a adolescência, de acordo com um estudo realizado nos
EUA.
"O conhecimento tradicional tem sido de que a mania começa entre os 20 e 30
anos", afirmou Kathleen Merikangas Ries, autora principal do estudo e chefe do
setor de epidemiologia genética no Instituto Nacional de Saúde Mental.
"Acho que o importante é que as pessoas reconheçam que a mania obsessiva
ocorre em adolescentes."
A definição mais comum de distúrbio bipolar inclui ciclos alternados de
obsessão e depressão, mas um tipo de diagnóstico de transtorno bipolar envolve
apenas a mania obsessiva.
O estudo, publicado na revista Archives of General Psychiatry,
envolveu mais de 10.000 adolescentes que passaram por longas entrevistas sobre
seu humor e comportamento.
Os pesquisadores descobriram que 2,5% atendiam aos critérios de já terem
apresentado mania e depressão, e 2,2% dos adolescentes tinham experimentado os
sintomas nos últimos 12 meses.
Além disso, no ano anterior à pesquisa, 1,3% dos adolescentes tinham apenas
mania e 5,7% tinham depressão.
De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, 2,6% dos adultos tiveram
transtorno bipolar nos últimos 12 meses.

"Eu acho que os nossos dados sugerem que o transtorno bipolar é mais comum em
adolescentes do que estudos anteriores haviam demonstrado," explicou Merikangas
à Reuters Health.
Ela disse que a razão pode ser as questões utilizadas nas entrevistas, que
foram um pouco mais amplas do que as das pesquisas anteriores, mas todos os
adolescentes que são considerados com transtorno de humor no estudo apresentaram
os critérios do manual de diagnóstico padrão de psiquiatria para o
transtorno.
"Esse estudo confirma a impressão de que o início em adolescentes faz parte
do panorama para este distúrbio, para muitos pacientes", disse Robert Finding,
diretor da divisão de psiquiatria infantil e adolescente no Centro Médico do
Hospital Universitário Case, em Cleveland, que não foi envolvido no estudo.
Especialistas disseram que os resultados do estudo não sugerem
necessariamente que a taxa de sintomas bipolares em adolescentes está subindo,
mas é mais provável que um número crescente de adolescentes que procuram
tratamento para um problema psiquiátrico estão sendo diagnosticados com
transtorno bipolar.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Estudo mostra que cérebro de jogadores de futebol é bom em planejamento.
Por The New York Times em 29/04/2012.
AFP PHOTO/ADRIAN DENNIS
Lionel Messi observa movimentação do Barcelona em jogo contra o Chelsea; para
se tornar um bom jogador, é preciso ter funções executivas
potentes
Atletas musculosos raramente são inteligentes, segundo o estereótipo. Porém,
um novo estudo relata que o cérebro dos jogadores de futebol na verdade possui
excelentes funções executivas, os processos cerebrais responsáveis pelo
planejamento e pensamento abstrato. Além disso, quanto mais próximo da categoria
de elite estiver o jogador, melhores serão essas funções.
Essa habilidade se chama inteligência para o jogo e é "muito, muito
necessária para o modo como tomamos decisões", afirmou Predrag Petrovic, um dos
autores do estudo e neurologista do Instituto Karolinska, na Suécia. "É uma
forma de trabalhar com as informações rapidamente e tomar decisões sobre o
ambiente."
Petrovic e seus colegas analisam as descobertas no periódico PLoS
One.
Os pesquisadores mediram a função executiva usando um teste padronizado
chamado D-KEFS, que avalia as habilidades para solução de problemas, uso de
criatividade e estabelecimento de regras.
Jogadores de elite
As pontuações mais altas foram dos jogadores de futebol da liga de elite da
Suécia e atrás deles ficaram os jogadores de uma divisão inferior. Os avaliados
que não eram jogadores ficaram atrás dos dois grupos de jogadores. As diferenças
foram significativas, afirmou Petrovic. Os jogadores de elite ficaram entre os
2% melhores em comparação com a população em geral.
Os pesquisadores acompanharam alguns dos jogadores em duas temporadas e
descobriram que os que conseguiram as melhores pontuações nos testes faziam mais
gols e jogadas a gol.
Não está claro se os atletas adquiriram essas funções com o tempo ou se eles
as herdaram.
"Nossa hipótese é que sejam ambos", afirmou Petrovic. "O indivíduo não
consegue se tornar um bom jogador se não possuir funções executivas potentes, no
entanto sempre é possível aprimorar a função executiva pelo treinamento",
afirmou.
Assinar:
Postagens (Atom)



