segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ganso, Mauricio de Sousa e NX Zero apoiam campanha anti-bullying

Bruno Giufrida/Divulgação/Santos FC
PH Ganso Bruno Giufrida/Divulgação Santos FC
Jogador Ganso apoia campanha contra o bullying

Cartoon Network convida estudantes do Brasil e de toda América Latina a assinar um compromisso contra o bullying.

A intenção é ampliar a campanha lançada em 2011 na América Latina chamada "Chega de Bullying. Não Fique Calado".

Para isso, o Cartoon vai transmitir vídeos com a participação de personalidades como o jogador Ganso, o apresentador Marcelo Tas, o cartunista Mauricio de Sousa e a banda NX Zero.

Ao assinarem o compromisso, crianças e adolescentes prometem não ficar calados diante de casos de bullying e são orientados a procurar um adulto de confiança que possa ajudar.

"Vou dizer algo quando vir crianças humilhando ou machucando outras. Vou falar sobre bullying com os meus amigos e com os adultos que me rodeiam. Vou mostrar para todo mundo que acho que maltratar os outros está errado.", diz o documento.

Os adultos também podem assinar um texto que diz: "Vou defender as crianças que precisam de ajuda, tanto as minhas quanto outras que necessitem do meu apoio. Incentivarei a prevenção do bullying por meio da capacitação de toda a equipe da escola, para que todos conheçam formas efetivas de proteger nossas crianças."

A iniciativa do canal tem a parceria do Facebook. A rede social vai lançar no dia 4 de junho um aplicativo anti-bullying.

Quem quiser apoiar a ideia, pode assinar o compromisso no site da campanha.
Ou pelo Facebook.

O compromisso também está disponível nos sites da Visão Mundial.

Plano Real - Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica.

Por Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Reprodução
As notas de Real, que se tornaram a moeda nacional em 1994
Durante a segunda metade do século 20, o Brasil foi o país com a maior inflação em todo o mundo.
 
Essa difícil trajetória só foi interrompida em 1994, com a implantação do Plano Real, que tornou estável a economia brasileira. Esse período da história do país é relatado e explicado a seguir numa entrevista com o cientista político Sérgio Fausto, ex-assessor do Ministério da Fazenda.

O que é inflação?

Inflação é o aumento dos preços de bens e serviços comercializados numa economia. O contrário chama-se deflação. A inflação não se refere a um ou outro preço tomado individualmente. Ela se refere sempre à média de um conjunto de preços. Só para fins de raciocínio, imagine uma economia na qual cinco bens e serviços sejam transacionados. A inflação é o aumento médio dos preços desses bens e serviços em um determinado intervalo de tempo.

Digamos que o preço desses produtos, no intervalo de um ano, aumentou 5% no caso de um deles, reduziu-se 2,5% no caso de outro e manteve-se inalterado no caso dos três restantes. Supondo que os cinco produtos tenham o mesmo peso no índice de preços dessa economia, a inflação do período foi de 2,5%.

Como a inflação é medida?

A inflação, assim como a deflação, é medida por índices de preço. Eles se dividem basicamente em índices de preço ao consumidor e índices de preço ao produtor ou no atacado. Os índices de preço são compostos por itens que integram a cesta de consumo do consumidor final ou do produtor.

Os institutos encarregados de apurar a inflação atribuem pesos diferentes a cada um dos itens conforme a sua importância na cesta de consumo das pessoas e das empresas e apuram a variação dos preços desses itens, em geral mês a mês.

Em suma, a inflação ou a deflação reflete a variação média positiva ou negativa, respectivamente, de um conjunto de bens e serviços que representam o padrão de consumo das pessoas ou das empresas em uma determinada economia.

Você poderia apresentar um histórico do processo inflacionário brasileiro na segunda metade do século 20?

Sim. É possível expor brevemente essa história, identificando as seguintes fases:

1) de 1958 a 1964, quando a inflação, alimentada primeiro pelo excesso de gasto público do governo JK e depois pela crise política que desembocou no golpe militar, passou de cerca de 20% para aproximadamente 80% ao ano;

2) de 1964 a 1973, quando a inflação declinou progressivamente para a faixa dos 15% ao ano, graças a um programa bem sucedido de estabilização realizado pelo primeiro governo militar e à existência de boas condições na economia internacional;

3) de 1974 a 1979, período marcado pelo primeiro choque do petróleo, que apanha o Brasil quase sem produção interna dessa fonte de energia, e por um endividamento crescente do país no exterior, numa tentativa imprudente de manter o país crescendo no mesmo ritmo do período anterior;

4) de 1979 a 1985, quando a inflação, que já havia atingido 100% ao ano no período anterior, ultrapassa os 200% ao ano, na esteira de um segundo choque do petróleo e de um choque de juros que pegou o Brasil muito endividado e levou à moratória da dívida externa;

5) de 1986 a 1994, quando vários programas heterodoxos de estabilização, baseados no congelamento de preços, fracassaram e levaram a inflação a patamares superiores a 1000% ao ano;

6) de 1995 até agora, quando a inflação converge progressivamente para níveis muito próximos aos observados nos países desenvolvidos.

Quais as causas da inflação brasileira?

Em toda essa história, a inflação sempre esteve ligada a desequilíbrios internos (muito especialmente o crescimento exagerado da despesa do governo, levando a um aquecimento da demanda muito acima da capacidade da oferta), a choques externos (mudanças desfavoráveis na economia internacional) e a turbulências políticas internas (incertezas quanto ao comportamento do governo em relação à economia), fatores que muitas vezes se retroalimentaram.

De que modo se dava essa retroalimentação?

Como essa foi uma história longa no Brasil, a sociedade aprendeu a se defender da inflação. O resultado foi o mais complexo e abrangente sistema de indexação de preços que já existiu em qualquer país. Todos os agentes econômicos buscavam vincular os seus preços a índices de inflação. Assim, a inflação do presente tendia a reproduzir a inflação do passado. Salvo quando havia muita incerteza em relação ao que aconteceria com a economia no futuro. Por isso a inflação subia sempre em degraus, mas nunca descia. Nesse processo, os preços subiam de elevador e os salários de escada. Ou seja, quem recebia salário ia perdendo poder de compra.

Nesse contexto, o que representou o Plano Real?

O Plano Real conseguiu mudar o rumo dessa história. Desarmou o sistema de indexação, restabeleceu a confiança em que o governo não faria loucuras na economia e virou uma página complicada da história brasileira.

O que significava a inflação para o cotidiano dos brasileiros?

A inflação foi certamente uma das principais causas de concentração da renda no Brasil na segunda metade do século 20, pelas razões apontadas acima. Quem estava em bons empregos, tinha um negócio bem estruturado e aplicações financeiras no banco podia defender-se da inflação e até ganhar com ela. Ganhar em detrimento daqueles que não tinham como se defender dela, os mais pobres, porque estes não conseguiam indexar os seus salários, não tinham aplicações financeiras, etc.

Além de ser uma espécie de imposto contra o pobre, a inflação dificultava o planejamento da vida de todas as pessoas, famílias e empresas porque quando se tem inflação alta, crônica e crescente o futuro é uma incógnita, mesmo o futuro imediato. Como se não bastasse, a inflação facilitava a trapaça e a má fé porque as pessoas tinham dificuldade de memorizar e comparar preços de serviços e produtos.

Quais as tentativas dos governos para conter a inflação?

De 1986 a 1994, houve nada menos de seis planos de estabilização fracassados: Cruzado 1 (fevereiro de 1986) e 2 (novembro de 1986), Bresser (1987), Verão (1988), Collor 1 (1990) e 2 (1991). A inflação retrocedia momentaneamente, mas voltava com ainda mais força logo adiante, ao passo que a confiança em que o governo pudesse resolver o problema diminuía a cada vez.

Por que elas fracassaram?

Um dos erros básicos foi supor que o congelamento de preços pudesse parar a inflação por tempo suficiente e criar as condições políticas para atacar as causas de fundo da inflação (desorganização das finanças públicas, uma economia muito fechada, etc.). Na verdade, o congelamento de preços criava interesses políticos na manutenção daquela situação artificial e insustentável. Resultado: os problemas de fundo não eram atacados, o congelamento desorganizava a economia e, quando acabava, a inflação voltava explosivamente.

Quando e como foi criado o Plano Real?

O Plano Real se desdobrou em três fases e, diferentemente dos anteriores, foi anunciado antecipadamente à sociedade. Em nenhum momento houve congelamento de preços. A primeira fase, que durou do final de 1993 a fevereiro de 1994 consistiu na batalha por aprovar no Congresso medidas que assegurassem um mínimo de controle sobre as contas públicas. Essa foi uma lição aprendida com os planos anteriores: como a inflação alta ajudava o governo a fechar as suas contas, se o objetivo era derrubá-la e mantê-la no chão, era preciso tomar as rédeas das contas públicas.

A segunda fase transcorreu de fevereiro a junho de 1994 e foi marcada pela progressiva cotação dos preços em URV, uma unidade real de valor, ou seja, uma referência estável de valor. O cruzeiro novo não saiu de cena de imediato. A cada dia, o BC fixava uma taxa de conversão da URV em cruzeiros, baseada na média de três índices diários de inflação.

A URV era uma quase moeda, porque servia de unidade de conta, de reserva de valor, mas não de meio de pagamento. Ou seja, os bens e serviços continuavam a ser pagos em cruzeiros novos, mas passaram a ter referência numa unidade de valor estável, mais ou menos como se fosse um substituto do dólar. Assim, a URV permitiu o alinhamento dos preços sem necessidade e as inconveniências do congelamento. A terceira fase começa com a emissão da nova moeda, o Real, em lugar dos cruzeiros novos. A URV foi a parteira do Real.

Quais as razões do seu sucesso?

Eu apontaria quatro razões. A primeira é que a sociedade brasileira havia chegado a um ponto máximo de saturação com a inflação, a tal ponto que mesmo os setores e grupos que se beneficiavam dela estavam dispostos a virar aquela página da história.

A segunda é o aprendizado com a experiência fracassada dos planos anteriores (alguns dos "pais do Real" haviam participado do Cruzado 1). A terceira é que a economia brasileira já era mais aberta às importações do que nas vezes anteriores (e a possibilidade de importação disciplina os preços internos).

A quarta, mas não menos importante, foi a liderança do então ministro da fazenda e depois presidente
Fernando Henrique Cardoso, que conseguiu reunir uma equipe econômica qualificada, convencer o presidente Itamar, mobilizar força política na sociedade e no Congresso e, finalmente, conquistar dois mandatos presidenciais que permitiram avançar na consolidação da estabilidade econômica.

Chocolate amargo previne ataques cardíacos, diz estudo

Por FRANCE PRESSE, em 01/06/2012.

Pesquisadores na Austrália descobriram que comer diariamente um pedaço de chocolate amargo ao longo de dez anos pode prevenir infartes e também reduzir "significativamente" os riscos em pacientes com problemas cardiovasculares.

O estudo, feito com pouco mais de dois mil australianos na Universidade Monash, em Melbourne, e publicado no "British Medical Journal", mostrou que o consumo de cem gramas de chocolate com percentuais de 70% ou mais de cacau é uma medida eficiente para reduzir possíveis problemas no coração.

"Nossa descoberta indica que o chocolate amargo pode prover uma alternativa, ou ser usado como uma droga complementar em pessoas com alto risco de doenças coronarianas", afirmou Ella Zomer, pesquisadora líder do grupo.

Todos os modelos utilizados foram baseados nos fatores de risco clássico, variando desde pessoas com pressão alta, a colesterol alto e obesidade.

As projeções de mortes prováveis e outras ocorrências não-fatais tiveram uma notável diferença entre os que comeram o chocolate amargo e os que não comeram.

"Um dos chamarizes desse estudo é que é uma dieta alternativa que chama a atenção de muita gente", afirmou Chris Reid, um dos pesquisadores.

Chocolates com alto percentual de cacau contém antioxidantes chamados polifenóis, que ajudam a manter os vasos sanguíneos dilatados e, consequentemente, reduzem a pressão sanguínea e melhoram a circulação.

Outros alimentos que também contém os oxidantes são frutas coloridas, como maça, chá verde e mirtilo (ou blueberries, em inglês).

Mas especialistas alertam que o consumo excessivo de chocolate amargo pode levar a obesidade, fator que é um dos líderes nas causas de doenças cardiovasculares.

"Não estamos sugerindo que o grupo de alto risco use o chocolate amargo como sua única medida preventiva, mas sim com uma combinação de escolhas sensatas, como fazer exercício também", disse Reid.

Doenças cardiovasculares são responsáveis por 30% de todas as mortes ao redor do mundo, de acordo com a Organização Internacional de Saúde.

domingo, 3 de junho de 2012

Unesp divulga cadernos de prova e gabarito da primeira fase do vestibular de inverno.

A Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) divulgou os cadernos de prova e gabarito da primeira fase do vestibular de inverno, realizado neste domingo (3).



O UOL Vestibular fará a correção comentada após o final dos exames.
A abstenção registrada nesta fase foi de 8,9%, informou a organização da prova. Dos 16.039 inscritos, 1.421 faltaram. Estão em disputa 465 vagas e as provas terminam às 18h30.
A cidade com mais faltosos, foi São Paulo, com 12,6% de abstenção. A com menos, Campinas, com 5,5%.
 

Estudantes fazem a primeira fase do vestibular 2012 de inverno da Unesp

 
 
Mais de 16 mil candidatos fazem neste domingo (3) a primeira fase do vestibular 2012 da Unesp (Universidade Estadual Paulista). A prova da primeira fase é composta por 90 questões objetivas, com cinco alternativas cada. Na foto, Rodrigo Grillo, 16, que presta para engenharia de produção Mais Leandro Moraes/UOL
A prova da primeira fase é composta por 90 questões objetivas, com cinco alternativas cada. Serão 30 questões para cada uma das seguintes áreas: língua portuguesa, literatura, língua inglesa, educação física, arte, história, geografia, filosofia, biologia, química, física e matemática.

Os aprovados para a segunda fase farão as provas nos dias 23 e 24 de junho.

O resultado final está previsto para ser liberado no dia 12 de julho. De 13 a 15 de julho, todos os candidatos classificados deverão declarar interesse por vaga, no site da Vunesp, inclusive os alunos que forem convocados para matrícula.

Mais informações podem ser obtidas no site da Vunesp.

Fonte: http://vestibular.uol.com.br, em 03/06/2012.

sábado, 2 de junho de 2012

Veja novo cartaz de "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge"

Foi divulgado um novo pôster do filme "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge", que tem estreia prevista para 27 de julho no Brasil.

O longa, que tem no elenco nomes como Christian Bale --no papel do protagonista--, Anne Hathaway, Marion Cotillard, Gary Oldman, Michael Caine, Morgan Freeman, Tom Hardy e Joseph Gordon-Levitt, é dirigido por Christopher Nolan.

Oito anos depois dos eventos de "O Cavaleiro das Trevas", o terrorista Bane chega a Gotham City, levando as forças policiais ao limite e forçando Batman a voltar à ativa, depois de ter levado a culpa pelos crimes de Harvey Dent.


Divulgação/Facebook/The Dark Knight Rises

Novo pôster de "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge"
Novo pôster de "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge"

MEC espera 6,5 milhões de inscrições no Enem 2012.


Quatro dias depois da abertura das inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, divulgou nesta quinta-feira (31) a estimativa de aumentar em cerca de 5% no número de inscritos em relação ao último exame, crescendo de 6.221.707 inscritos em 2011 para cerca de 6,5 milhões neste ano.

 Apesar do grande número de inscritos, o MEC trabalha com a previsão de cerca de 15% não paguem a taxa de R$ 35 e não compareçam à prova. De acordo com o ministro, ainda não houve registro de problemas operacionais ou no processo de inscrição até o momento.
O mais recente balanço do órgão registra 1.597.643 de inscritos para o exame, dos quais mais de 614 mil são alunos de baixa renda. Entre os inscritos, 985 mil já concluíram o Ensino Médio. Segundo o ministro, o primeiro inscrito no exame deste ano foi um aluno baiano.

Brasília vence o São José e conquista o tri do NBB.

Brasília conquistou o tricampeonato do NBB ao derrotar São José na decisão
 A primeira final em jogo único da história do Novo Basquete Brasil (NBB) não fez com que a taça mudasse de mãos. Finalista em todas as edições da competição nacional, Brasília fez valer sua experiência para vencer São José por 78 a 62, neste sábado, em Mogi das Cruzes, e conquistou o tricampeonato brasileiro.
 
Guilherme Giovannoni encara a marcação de Jefferson no jogo entre São José e Brasília João Pires/Divulgação/LNB
 
Em sua quarta edição, o NBB optou por realizar a decisão em jogo único, na casa da equipe de melhor campanha, em acordo com a Rede Globo para que a partida pudesse ser transmitida ao vivo. Foi a primeira vez em 15 anos que um duelo entre clubes do basquete nacional foi transmitido em TV aberta.

São José, porém, não pôde utilizar sua arena na decisão do torneio, já que o ginásio Lineu de Moura não atendia as exigências do regulamento para receber a final. A partida foi transferida para Mogi das Cruzes, com grande presença dos torcedores do time paulista. A mudança, porém, parece ter feito a diferença para São José, que havia perdido apenas um dos 19 jogos que fez como mandante até então.

Guilherme Giovannoni arrisca arremesso no jogo entre São José e Brasília João Pires/Divulgação/LNB

Já Brasília confirma sua hegemonia no basquete nacional, com três títulos em quatro edições do NBB. Contando com a experiência de atletas da seleção brasileira como Guilherme Giovannoni, Alex e Nezinho, o time do Distrito Federal soube parar o pivô Murilo, favorito ao prêmio de MVP do torneio, e liderou o placar durante todo o confronto.

Melhor jogador da temporada passada, Guilherme Giovannoni chamou a responsabilidade e terminou como o cestinha da partida com 26 pontos, sendo eleito mais uma vez o MVP da decisão. Arthur marcou 16, enquanto Alex contribuiu contribuiu com 15. Murilo foi o melhor de São José com 20 pontos, mas teve uma atuação abaixo do que vinha apresentando nos playoffs até então.
 
A experiente equipe de Brasília aproveitou o nervosismo de São José para dominar o início de partida. Com Murilo e Fúlvio bem marcados, o time do interior paulista passou metade do período inicial sem pontuar e viu o adversário abrir 10-0 no placar. Jefferson e Dedé impediram que o estrago fosse maior e fizeram com que o primeiro tempo terminasse com vantagem da equipe do Distrito Federal por 18 a 10.

São José equilibrou as ações a partir do segundo quarto ao acertar a mão nos chutes de três pontos com Murilo, Jefferson e Dedé, reduzindo a diferença para apenas quatro pontos. O período, porém, foi marcado pelo grande número de erros das duas equipes, que foram para o intervalo com um número maior de desperdício de bolas do que de assistências.

A reação do time paulista, porém, parou por aí. A equipe voltou a ser anulada pelo Brasília no terceiro quarto, marcou apenas 10 pontos e viu o adversário abrir 53 a 39. Com a larga vantagem no placar, o time do Distrito Federal soube administrar o resultado com os chutes certeiros de Giovannoni e Alex para comemorar seu tricampeonato nacional.