segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Visita e Palestra da Embaixadora da USP para os alunos dos 3º anos do Ensino Médio da EENPN.

A participação como embaixador era destinada somente aos alunos de graduação que foram beneficiados pelo Inclusp e Pasusp, como forma deles mostrarem e incentivarem outros alunos de escolas públicas a também participarem do vestibular da Fuvest. 


Após as visitas, todos os embaixadores precisam fazer um relatório sobre as suas atividades, que servem como parâmetro para a Pró-Reitoria de Graduação acompanhar o trabalho e receber sugestões, reclamações que contribuirão para aperfeiçoar as próximas edições do programa.

Na ocasião, também foram apresentados os materiais de apoio que serão utilizados pelos embaixadores nas visitas às escolas públicas: marcador de páginas contendo as informações principais, para distribuição aos alunos; guia detalhado para cada embaixador utilizar durante a visita. 

Além dos materiais impressos, a pró-reitora gravou um vídeo com explicações sobre o Programa Embaixadores para facilitar a apresentação das informações sobre a Universidade.

sábado, 20 de julho de 2013

Podólogo em Campinas/SP (Região do Pq. Prado)


Podólogo em Campinas - Prof. Marcos Alexandre

Tratamento Podológico.
Assepsia podal,
corte das unhas,
lixamento,
retirada de calosidade.

Cuidando dos pés por completo.

Após o tratamento faço uma esfoliação e uma hidratação.

Você é nosso Cliente VIP.
Agende uma consulta - Fone: (19) 8844.7270
Local: Parque Prado - Campinas

Podologia é um ramo profissional que auxilia a medicina e tem sua atuação voltada à prevenção e tratamento das patologias dos pés.
Cuidado em geral dos pés:

•Micoses;
•Calos ;
•Calosidades;
•Unhas encravadas;
•Verrugas;
•Granulomas; 

•Órteses;
•Reflexologia;
•Acupuntura Auricular;
•Tratamento para pessoas com pés diabéticos;
•Tratamento Podológico com Alta Frequência; 

A quem se destina:
•Pessoas com problemas nas unhas, dedos ou sola dos pés;
•Portadores de diabetes com o objetivo de prevenção;
•Pessoas que procuram higiene, estética, saúde e bem estar para os pés. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nota da escola no Enem está relacionada com o nível socioeconômico dos alunos


Tese de doutorado mostra prós e contras dos rankings feitos com base no exame

Foto: DivulgaçãoEnem: Questionário Socioeconômico
Enem: Questionário Socioeconômico



Grande parte (79%) do desempenho das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é explicada por fatores exteriores a ela, como o nível socioeconômico das famílias dos alunos, a cor da pele dos estudantes, a dependência administrativa e o Estado em que está localizada, entre outros. O chamado efeito escola responde, portanto, por apenas 21% da média da unidade.


A conclusão é da pesquisa de doutorado do professor Rodrigo Travitzki, realizada na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Travitzki é professor de biologia do Ensino Médio do Colégio Equipe. O estudo, que recebeu o título "Enem: limites e possibilidades do Exame Nacional do Ensino Médio enquanto indicador de qualidade escolar", foi orientado pela professora Carlota Boto.


A maior contribuição da pesquisa, segundo o autor, é mostrar o que de fato os rankings com dados do Enem revelam e os efeitos que podem gerar. “De certa forma, confirmei com a estatística o que muitos já imaginavam: o ranking informa mais sobre as condições socioeconômicas da escola do que sobre seu possível mérito pedagógico”, sintetiza Travitzki.


O estudo foi feito com base nos microdados do Enem de 2009, divulgados em 2010. Para a observação do perfil dos alunos e das escolas Travitzki cruzou informações do questionário socioeconômico da avaliação com dados do Censo Escolar do mesmo ano.


A prática de ranquear as escolas considerando somente as notas esconde o perfil dos alunos que ali estudam, afirma o professor. “Segundo os cálculos, 20% das escolas estavam abaixo da média no ranking, mas teriam resultado acima do esperado, quando consideramos as diferentes condições socioeconômicas. Ou seja, essas escolas estariam realizando um bom trabalho, mas o ranking as desvaloriza”, afirma.


Para Francisco Soares, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos mais respeitados especialistas em avaliação do País, a pesquisa de Travitzki joga luz sobre questões do Enem que nunca foram muito debatidas. “A contribuição mais importante do Rodrigo foi constatar que o Enem está usando itens que têm comportamento empírico ruim. Claro que a tese tem várias outras qualidades, mas ele coloca a necessidade de mais transparência em pontos que não haviam sido considerados antes”, explica Soares.


Rankings
Para o pesquisador, usar o Enem para ranquear escolas, enxergando nele um indicador da qualidade de ensino das instituições, é uma prática problemática por diversos fatores – um deles é utilizar o mesmo exame para várias finalidades. “Uma boa prova de seleção, por exemplo, deve ter um número maior de itens difíceis, enquanto uma prova para avaliar o sistema educacional precisa de mais itens médios”, defende. “Há também problemas mais técnicos, que todos conhecem bem, como a comparabilidade das médias e a ausência de amostras por escola.”


O pior efeito, segundo ele, é a utilização comercial que se faz dos rankings baseados no Enem. “É um fator relacionado a uma supervalorização dos mecanismos de mercado. A ideia é que publicar resultados por escola ajuda a informar os pais, enquanto consumidores, e estimula as escolas a melhorar. Mas essa informação, além de superficial, é distorcida e se insere em uma estrutura mais ampla muito engessada”, afirma Travitzki.


Segundo ele, as escolas particulares acabam ficando “presas” às tendências do mercado, preparando-se essencialmente para o desempenho na prova. “Isso não é ruim em si mesmo, se considerarmos que o Enem tem um efeito positivo no currículo do Ensino Médio em relação ao que se tinha antes. No entanto, a parte ruim, na minha opinião, é quando se supervaloriza o Enem e as provas em geral, como se a Educação servisse só pra isso.”

Fonte: Todos Pela Educação

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Jovens e adultos já podem se inscrever em cursos para o segundo semestre de 2013


Os interessados devem comparecer em qualquer escola estadual com RG ou certidão de nascimento e realizar a matrícula


Estão abertas as inscrições para o segundo semestre dos cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em escolas da rede estadual. Serão atendidos alunos que não tiveram acesso à escolarização na idade adequada ou não deram continuidade aos estudos nos ensinos Fundamental e Médio.
Os interessados devem comparecer em qualquer escola estadual com RG ou certidão de nascimento e realizar a matrícula. O estudante será encaminhado para uma unidade próxima que ofereça a série escolhida, no início das aulas, em agosto.
Para ingressar no Ensino Fundamental por meio do EJA, o candidato deve ter, no mínimo, 15 anos. No Ensino Médio, a faixa etária aumenta para 18 anos. “A participação nos cursos da EJA auxilia aqueles que estão em busca de realização pessoal e também profissional, já que o mercado de trabalho exige cada vez mais escolarização avançada”, afirma Mertila Larcher de Moraes, diretora do Centro de Educação de Jovens e Adultos.
A rede estadual também oferece curso com presença flexível e atendimento individualizado nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA). Para cursar a modalidade nos CEEJAs o aluno deve ter, no mínimo, 18 anos.
Para obter informações sobre os locais de inscrição, o estudante pode entrar em contato pelo telefone  0800-7700012, de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, ou pelo e-mail infoeducacao@educacao.sp.gov.br.