segunda-feira, 5 de abril de 2010

"Além de Darwin" explica por que patos são os "campeões penianos do mundo"

No capítulo de "Além de Darwin" intitulado "Donald, o bem-dotado - Batalha sexual faz dos patos os campeões penianos do mundo", o repórter de Ciência da Folha Reinaldo José Lopes explica os motivos evolutivos por trás da grande dilatação peniana da espécie.


Uma oportuna contribuição para o debate internacional da evolução

O capítulo, que está na parte "Parceiros - dos deleites e das agruras de se reproduzir fazendo sexo" da obra, é um exemplo de como o autor consegue usar fatos inusitados e bem-humorados para iniciar uma discussão mais profunda sobre as teorias darwinianas e seu impacto na ciência e no cotidiano.

A teoria da evolução, e o seu embate com o criacionismo, outro dos assuntos centrais da obra, é um dos temas mais polêmicos e importantes da biologia, quanto da ciência e até mesmo da natureza humana. "Além de Darwin" contribui a esse debate ao expor com simplicidade -mas sem abrir mão da profundidade- a teoria darwiniana até os mais recentes avanços da biologia e da genética.

A biologia hoje possui um papel central no conhecimento no século 21, semelhante ao que a física teve no século 20. Da medicina à engenharia genética, dos alimentos modificados ao meio ambiente, das pesquisas com células-tronco à história da vida, tudo passa por ela. Segundo, a teoria da evolução está no centro do mais acirrado debate político-ideológico contemporâneo, o que confronta a própria evolução ao criacionismo e o design inteligente.

O título se diferencia de outras obras científicas pelo tom direto, como em um livro-reportagem, resultado da experiência do autor com o jornalismo científico, o que o torna uma obra que pode ser compreendida pelos leigos sem alienar os iniciados.

Pessoas entre 20 e 29 anos podem se vacinar contra gripe suína a partir de hoje.


A terceira etapa de vacinação contra a gripe suína - a gripe H1N1 - começa hoje dia 05/04 e será destinada à população de 20 a 29 anos.

Segundo o Ministério da Saúde, a segunda etapa da campanha, para imunizar grávidas, crianças de seis meses a dois anos e portadores de doenças crônicas, foi prorrogada e deve ocorrer até o dia 23 de abril.

A segunda etapa começou no dia 22 de março e deveria se estender até anteontem, mas, em decorrência do feriado prolongado de Páscoa, deverá seguir simultaneamente com a terceira etapa da campanha.

Grupos prioritários Data da vacinação
Trabalhadores da saúde e indígenas 08/03 a 19/03
Gestantes 22/03 a 23/04
Doentes crônicos 22/03 a 23/04
Crianças de seis meses a menores de dois anos 22/03 a 23/04
População de 20 a 29 anos 05/04 a 23/04
Campanha de vacinação do idoso (gripe comum) 24/04 a 07/05
População de 30 a 39 anos 10/05 a 21/05

Após o encerramento dessas etapas, receberão a vacina idosos com 60 anos ou mais portadores de doenças crônicas, entre 24 de abril a 7 de maio. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum. No período de 10 a 21 de maio, serão imunizados adultos de 30 a 39 anos.

A vacinação de grupos prioritários segue parâmetros da OMS (Organização Mundial da Saúde), que recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, além de gestantes e pessoas com doenças crônicas.

O Ministério da Saúde ainda não informou quando a vacina estará disponível para o restante da população.

A vacinação ocorre antes do inverno, período em que as gripes aparecem de forma mais acentuada. A medida já ocorreu em boa parte dos países do hemisfério norte e agora começa no hemisfério sul. No mundo, ao menos 16 mil pessoas já morreram devido a doença. No Brasil foram cerca de 1.700.

Doenças crônicas para vacinação
Obesidade grau 3 (antiga obesidade mórbida) em crianças, adolescentes e adultos
Doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)
Asma (forma grave)
Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)
Imunodepresão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas
Diabetes
Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória
Doença hepática (ex: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica)
Insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise
Doença hematológica (ex: hemoglobinopatias)
Menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (ex: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki)
Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca
Cardiopatia estrutural (ex: hipertensão arterial pulmonar e valvulopatia)
Cardiopatia isquêmica ou hipertensiva com disfunção ventricular
Cardiopatias congênitas cianóticas
Cardiopatias congênitas acianóticas (não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção)
Miocardiopatia (dilatada, hipertrófica ou restritiva)
Pericardiopatia
Fonte: Ministério da Saúde

Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações.

Fonte: Folha Online

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa!

59% dos brasileiros acreditam em Deus e também em Darwin

Ao investigar as convicções sobre o desenvolvimento da espécie humana, pesquisa Datafolha mostrou que a maioria crê em Deus e em Darwin. Para 59%, o homem resulta de milhões de anos de evolução, mas guiada por um ente supremo, informa reportagem de Hélio Schwartsman publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).


Um em cada quatro brasileiros, porém, acredita que o ser humano foi criado por Deus há menos de 10 mil anos. Para 8%, a evolução se dá sem interferência divina.

Os índices variam segundo a classe social e a educação. Quanto maiores a renda e a instrução, maior é a parcela de darwinistas e menor a de criacionistas, que dão mais peso à ação divina.

Os resultados se assemelham aos da Europa e contrastam com os dos EUA. Segundo pesquisa Gallup de 2008, lá os criacionistas somam 44%. Os evolucionistas com Deus, 36%, e os darwinistas "puros", 14%.

O Datafolha ouviu 4.158 pessoas com mais de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos.

sábado, 3 de abril de 2010

Fotógrafo flagra ursa polar e filhote

Após 3 semanas confinados, mamãe saía com filhote pela 1ª vez no Alasca.
Cena rara pode não se repetir mais no futuro, pois espécie está sob risco

O período que eles passam 'escondidos' é importante para aclimatar o filhote. Depois que os filhotes estão prontos para enfrentar o mundo lá fora, a mãe os leva para o mar para ensinar a caçar focas. As imagens, divulgadas agora, foram tiradas pelo americano Steven Kazlowski, experiente fotógrafo de vida selvagem e ambientalista. Ele viajou pela região no ano passado com a ajuda de um guia esquimó. (Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media/Getty Images)


Fêmea de urso polar e filhote recém-nascido são vistos em 24 de março de 2009 na costa ártica do Alaska. A imagem é rara e corre o risco de, no futuro, não se repetir mais, pois os ursos estão em risco por conta do aquecimento polar: uma mamãe ursa mostrando seu filhote pela primeira vez, depois de três semanas confinados em uma caverna gelada. (Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media/Getty Images)

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo