sábado, 27 de fevereiro de 2010

Alimentos detergentes ajudam a limpar e proteger os dentes


Alguns tipos de verduras, legumes e frutas mantêm a saúde da boca e ainda previnem problemas no estômago.

Cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia. É a quantidade de consumo sugerida pela Organização Mundial de Saúde numa alimentação balanceada. Ricos em vitaminas, esses alimentos agem como uma barreira no organismo na proteção contra várias doenças. Alguns não só cuidam da saúde como também ajudam a manter o sorriso saudável e perfeito.

Maçã, pêra, melancia, kiwi... O que essas frutas têm em comum? Além do sabor delicioso, todas possuem substancias capazes de combater as cáries e de remover as placas bacterianas. Elas agem como detergentes que limpam os dentes durante a mastigação.


“Essas características são baixo teor de açúcar, presença de água e presença de fibras, fibras consistentes que não se soltam facilmente durante a mastigação”, diz Magali Schilling, nutricionista.

A cenoura, o pepino, a acelga e o aipo, além das nozes e castanhas, têm a mesma função. Entre os alimentos vilões estão aqueles ricos em carboidratos e açúcar. Eles fermentam na boca, ajudam formar ácidos, que causam a cárie. Mais um motivo para começar uma mudança de hábitos.

“Precisamos diminuir o consumo de refrigerantes entre as refeições, aquele café adoçado de hora em hora, esse açúcar em qualquer suco também de frutas que esteja com açúcar, ele vai ter uma ação formadora de ácido e cariogênico, então”, explica.

Não é só uma questão de estética: comer frutas, legumes e verduras ajuda no equilíbrio do corpo. Nada de pressa. Tudo começa com uma boa mastigação.

“Isso evita problemas de gastrite, de úlcera, e o alimento bem digerido ele é bem absorvido e então ele permite que aquela substância que saiu do alimento entre na nossa corrente sanguínea, cumprindo com seu papel”, orienta.

Mas o fato de dar preferência a esses alimentos, não significa que outros cuidados devem ser esquecidos. É bom lembrar: nada substitui a escovação.


“É importante a escovação do dente, usando fio dental, a pasta com flúor e a escova porque a fruta começa a se decompor e aí os ácidos começam a se formar na cavidade bucal e aí pode haver a formação de cárie”, alerta André Nóbrega, dentista.

Mas se a pessoa não tiver condições de escovar de jeito nenhum, comer um alimento deste tipo, como uma maçã ajuda.

“Quebra um galho. É um efeito paliativo”, afirma o dentista.

Fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Estudo sugere que pessoas menos inteligentes fumam mais


Os fumantes parecem ter menor quociente de inteligência (QI) do que os não-fumantes, e, quanto mais uma pessoa fuma, "menos esperta" ela parece ser, segundo pesquisadores do Centro Médico Sheba, em Israel. Em pesquisa com 20 mil recrutas israelenses, os especialistas descobriram que homens jovens que fumam um maço de cigarros por dia ou mais têm QI 7,5 pontos menor do que aqueles que nunca fumaram.

Avaliando os recrutas militares de 18 anos de idade - 28% que fumavam pelo menos um cigarro por dia, 3% que eram ex-fumantes e 68% que nunca tinham fumado -, os pesquisadores notaram que a média de pontuação dos fumantes nos testes de inteligência foi bem menor do que a dos não-fumantes - 94, contra 101 -, independentemente de status socioeconômico e da escolaridade dos pais. E os resultados indicaram, ainda, que, quanto mais cigarros eles fumavam diariamente, piores eram seus resultados nos testes de QI - de 98 para pessoas que fumavam de um a cinco cigarros por dia, para 90 daqueles que fumavam mais de um maço.

De acordo com os autores, os participantes foram proibidos de fumar no período dos testes, assim, os sintomas de abstinência podem ter afetado os resultados dos fumantes. Porém, mesmo aqueles que começaram a fumar pouco tempo antes da pesquisa, após entrarem no exército, apresentaram pior QI do que os não-fumantes, o que indica pouca influência da abstinência de nicotina sobre os resultados.

Baseados nesses resultados, os especialistas concluíram que pessoas com menor QI são mais propensas a começar a fumar e a fumar mais cigarros, e que os resultados não indicam que o tabagismo possa tornar as pessoas menos inteligentes. Por isso, eles defendem que "adolescentes com pior QI podem ser foco de programas desenvolvidos para a prevenção do tabagismo".

Fonte: Addiction. Fevereiro de 2010.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Escolha o tênis certo para o seu pé.


Guia completo com dicas de especialistas para escolher o calçado ideal para cada tipo de corredor e se exercitar de forma confortável e segura
“A corrida é um esporte democrático e fácil de praticar, já que o atleta só necessita de um par de tênis e boa vontade”. Certo, você já deve ter ouvido esta frase, mas será que escolher o calçado ideal é tão simples quanto parece? A cada dia, grandes marcas esportivas lançam novos modelos, com cada vez mais especificidades e diferenciais, que prometem melhorar seu desempenho.
O mais importante na hora de fechar a compra de um tênis, porém, não é a marca, o preço, nem o design, mas adequar o modelo certo para suas características, seja de corredor, como pisada, quilometragem e tipo de treino, com as características pessoais, de peso, altura, já que, a cada quilômetro percorrido, o atleta recebe, aproximadamente, de 500 a 1.200 impactos.
“Nosso movimento é como uma corrente, cheia de elos. Até mesmo uma pequena bolha já muda a maneira de caminhar, e, com isso, aparece dor no joelho, na coluna. Por instinto, o corpo poupa o local problemático do pé e muda toda a dinâmica do andar”, explica Miguel Achylles Nucci, mestre em biomecânica pela Universidade Estadual de Santa Catarina.
Como escolher seu tênis
Um tênis bonito, moderno e caro. Perfeito para calçar e correr, não? Errado. A escolha do tênis certo vai muito além e, muitas vezes, nem passa por essas variáveis.
O primeiro mito é do preço. Nem sempre os mais caros oferecem mais amortecimento e, muitas vezes, um tênis mais em conta dá (e bem) conta do recado.
Outro pensamento errôneo é sobre os tênis novos. “O calçado apresenta os melhores resultados após certo período de uso”, explica o educador físico Roberto Bianco, em seu em seu estudo de mestrado na Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Uma das recomendações dos especialistas é sobre a vida útil, que não deve ultrapassar 600 km. Para os tênis de competição, a sugestão é de 300 km. Porém, essa margem ainda garante um fôlego extra, segundo estudos de Bianco. Não convém, entretanto, ultrapassar muito essa recomendação.

Nucci tem outra observação. “Quem quer um tênis para maratonas tem de ver, além do amortecimento, uma palmilha especial e cabedal feitos para dissipar ou absorver o suor, senão o pé fica encharcado, causando bolhas (Assista um vídeo com dicas de como evitá-las)” , ensina e pontua:

:: O tênis não pode apertar o pé. O ideal é que sobre até um dedo entre o cabedal e a ponta dos dedos.

:: Quem está acima do peso tem de pensar em amortecimento.

:: Lavar os tênis pode reduzir a vida útil.

:: Importância também às meias: o cano mais alto em relação ao tênis evita bolhas por atrito na parte de trás.

Os tipos de pisada


Para escolher o tênis certo, um passo importante é saber o formato do seu pé e seu tipo de pisada. São três os “tipos” de pé: o de arco alto, o de arco normal e o de arco baixo. Veja a figura ao lado:

Além do formato do pé, a forma como ele atinge o chão também influencia na escolha do tênis. O fisioterapeuta Reginaldo Fukuchi, membro do laboratório de Movimento do Instituto Vita e do Laboratório de Biofísica da USP, explica quais são os três tipos de pisada existentes e suas principais características:



Pronadora:: “A pronação vai haver em todo corredor, a diferença é que quem é pronador faz isso excessivamente”.



Na pisada pronada, o corredor apoia o lado de fora do calcanhar no chão e move o pé para dentro, passando pelo dedão e terminando no dedinho.



Supinada: “Assim como na pronada, na pisada supinada também acontece pronação, contudo, em um grau bem inferior. Neste tipo de pisada, há uma sobrecarga na parte de fora do pé do corredor”

Aqui, acontece o inverso da pronação. O atleta começa o movimento de pisada com a parte de fora do calcanhar, mas faz um movimento de apoio da parte externa do pé, até o dedinho.

Neutra: “É o tipo de pisada com maior equilíbrio. Nela, há uma pronação mínima, de 8 à 15 graus. O movimento com o calcanhar não sofre nenhuma alteração para os lados do pé”.


Neste tipo de pisada, há um movimento invariável desde o calcanhar até a ponta do pé, e forma uma pegada reta e constante.

Acesse o site abaixo e veja um vídeo de como é feito o teste de pisada.
http://oxigeniotv.uol.com.br/#view/como-e-feito-um-teste-de-pisada-0402356EC4916326

Conheça seu tênis

Agora que você já conhece mais sobre a parte fisiológica da passada é hora de entender mais sobre seu tênis. Cada parte do calçado tem sua importância, veja na figura abaixo a função de cada uma delas.

1 Cabedal é o corpo do calçado

2 Palmilha é responsável pela postura correta do pé dentro do calçado

3 Entressola é a camada entre o cabedal e o solado

4 Sola externa é fabricada com diversas camadas, para agir conforme as necessidades de cada parte do pé. A sola do tênis divide-se da mesma maneira que a pisada:

A Calcâneo: Responsável pela estabilidade, amortecimento e impulsão

B Médio-pé: Feito em material duro e resistente, forma uma “armadura” para dar estabilidade

C Antepé: tem o “bico” levantado para facilitar o movimento da passada, que dobra naturalmente a parte da frente do tênis

D Contenção do calcanhar

Agora que você já sabe tudo sobre o assunto, é hora de escolher o tênis que melhor se encaixa nas suas características.

Fonte: http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Passos para um Trabalho de Pesquisa Escolar

TRABALHO ESCOLARAs orientações abaixo apresentadas foram organizadas utilizando-se como base as seguintes normas da ABNT: NBR 14724: 2002 - apresentação de trabalhos acadêmicos; NBR 6024: 2003 - numeração progressiva das seções de um documento; NBR 6027: 2003 - sumário; NBR 6023:2002 - referências.
Considerando que o nível de complexidade de um trabalho escolar é menor do que um trabalho acadêmico optou-se em se fazer algumas alterações e ou supressões de conteúdos indicados nas normas visando adequá-las as necessidades locais.
O trabalho escolar é um documento que representa o resultado de um estudo/pesquisa sobre um assunto. Sua produção pode envolver um ou mais alunos e, necessariamente deverá ter a coordenação de um orientador.
O processo de elaboração de um trabalho escolar é uma vivência que precisa ser criativa possibilitando uma interação rica com pessoas, fontes e recursos diversos, a fim de atingir maior autonomia com relação à forma de aprender e construir conhecimentos, desenvolvendo uma visão mais crítica e ampliada.
1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar, resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo:
a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco, preferencialmente nas dimensões 297x210 mm (A4);
b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha;
c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da introdução. O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel, margeado à direita;
d) margem - superior e esquerda = 3 cm
inferior e direita = 2 cm;
e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 de entrelinhas;
f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10;
g) parágrafo – 2cm da margem esquerda;
h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta, com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço.
Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal, negrito ou, itálico (ver modelo).
Os títulos - Sumário; Referências; Anexos - não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada.
2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR
A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa; sumário), textuais (introdução; desenvolvimento; conclusão) e pós-textuais (referência; anexo).
2.1 Capa
Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou " embelezamento", composta de:
a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor. Deve ser centralizado à margem superior, com letras maiúsculas, tamanho 12, espaçamento entre linhas simples;
b) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 16;
c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm, centralizado, letras maiúsculas, tamanho12;
d) Local, mês e ano: centralizado, a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12. (ver modelo)
2.2 Sumário
Iniciar em folha distinta, título sem indicativo numérico, centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo.
Indica as partes do trabalho, capítulos, itens e subitens, e as páginas em que se encontram. (ABNT. NBR 6027, 2003) (ver modelo)
2.3 Introdução
Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1), alinhado à margem esquerda, a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo.
A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito, anunciando o assunto a ser abordado.
Na seqüência é necessário delimitá-lo, isto é, indicar o ponto de vista sob o qual será tratado; situá-lo no tempo e espaço; mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica, pesquisa de laboratório, etc).
2.4 Desenvolvimento
Também chamado corpo do trabalho, deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. O conteúdo pode ser subdividido em capítulos, dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.
Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível, em itens e subitens, adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.
Exemplo:
2 ALGODÃO
2.1 A Semente do Algodão
2.1.1 Variedades
2.2 Técnicas de produção
2.5 ConclusãoIniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda.
Constitui o ponto de chegada, isto é, deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais, é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho, ponto de chegada das deduções lógicas, baseadas no desenvolvimento.
2.6 Referências
Apresenta-se em folha distinta, título centralizado, sem indicação numérica, elemento obrigatório. ( ABNT. NBR 14724, 2002)
Todas as fontes de informação (livro, revista, fita de vídeo, home-page, CD-ROM, etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista, digitadas em espaço simples, margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo (ver exemplo de apresentação de referências).
Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria, título, editora, local e ano de publicação) sobre o documento, que permita identifica-lo de forma única. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002, produzida pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. (Como fazer referências?)
2.7 Anexo(s)
Sugere-se apresentação em folha distinta, título centralizado, elemento opcional.
Poderão fazer parte do item "Anexos", textos ou documentos não elaborados pelo autor, que venham contribuir para ilustrar, esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho. São exemplos de anexos: leis, mapas, fotografias, plantas etc.
Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo.
"Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos." (ABNT. NBR 14724, 2002, p. 5)
Exemplo:
ANEXO A – Tabela de classificação de sementes.