segunda-feira, 18 de abril de 2011

Minha Escola na SANASA - Visita com os alunos do Ensino Médio.

Este trabalho visa conscientizar crianças e adoscentes sobre a importância do saneamento e do uso racional da água.

O programa dispõe de uma equipe de engenheiros e técnicos do seu próprio quadro de funcionários, de suas instalações operacionais, de um ônibus personalizado e de dois grupos de teatro terceirizados.

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Devido a imensa procura das escolas a SANASA determinou que cada uma participe com uma única série (mesmo que os alunos desta estejam distribuídos em várias classes e em períodos distintos).

Desta forma consegue-se atingir a escola como um todo com a repetição do Programa ao longo dos anos.

domingo, 17 de abril de 2011

Metade das 672 espécies brasileiras ameaçadas está protegida

AGÊNCIA BRASIL
Metade das 627 espécies brasileiras ameaçadas de extinção vive em unidades de conservação federais, onde estão mais protegidas do risco de desaparecer da natureza. É o que mostra levantamento divulgado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) na terça-feira.

Onça-pintada está entre os animais ameaçados que se encontram em áreas de conservação brasileiras
Intitulado Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais, o levantamento detalha quais são e onde estão as 314 espécies encontradas em unidades de conservação de todo o país, inclusive no bioma marinho.
Marcus Obal/CC
Onça-pintada está entre os animais ameaçados que se encontram em áreas de conservação brasileiras

Entre os animais ameaçados encontrados nas áreas de conservação, estão o peixe-boi-da-amazônia, a onça-pintada, o mico-leão-dourado e a arara-azul-de-lear, símbolos da fauna brasileira ameaçada.

Apesar da proteção de espécies emblemáticas, ainda não se sabe se a outra metade da lista de animais ameaçados está em territórios protegidos.

A maioria dos animais com risco de extinção registrados nas UCs é de aves e mamíferos, mais fáceis de identificar, segundo o coordenador geral de espécies ameaçadas do ICMBio, Ugo Vercillo. "Peixes e invertebrados são mais difíceis de serem encontrados e identificados."

A meta brasileira, assumida diante da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, é garantir que 100% dos animais ameaçados tenham exemplares em territórios protegidos. "O primeiro passo para conservar é saber onde elas estão, procurar cada espécie", avalia Vercillo. ,

MATA ATLÂNTICA

O bioma com maior número de registros de animais ameaçados encontrados em UCs é a Mata Atlântica, onde parques nacionais, estações ecológicas e outras unidades abrigam 168 espécies ameaçadas de extinção. Na Caatinga, das 43 espécies ameaçadas de extinção no bioma, 41 estão em unidades de conservação.

O presidente do ICMBio, Rômullo Melo, disse que o levantamento pode orientar a gestão das unidades espalhadas pelo país e ajudar a identificar lacunas de preservação.

"O atlas fez o cruzamento para saber que unidades de conservação protegem que espécies ameaçadas. Vai ser um instrumento importante para orientar a definição de áreas prioritárias para ampliação e criação de novas unidades de conservação", explica.

O ICMBio lançou uma revista eletrônica para divulgação de informações científicas sobre espécies brasileiras, incluindo as ameaçadas de extinção. A meta é avaliar 10 mil espécies nos próximos cinco anos.

O instituto também colocou no ar sua nova página na internet, com serviços e informações sobre as 310 unidades de conservação federais do país.

sábado, 16 de abril de 2011

Saiba como se tornar (mais uma) celebridade da internet

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

Quer ser uma estrela da internet? Então você precisa mandar bem. Ou bem mal.

Rebecca Black é prova disso. A norte-americana de 13 anos tinha um sonho: virar uma cantora de sucesso.

Sua mãe pagou para ver. Deu US$ 4.000 para uma produtora fazer um videoclipe estrelado pela filha
.
A pegajosa "Friday" foi parar na internet. Em poucos dias, os cliques no YouTube dispararam feito foguete.

Rebecca virou a piada mais lucrativa da web ao entoar versos como "preciso comer cereal" e "amanhã é sábado, domingo vem depois".

No Brasil, a adolescente tem uma fã linda. Absoluta.

Não à toa: a trajetória de Stefhany Absoluta, 19, tem pontos em comum.

Em 2009, ela virou hit virtual ao cantar enquanto dirigia um CrossFox e dançava que nem Beyoncé em "Single Ladies". Calcula ter gasto R$ 3.000 com o vídeo, também bancado pela mãe.

A fama de ícone trash? "Nem ligo", diz Stefhany.

BINGO!

O estrelato virtual funciona como um bingo: nunca se sabe quem será a bola da vez.

Mas não é apenas uma questão de sorte. As histórias de quem emergiu da internet são de
muita ralação e, principalmente, bastante contato com as redes sociais.

"Ficávamos horas em Fotolog, Orkut e Twitter, divulgando e convidando as pessoas para futuras apresentações", diz Pe Lu, vocalista e guitarrista do Restart.

Fazer tipo é outra dica.

Com suas roupas chamativas, Torino, 22, encarna uma espécie de "lorde Gaga".

"Uso uma tonelada de figurinos supertrabalhados, que fazem toda a diferença nos meus shows", diz o aspirante a estrela pop.

E, é claro, divulgar, divulgar e divulgar. Lição que Mia, vocalista da CW7, aprendeu.

"Achávamos que bastava lançar música no MySpace. Mas o mercado é tão concorrido que empresários não se interessam por banda nova."

A solução foi correr atrás dos seguidores até que a CW7 "naturalmente chamasse a atenção". Gol.
Editoria de Arte/Folhapress
Folhateen
ABSOLUTA
Alessandro Shinoda/Folhapress
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 06-04-2011 12h51: A estudante Stefhany Absoluta, 19, em sua residência. (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress, FOLHATEEN
"STEFHANY ABSOLUTA, a nossa Rebecca Black." A brasileira ouve isso direto. A fama de Stefhany começou a bordo de um CrossFox. A de Rebecca, com "Friday", apelidado de "pior videoclipe do mundo". As duas viraram símbolo da cultura trash. Stefhany não dá bola para o rótulo. Sobre Rebecca: "Adoro! Acho muito inteligente. Só que é mais adolescente". A americana recebeu comentários horríveis ("até os surdos reclamam da sua música!"), mas já superou Lady Gaga no YouTube. A brasileira, de boba, também não tem nada. Enquanto a galera zoa, ela engorda a conta bancária. E tudo começou com vídeos que ela gravava na câmera digital com ajuda da mãe. Sucesso. Absoluto.

COLORIDOS
Leticia Moreira/Folhapress
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 14.12.2009, 17h00: Música: os garotos (da esq. para dir.) Koba, 17, Thomas, 18, Pe Lanza, 17, Pe Lu, 18, da banda Restart, posam para foto. (Foto: Leticia Moreira/Folhapress, FOLHATEEN)
O ROCK COLORIDO do Restart seria mais cinzento sem a internet. Vira e mexe, Família Restart e detratores do grupo se engalfinham por lá. Quando Lobão chamou a banda de "aberração da natureza", os fãs caíram em cima -e o assunto bombou no Twitter. Essas polêmicas fazem o Restart crescer. Outra dica é viralizar uma marca. A deles é o clássico "coraçãozinho com a mão". O guitarrista Pe Lu não sabe a origem da mania. Mas comemora: "Funcionou!"

LORDE GAGA
Divulgação
Divulgação - cantor Torino, 22, apelidado de Lorde Gaga
TORINO, 22, troca de roupa várias vezes durante um show. Parece ter feito compras nas mesmas lojas que Lady Gaga. Ele reconhece o poder da imagem. "Consegui ganhar destaque pelo segmento da moda, pois uso uma tonelada de figurinos supertrabalhados"

Criar um tipo foi seu truque para se destacar na web. "No dia a dia, sou uma pessoa normal.

Mas com o tempo acho que eu vou ter que vivenciar esse personagem o dia todo."

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Projeto regulamenta recolhimento de pilhas e baterias usadas

Uma resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) admite o descarte de alguns tipos de pilhas e baterias, como as comuns e alcalinas, no lixo doméstico ou de uma empresa.

Mas o ex-senador Gerson Camata (PMDB-ES) considera que o correto é determinar o recolhimento e armazenamento adequado de todas as unidades usadas, e não apenas as que contêm componentes considerados tóxicos como o chumbo, níquel-cádmio e óxido de mercúrio.

Para isso apresentou um projeto de lei, aprovado nesta terça-feira (12) na Comissão de Assuntos Econômicos, com obrigações para estabelecimentos que vendem pilhas ou baterias.

A ideia é que esses locais recebam dos consumidores as unidades usadas e que posteriormente esse material seja recolhido pelos fabricantes ou importadores.

"Para tanto, esses estabelecimentos ficarão obrigados a instalar coletores, em local visível e de fácil acesso aos consumidores. O rótulo das pilhas e baterias deverá informar o consumidor sobre a correta devolução das unidades usadas", explica o senador Waldemir Moka (PMDB-MS).

Quem desrespeitar a norma sofrerá sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação ambiental.

O projeto de lei segue para a votação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

As informações são da Rádio Senado.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Filmes educam, incentive seu filho(a)!!!!

Entenda como cinema e educação podem andar juntos e aproveite as férias para compartilhar a experiência cinematográfica com os seus filhos

Incentive seu filho a pesquisar sobre os assuntos que chamaram a atenção dele durante o filme, é uma ótima forma de aprender

Assistindo a um filme, aprendemos a ver o mundo de outra forma. Na tela do cinema ou da TV, a história é contada não apenas por meio de palavras, mas também por imagens, sons e outros recursos que às vezes nem são percebidos conscientemente pelo espectador, mas que estão ali, colaborando para despertar emoções. Sentados diante de uma aventura, um romance ou uma comédia, exercitamos mais os sentidos do que imaginamos.

"Essa arte deve ser apresentada aos estudantes não apenas como forma de transmitir um determinado conteúdo, mas como um estudo de uma linguagem diferente da verbal", diz Carmen Zink Bolonhini, coordenadora do projeto "Do cinema à leitura: o funcionamento de diferentes formas de linguagem", do Departamento de Linguística da Unicamp. "No cinema, o verbal combina-se com o visual e, nessa perspectiva, muitos elementos podem servir de suporte para a produção da narrativa, como as cores usadas, o vestuário das personagens, a velocidade das cenas, a música etc. Descobrir esses elementos e analisá-los faz com que os jovens aprendam a ler outra linguagem".

"O cinema desloca nosso olhar e oferece outra perspectiva, além das que nos são transmitidas pela família, pela escola e por outras mídias", explica André Costa, cineasta e educador em artes visuais. "Ver um filme é uma experiência estética, e o que é educar senão experimentar?", completa ele, que dá aulas de cinema na Faap e é um dos sócios da Olhar Periférico Filmes.

Um filme, portanto, está longe de ser apenas uma história. A forma, nesse caso, está acima do conteúdo. Por isso, um dos exercícios sugeridos para a sala de aula pela professora Carmen Zink Bolonhini é o de congelar uma cena e analisar com os alunos todos os elementos que ali se encontram e que papel eles desempenham para que a mensagem desejada pelos produtores seja passada. "Analisando qualitativamente os símbolos usados, as crianças aprendem a ler outras formas de linguagem", justifica Carmen Zink Bolonhini.

Este tipo de exercício também pode ser realizado em casa. E nem é preciso congelar a cena. Basta ligar o olhar crítico e entrar na brincadeira. "Os filmes também são feitos com base em preconceitos sensoriais, e localizá-los pode ser um exercício analítico muito educativo", sugere Carmen, que é uma das autoras dos livros "Discurso e Ensino - o Cinema na Sala de Aula" e "Quem é o Rei no Rei Leão?", nos quais orienta o questionamento de alguns símbolos ultradisseminados. Por exemplo: o mal se veste com cores escuras, enquanto heroínas perambulam com vestidos rodados e de tons claros - por quê? E o que dizer da música, que fica mais alta e retumbante quando o filme quer passar a sensação de suspense? Tambores despertam medo, enquanto o som de cordas acalma e cria uma atmosfera romântica. Aliás, você já experimentou assistir a um filme de terror sem o som? A experiência muda completamente.

Como existem filmes e filmes, esse exercício pode variar em grau de dificuldade. Os mais artísticos tendem a driblar esses preconceitos sensoriais, propondo uma forma ainda mais inovadora de interpretar a realidade. Os mais comerciais costumam seguir a trilha já traçada e, portanto, mais óbvia. Isso não significa, porém, que apenas clássicos e aclamados pela crítica ofereçam uma vivência interessante. "Pode-se dizer até que, quanto mais prazerosa for a relação com o filme, mais educativo ele fica. Pois só quando nos envolvemos de fato e assistimos com gosto que despertamos os nossos sentidos e até um real senso crítico", argumenta o cineasta André Costa, lembrando ainda que um filme pode servir de pretexto para o aprendizado de conteúdos, como a obra de um artista plástico ou o enredo de um livro, por exemplo. Afinal, quem nunca teve vontade de ler um livro após ver um filme baseado nele?

Assim, a educação promovida pelos filmes extrapola as paredes do cinema. E ainda aproxima as pessoas. Como? Basta pensar nas vezes em que saímos da sala de cinema loucos para comentar. O papo após a sessão pode até dominar o jantar ou o café da manhã do dia seguinte. Como ressalta o cineasta André Costa: "Os filmes servem de base para trocas afetivas entre as pessoas". Entre pais e filhos, essa pode ser uma experiência ainda mais valiosa. Não hesite em tirar proveito dela nessas férias. Quer idéias do que assistir?

Durante o filme, se estiver em casa, faça comentários sobre o que está sendo visto e ouvido, enfatizando que a história não está sendo contada apenas com palavras. Comente roupas de personagens e sua caracterização e chame a atenção de seu filho para a música, para os cenários e os momentos de silêncio.
Divirta-se com seu filho! Ria e chore diante da tela. Compartilhar sensações e estreitar os vínculos fazem parte de outro tipo de educação - a emocional.

A Pequena Nuvem de Magalhães.

Telescópio do Observatório Europeu do Sul capta imagem de nuvem rosa avermelhada de uma região de formação de estrelas que circunda o aglomerado estelar NGC 371.

Esta maternidade estelar situa-se na nossa galáxia vizinha, a Pequena Nuvem de Magalhães.

 ESO/Manu Mejias

Metade dos homens tem HPV, diz pesquisa

Cerca de 50% dos homens que participaram de um estudo populacional estavam infectados com o papilomavírus humano (HPV, na sigla em inglês). O trabalho, publicado na revista científica The Lancet, analisou voluntários saudáveis de três países: Brasil, México e Estados Unidos. O resultado surpreendeu os especialistas, pois revelou uma prevalência muito maior que a encontrada em estudos semelhantes com mulheres, quando o porcentual de infecção pelo vírus não ultrapassa 20%.

Nos homens e nas mulheres, o HPV pode causar câncer, embora, nas mulheres, a evolução para displasias - quadro prévio ao tumor - seja mais comum. O contágio ocorre principalmente por via sexual, mas, ao contrário do HIV, o uso de preservativo não é tão eficaz.

O estudo analisou 1.159 homens com idades entre 18 e 70 anos. Todos estavam saudáveis ao ingressar no estudo, diz Luisa Villa, coautora do artigo e pesquisadora do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer e coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do HPV (INCT-HPV), na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Os voluntários não podiam relatar histórico de câncer no ânus ou no pênis, bem como a presença de verrugas genitais. Também não podiam apresentar infecção pelo HIV. Todos residiam na cidade de São Paulo, no sul da Flórida ou em Cuernavaca, no México.

"A maioria das pessoas pensa que HPV é um vírus associado predominantemente às mulheres: esse estudo revela que os homens são os principais infectados", afirma José Eduardo Levi, do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, na USP. Levi não participou do estudo, mas há vários anos pesquisa testes moleculares para HPV.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.