terça-feira, 31 de agosto de 2010

Plantas fáceis de cuidar trazem verde para casa sem dar trabalho

Por SIMONE CAPOZZI



Muita gente gostaria de colocar mais verde em casa, porém, a falta de tempo, de paciência ou de prática em lidar com as plantas acaba adiando esta decisão. Se este é o seu caso, saiba que não são todas as espécies que exigem uma grande dedicação.





Na maior parte dos casos, as plantas sem flores são relativamente fáceis de cuidar e já contribuem para mudar o astral do ambiente.Selecionamos 15 espécies para garantir algum verde na decoração sem dor de cabeça. Em comum a todas, é preciso apenas cuidar da fertilização e irrigação, o que é mais simples do que parece.


Os adubos são encontrados em diferentes apresentações (líquido, pó e grânulos) e podem ser utilizados na planta em intervalos de 15 dias a um mês, dependendo do tipo.Também é importante prestar atenção na rega. Muitas plantas morrem por excesso, e não por falta de água, e cada uma precisa de uma irrigação específica.

O local onde ela fica também faz diferença – exposição direta ao sol e ao vento aumenta a necessidade de água. “O mais indicado é colocar a mão na terra para sentir a umidade antes de regar”, diz Adriana Salton Leites, engenheira agrônoma do Uemura Flores e Plantas, em São Paulo. Na maioria das vezes, o ideal é molhar somente a terra. Ao regar as folhas, é preciso tomar cuidado para que elas não fiquem molhadas durante muito tempo, o que pode aumentar a incidência de doenças.

Folhas amareladas possuem diversas causas: excesso ou falta de água e/ou algum nutriente, ataques de doenças ou pragas, e mesmo o simples envelhecimento. É indicado cortar as folhas amarelas e verificar a sua causa para eventuais correções.

Veja abaixo os detalhes de cada espécie e escolha a sua.Antúrio: Colorida e chamativa, a planta fica bem em áreas internas ou externas, desde que o local possua boa luminosidade, mas sem receber diretamente os raios solares.

A terra deve ser mantida úmida e a planta precisa ficar longe de locais com baixa temperatura no inverno. Cada exemplar custa cerca de R$ 22.

Bromélia: Vistosa, em cores como verde, vermelho e rosa, deve ser mantida à meia-sombra, recebendo apenas iluminação indireta ou difusa com irrigações moderadas. Pode ficar em áreas internas ou externas, desde que a luminosidade seja respeitada.

Adie a rega se a terra estiver úmida. Custa em média R$ 25.Cica: Também conhecida como Sagu, tem crescimento lento e pode ficar a pleno sol ou à meia-sombra (com luminosidade, mas sem exposição direta aos raios solares). A Cica se adapta melhor em áreas externas, mas pode ficar em áreas internas respeitando a luminosidade. O ideal é regar apenas a terra no entorno da planta e só colocar água novamente quando a terra estiver seca, pois a espécie não tolera o excesso de umidade. Custa em torno de R$ 79.

Iuca elefante: Pode ser cultivada em vasos na fase jovem, chegando a atingir de 2 a 3 metros de altura, dependendo do diâmetro do vaso. Indicada para áreas externas, resiste à exposição direta ao sol, porém é sensível a geadas. As regas devem ser espaçadas, deixando o solo seco na maior parte do tempo, podendo acontecer a cada 10 ou 15 dias. Custa em média R$ 180 (exemplar com 1m50 de altura).

Jabuticabeira: A árvore, indicada para áreas externas, pode ser cultivada em vasos com exposição direta ao sol. Atinge em média 2 metros de altura, dependendo do tamanho do vaso. Os frutos começam a amadurecer no final do inverno, prolongando-se até o verão. As regas devem ser diárias no verão, deixando a terra sempre úmida, mas podem diminuir de freqüência no inverno. Custa cerca de R$ 120 (exemplar com 1m50 de altura).

Lança de São Jorge: Com folhas longas e pontiagudas, a planta pode ficar em áreas internas ou externas, recebendo sol diretamente ou com boa iluminação indireta. Atinge em média 1m50 de altura em vasos. A rega pode ser feita cerca de uma vez por semana. Custa em média R$ 25 a haste.

Lírio da paz gigante: A espécie é ideal para ser cultivada principalmente em vasos grandes, em ambientes bem iluminados como terraços, ou plantadas isoladamente e em grupos, em locais com luminosidade, mas sem exposição direta aos raios solares ou excesso de vento. A rega deve ser constante, mantendo a terra sempre umedecida. Custa cerca de R$ 25.

Mandacaru: Ideal para áreas externas pode ser cultivado em vasos ou canteiros, a pleno sol. No vaso, atinge cerca de 2 metros de altura. A planta resiste meses sem regas, mas o indicado é molhar a cada 10 ou 15 dias, somente a terra. Custa cerca de R$ 89 (exemplar com 1m20 de altura).

Mini Ixora: Cultivada em vasos ou canteiros, necessita de bastante sol e regas constantes. Fica melhor em áreas externas e pode ter flores em vermelho, amarelo e rosa. Custa cerca de R$ 28 (caixa com 15 mudas).

Pacová: Também conhecida como babosa de pau é cultivada principalmente em vasos em locais protegidos, em jardineiras ou diretamente no chão formando conjuntos à meia-sombra. A terra deve ser mantida sempre úmida, com boa drenagem. Não tolera baixas temperaturas no inverno. Seu preço pode variar de R$ 25 a R$ 98, dependendo do tamanho.

Palmeira Fênix: Ideal para ambientes externos, ela gosta de sol pleno. No entanto, é possível cultivá-la temporariamente em ambientes internos, em vasos, desde que sejam bem iluminados, ou à meia-sombra, em locais abertos. No vaso, atinge de 2 a 3 metros de altura. Resistente ao frio, a planta necessita de solo úmido, com regas constantes. Custa cerca de R$ 90 (exemplar com 1m50 de altura).

Palmeira Ráfia: Também conhecida como Palmeira Ráfis, tem crescimento lento e é adequada para cultivo em vasos em ambientes internos bem iluminados. No vaso atinge cerca de 2 metros de altura. A umidade do solo deve ser constante, porém, sem encharcamento. Custa em média R$ 10 por haste.

Pata de elefante: Utilizada para plantio em vaso a pleno sol, tolera bem o calor e o frio. Pode atingir até 2 metros de altura, de acordo com o diâmetro do vaso. Pede regas bem espaçadas e precisa de solo drenável para não ter as raízes apodrecidas. O preço varia bastante conforme a altura, de R$ 35 (meio metro) até R$ 475 (1m50).

Pitangueira: Pode ser cultivada em vaso e é ideal para locais de clima quente e úmido, preferencialmente em áreas externas. Sensível ao frio, não suporta geadas. Dependendo do diâmetro e altura do vaso, pode atingir 2 metros de altura. Deve receber luz solar direta e necessita de rega constante. Floresce entre o final do inverno e início da primavera. Os frutos surgem quase simultaneamente à florada. Custa cerca de R$ 90 (exemplar com 1m50 de altura).

Zaza: Também conhecida como Brilhante e Zamiocula, pode ser cultivada em ambientes internos ou externos, de preferência à meia-sombra em terra sempre umedecida, porém não encharcada. É indicada para regiões quentes, pois não tolera o frio. Atinge cerca de 1 metro de altura no vaso. O preço varia bastante, de R$ 32 a R$ 160, conforme o tamanho.

Consultoria: Adriana Salton Leites, engenheira agrônoma do Uemura Flores e Plantas, em São PauloAgradecimento: Natalício Amaral.

Os preços das espécies foram pesquisados em Janeiro de 2010 em São Paulo e estão sujeitos a alterações e variações.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Plantas aquáticas: Conheça projetos com essas espécies

Para o jardim dessa casa de campo em São Roque (SP), o paisagista Benedito Abbud criou um espaço de contemplação. Além de um lago com peixes, o projeto conta com um pequeno brejo onde foram plantadas espécies como a cavalinha (Equisetum giganteum) e o lírio-d'água (Nymphaea elegans).

Para o jardim dessa casa de campo em São Roque (SP), o paisagista Benedito Abbud criou um espaço de contemplação. Além de um lago com peixes, o projeto conta com um pequeno brejo onde foram plantadas espécies como a cavalinha (Equisetum giganteum) e o lírio-d'água (Nymphaea elegans).



A tradicional fonte dessa residência em São Paulo foi ornamentada com alface-d'água (Pistia stratiotes). Planta aquática flutuante, essa espécie requer poucos cuidados e caracteriza-se pela folhagem verde-clara, com uma textura aveludada. Projeto da paisagista Gigi Botelho.

Plantas aquáticas dão toque diferenciado ao paisagismo; conheça espécies e saiba cuidar

Por JULIANA NAKAMURA

Cavalinha plantada em vaso no projeto do paisagista Alexandre Furcolin

Não importa o estilo, nem o tamanho do jardim. A presença da água é sempre um elemento que acrescenta vida, movimento e harmonia ao paisagismo. Não é à toa que lagos ornamentais, fontes, cascatas e espelhos d’água são tão valorizados, ainda mais quando acompanhados de vegetação aquática exuberante, como ninfeias, aguapés, vitórias-régias e papiros.

As plantas que crescem no ambiente aquático integram um grupo bastante heterogêneo. As do tipo fixas, como as famosas vitória-régia (Victoria amazônica) e a mítica flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), têm raízes fixadas na terra e preferem locais amplos para se desenvolverem, como margens de lagos. As flutuantes, como os aguapés (Eicchornia crassipes), não possuem raízes fixadas em nenhum local e se caracterizam pela multiplicação rápida.

Mais aproveitadas por aquaristas do que por paisagistas, as plantas aquáticas submersas, como a erva-de-cabelo (Eleocharis acicularis), se fixam no solo e nunca emergem na água. Por fim, há as aquáticas palustres, como o lírio-do-brejo (Hedychium chrysoleucum), que são típicas de locais encharcados e pantanosos, com folhas flutuantes e raízes submersas.

O bom de tanta diversidade é que não é preciso ter um lago ou espelho d’água de grandes dimensões para usufruir a beleza dessas plantas. A flora brasileira é bastante pródiga em espécies que se desenvolvem na água, e há plantas adequadas a diferentes situações de cultivo. Até mesmo bacias, caixas de aço galvanizado e vasos imersos em água podem se transformar em ambientes adequados para se ter uma planta aquática. Aliás, o cultivo em espaços limitados pode ser interessante especialmente para plantas como a alface-d’água (Pistia stratiotes), que embora seja muito ornamental, pode se transformar em uma espécie daninha em função de sua rápida multiplicação.

Como ocorre com tudo o que envolve seres vivos, o sucesso de um jardim aquático depende de alguns cuidados. Em primeiro lugar, é fundamental que as plantas recebam iluminação apropriada e nutrientes na dose certa. Também é importante que estejam fixadas em substrato adequado, no caso das espécies não flutuantes. Além disso, lagos e espelhos d’água devem ser dotados de bombas corretamente dimensionadas para movimentar e oxigenar a água.

“Um erro muito comum é achar que a planta aquática só precisa de água para viver”, diz Eduardo Gonçalves, curador botânico do Instituto Inhotim, em Minas Gerais. Segundo ele, um dos aspectos mais críticos nesse tipo de jardinagem diz respeito à fertilização, sobretudo porque garantir a disponibilidade do nutriente para a planta imersa em um ambiente aquático representa um grande desafio.
“Diferente do que ocorre com as espécies terrestres, não se pode, simplesmente, despejar o nutriente diretamente na água”, explica Gonçalves, que mantém sob seus cuidados dezenas de espécies aquáticas.
O problema é que ao adicionar o fertilizante à água, corre-se o risco de fertilizar também as algas, cujo desenvolvimento em lagos e espelhos d’água deve ser rigorosamente controlado. Vale lembrar que o surto de algas e o esverdeamento da água são problemas que geralmente acontecem quando há excesso de nutrientes disponíveis na água.

A solução, nesses casos, passa pela análise cuidadosa das necessidades nutricionais de cada espécie. Dependendo da situação, a alternativa pode ser enterrar cápsulas de fertilizantes no substrato embaixo d’água para que o nutriente seja gradativamente liberado.
Enterrar nutrientes também é uma medida válida para assegurar o suprimento de ferro às plantas que precisam do aporte adicional desse minério. O ferro se oxida facilmente quando em contato com a água, tornando-se indisponível para as plantas. Por isso, uma dica é enterrar peças de ferro – pregos ou pedaços de minério de ferro – bem próximo às raízes, ensina Eduardo Gonçalves.

A manutenção do equilíbrio nutricional da planta é outro aspecto crucial para que o ataque de pragas e insetos, especialmente caramujos, seja evitado. Em ambientes aquáticos, o uso de inseticidas químicos deve ser controlado, ainda mais nos casos em que as plantas compartilham o mesmo espaço que peixes.

A melhor estratégia para evitar infestações é ter atenção na hora de comprar e introduzir novas mudas e usar bioinseticidas que não prejudiquem a fauna local. Outras medidas que costumam surtir efeito são a retirada manual dos insetos indesejáveis e/ou deixar que predadores naturais, como peixes e algumas espécies de caramujos, cumpram a sua função.

domingo, 29 de agosto de 2010

Paulista é principal vencedor do Salão de Humor de Piracicaba

Cartum de Tiago Hoisel venceu grande prêmio do evento de humor; ao lado, desenhista durante discurso de agradecimento.



O paulista Tiago Hoisel foi o principal vencedor do 37º Salão Internacional de Humor de Piracicaba. A premiação foi divulgada na noite de sábado na cidade do interior paulista.









O desenhista ganhou o grande prêmio do evento, no valor de R$ 10 mil. O grande prêmio é dado ao melhor trabalho das cinco categorias vencedoras do salão.

Após vitória e título dos EUA, Brasil se despede com triunfo fácil e a prata

Seleção brasileira comemora a medalha de prata no Grand Prix 2010, na China.

A seleção brasileira de vôlei ficou com a medalha de prata no Grand Prix e adiou o sonho de conquistar seu nono título da competição. Após os Estados


Unidos cumprirem sua obrigação e vencerem o Japão, garantindo o ouro, o time do técnico José Roberto Guimarães arrasou a dona da casa China e ficou com a segunda colocação do torneio.

Contra as chinesas, o Brasil teve desempenho arrasador, precisando de apenas três sets para fechar o placar em 25-12, 25-16 e 25-15.


Os EUA bateram na madrugada deste domingo as japonesas por 3 a 0 e ficaram com o tricampeonato com 100% de aproveitamento em vitórias na fase final.


A campanha brasileira foi atrapalhada principalmente pela derrota para o Japão na primeira rodada desta fase final. Depois, o time caiu também contra os Estados Unidos, mas bateu China, Polônia e Itália.


As lesões de Mari, nos ligamentos do joelho, e de Paula Pequeno, com uma fratura em osso do tornozelo, também prejudicaram o time.


Contra a China, o Brasil teve grande atuação, a mais segura do Grand Prix. O primeiro set só teve 12 pontos das donas da casa.


Com Natália bem no saque e Sheilla liderando nos ataques, as orientais não tiveram chance de tentar reverter a situação na segunda parcial e também na terceira, com outro desempenho irrepreensível das brasileiras.


O Brasil teve quatro jogadoras como melhores pontuadoras do jogo, todas com

11 pontos: Sheilla, Natália, Jaqueline e Thaísa.


O próximo grande compromisso do Brasil será o Mundial, disputado no final do mês de outubro deste ano.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei em 29/08/2010.

Jardinagem em vaso: Verde para quem tem pouco espaço



A paisagista Celeste Moraes distribuiu vasos de cerâmica com plantas que se adaptam bem ao sol em uma área descoberta. No chão, uma cobertura de seixo rolado dá o acabamento.





Projeto da paisagista Celeste Moraes com suculentas (em primeiro plano), buxos e lavanda (ao fundo), plantas que se adaptam bem a ambientes que tomam bastante sol .





Cachepôs de madeira reciclada e bromélias variadas (tigrada e imperial). Ao fundo, arranjo com costelas de adão, minibromélias vermelhas e verdes. Projeto de Rodrigo Bueno.







Oficina de cachepôs de madeira reciclada da oficina Mata a Dentro com diversos arranjos de plantas. Montagem de Rodrigo Bueno.






Varanda decorada com vasos de primavera (primeiro plano, à esquerda) e jasmim do cabo (esq.). À direita, vaso de nolina, ou pata de elefante. Projeto de Marcelo.






Varanda de suíte aqui em Campinas (SP) traz fileira de vasos de terracota com buchinho (à dir.), e fileira de vasos com moréia amarela (junto à parede). Perto do guarda-sol, nolina (pata de elefante) e dois vasos com fórmio variegato. Nos canteiros, suculentas do tipo echevéria. Projeto do pasiagista Marcelo Novaes.

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Para marcar este Dia nacional de Combate ao Fumo (29), o Inca (Instituto Nacional de Câncer) divulgará, na segunda-feira (30), o relatório final da Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab) em pessoas de 15 anos e mais. De acordo com o estudo, o total de fumantes no país corresponde a 17,2% da população nessa faixa etária.

O documento será entregue para o representante do Comitê Internacional da Gats (Global Adult Tobacco Survey), que envolveu mais 14 países: Bangladesh, China, Egito, Filipinas, Índia, México, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, México, Ucrânia, Uruguai e Vietnã.


Os percentuais de fumantes foram maiores entre os homens (21,6%), entre as pessoas de 45 a 64 anos de idade (22,7%), entre os moradores da região Sul (19,0%), os que viviam na área rural (20,4%), os menos escolarizados (25,7% entre os sem instrução ou com menos de um ano de estudo) e os de menor renda (23,1%) entre os sem rendimento ou com menos de um quarto de salário mínimo).


A pesquisa, realizada através de parceria entre Ministério da Saúde com o IBGE, em 2008, e publicada em 2009, trouxe resultados referentes a diversos aspectos do tabagismo, como o uso dos produtos derivados do tabaco, as tentativas de cessação, a exposição à fumaça do tabaco, o acesso às campanhas de conscientização sobre os riscos do tabagismo e a percepção das pessoas sobre esses riscos.

Lei antifumo

Há exatamente um ano – em agosto de 2009 – era publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro a Lei 5.517, proibindo o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno em recintos de uso coletivo. A lei entrou em vigor em novembro.

No Estado de São Paulo, onde a lei entrou em vigor em 7 de agosto, foram aplicadas 822 multas em 361 mil inspeções até o último 31 de julho. A adesão, segundo a Secretaria da Saúde, foi de 99,7%.

Quase todos os Estados brasileiros (com exceção de Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais e Rio Grande do Sul) tomaram a mesma iniciativa. E atualmente tramita no Congresso o Projeto de Lei 315/08 para tornar o Brasil, como um todo, um país livre de tabaco. No Brasil, 200 mil mortes anuais são causadas pelo tabagismo.